Sinto falta do meu Passado

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O peso da balança não mede o grão que falta à mesa, mas a fração de alma que o homem vendeu para não ter fome de si mesmo: o seu voto!
Reno Fioraso

Quando penso em ir. Embora ainda te amo.
Sei que hoje você não sente falta de mim.
Mas quem sabe quando eu for, você vai sentir saudades.

Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
[...]
Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e ações de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência.
[...]
É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.
[...]
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.

O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar."

Miguel Esteves Cardoso
Último Volume. Assírio & Alvim: Lisboa, 1991.

Quando escrevi esse verso estava me sentindo só, sentia a falta de alguma coisa importante algo que não compreendia nem entendia.
Estava incompleto faltava-me um pedaço que me desse á felicidade e fizesse-me gritar aos quatros continentes “eu amo”.
Meu coração transbordava em lagrimas e meus sentimentos insistiam procurar o quê nem eu mesmo sabia.
As imperfeições se completam e sem lógica aprisionam meu coração e me dão a tua imagem em meu pensamento.

Não gostar de mim é normal, ter simpatia é viadagem, mas brincar com os meus sentimentos é falta de vergonha na cara;

A desconfiança é o algoz do coração, procurando desfazer sentimentos quase perfeitos com a falta de conhecimentos;

“Amor”: desconhecido da maneira que se deve utilizar, usado de forma errada e ignorado por falta de coração;

Festejemos a falta de amor pelo próximo
Ou da violência que nasce pela intolerância
Não vemos sorrisos sinceros...
Ou nem um “Eu te amo!” verdadeiro;

Mas damos importância à inveja
Com falta de bom senso
E estupidez de acharmos
Que a verdade nos pertence;

Ache o que achares de mim, o mal dessa geração é a falta de empatia;

⁠A minha auto-estima fala mais sobre mim do que as bocas que me julgam por falta de argumentos!

"Nunca foi sobre o que me falta, mas sobre o medo de tomar para mim o que é abundante no Universo."


Guilherme Fraenkel
projeto Trilho365

"Há silêncios que nascem por falta de palavra."


projeto Trilho365

O Mapa das Marés


Não é falta, nem é porto seguro,
É o meio do caminho, o escuro.
Uma vontade de mergulhar fundo,
Contida pelo medo de findar o mundo.


Há dias em que o peito é oceano,
Vasto, imenso, soberano.
Noutros, a dúvida é correnteza,
Que arrasta a alma e traz a incerteza.


Amo? Ou amo a ideia de amar?
O silêncio responde com o som do mar.
Pois quem busca a borda nunca se perde,
Mas quem busca o abismo, a si se entrega e intercede.


Que a dúvida não seja o fim da estrada,
Mas o repouso da mente cansada.
Se o amor é mistério, deixe que ele seja,
A onda que quebra, o que a alma deseja.
Matthews Schmidt

Fumando mais um cigarro
Passei a noite sem dormir
Que tipo de falta é essa
Tão cheia de presença?

Que tipo de sentimento busca o mínimo
E, mesmo sem tê-lo, permanece?
Não a odeio, odeio a mim
Não quero que seja o que não quer
Só queria que estivesse aqui

Nada será como antes
E o melhor a viver, já se foi
Mas o seu fantasma ainda me persegue
Em sonhos, dormindo e acordada
E a cada vez que penso em tudo o que posso ser
Sei que de nada vale sem você.
- Marcela Lobato

Fumando mais um cigarro
Passei a noite sem dormir
Que tipo de falta é essa
Tão cheia de presença?


Que tipo de sentimento busca o mínimo
E mesmo sem tê-lo permanece?
Não a odeio, odeio a mim
Não quero que seja o que não quer
Só queria que estivesse aqui


Nada será como antes
E o melhor a viver, já se foi
Mas o seu fantasma ainda me persegue
Em sonhos, dormindo e acordada
E a cada vez que penso em tudo o que posso ser
Sei que de nada vale sem você


Você se foi, mas não por não se importar
Apenas não quer estar aqui
Ou tem medo demais
Para vencer o que todos poderiam pensar


Eu te amo, e sinto a sua falta
Essa falta lotada de presença
Mas prefiro te libertar
Ainda que esse seja o meu fim


Mais uma vez, choro pelo que me prometi
Que jamais choraria novamente
Porque no fim de tudo
Outras vidas não importam
E me sinto um nada
Enquanto sigo sem saber como viver


Eu sacrificaria tudo, apenas por mais um momento
Sacrificaria a mim mesma para não te ver mais chorar
A garota do sorriso lendário
Que já não reconheço
Mas em todas as formas
É a única que sempre quis


Se o mais importante
Não mais importa
Se nada vai mudar
E não pertenço a esse lugar
Do que adianta fingir
Que o mundo ainda poderia ser o meu lugar?
- Marcela LobatoFumando mais um cigarro
Passei a noite sem dormir
Que tipo de falta é essa
Tão cheia de presença?


Que tipo de sentimento busca o mínimo
E mesmo sem tê-lo permanece?
Não a odeio, odeio a mim
Não quero que seja o que não quer
Só queria que estivesse aqui


Nada será como antes
E o melhor a viver, já se foi
Mas o seu fantasma ainda me persegue
Em sonhos, dormindo e acordada
E a cada vez que penso em tudo o que posso ser
Sei que de nada vale sem você


Você se foi, mas não por não se importar
Apenas não quer estar aqui
Ou tem medo demais
Para vencer o que todos poderiam pensar


Eu te amo, e sinto a sua falta
Essa falta lotada de presença
Mas prefiro te libertar
Ainda que esse seja o meu fim


Mais uma vez, choro pelo que me prometi
Que jamais choraria novamente
Porque no fim de tudo
Outras vidas não importam
E me sinto um nada
Enquanto sigo sem saber como viver


Eu sacrificaria tudo, apenas por mais um momento
Sacrificaria a mim mesma para não te ver mais chorar
A garota do sorriso lendário
Que já não reconheço
Mas em todas as formas
É a única que sempre quis


Se o mais importante
Não mais importa
Se nada vai mudar
E não pertenço a esse lugar
Do que adianta fingir
Que o mundo ainda poderia ser o meu lugar?
- Marcela Lobato

Com amor no teu coração, chegas onde quiseres, principalmente aos que mais falta de amor demonstram , esses precisam de mais atenção, não desistas deles! Lembra-te, eles só não demonstram, mas são por vezes os que mais sentem e recebem o teu amor, como quem está a morrer de sede! Lentamente habituam-se a beber dessa fonte de Amor, e muitas vezes tornam-se o melhor canal do amor de Deus a outros necessitados! Não julgues...AMA.

⁠Se molde conforme o ambiente e pessoas, não se abale por falta de consideração, ou valorização o único motivo de você estar aqui é para fazer a diferença, então faça!

A educação e cortesia estão entra as regras primordiais de quem deseja ser respeitado. Se falta-lhe isso, certamente será lançado ao desprezo coletivo.

Há dores que persistem não por falta de superação, mas por excesso de silêncio. O que não encontra palavra desce, infiltra-se, organiza-se em hábito e passa a governar o ser por dentro. Quando a consciência ousa escutar o que foi empurrado para o fundo, algo se desloca: a dor deixa de ser tirana e torna-se mensageira — severa, mas justa.

Mas a verdade é que a distância entre nós me fez tanta falta.