Sinto falta do meu Passado
MEU ACONCHEGO
É no seu corpo que eu viajo
E me perco nos seus braços
Onde me sinto segura
Dominante e dominada
Sou mulher, sou menina
Eterna apaixonada
É no seu corpo que me realizo
Extasiada de prazer
E adormeço enternecida
Por seus braços protegida
E no carinho das suas mãos
Desperto em meio a emoção
De te ter ao lado meu
De me sentir inteira sua
É no seu corpo que eu me revigoro
E me torno sua amante
No clímax de um encaixe perfeito
Que me prende no seu peito
Onde escuto descompassado seu coração
Pulsar como numa explosão
De amor...de puro prazer
É no seu corpo que tremo
Me avolumo e me acho
Me completo e me desfaço
E só termino quando durmo
No abraço dos seus braços
(Nane- 10/05/2011)
MEU ACONCHEGO
É no seu corpo que eu viajo
E me perco nos seus braços
Onde me sinto segura
Dominante e dominada
Sou mulher, sou menina
Eterna apaixonada
É no seu corpo que me realizo
Extasiada de prazer
E adormeço enternecida
Por seus braços protegida
E no carinho das suas mãos
Desperto em meio a emoção
De te ter ao lado meu
De me sentir inteira sua
É no seu corpo que eu me revigoro
E me torno sua amante
No clímax de um encaixe perfeito
Que me prende no seu peito
Onde escuto descompassado seu coração
Pulsar como numa explosão
De amor...de puro prazer
É no seu corpo que tremo
Me avolumo e me acho
Me completo e me desfaço
E só termino quando durmo
No abraço dos seus braços
(Nane- 10/05/2011)
Sinto como se meu coração estivesse em pedaços,tento juntá-lo mas é impossivel sentir novamente;se as lágrimas lavam a alma,vou beber sabão e vanish, porque a minha tá podre,o que uma louca mulher não nos faz?Homem sofre,chora e se corrói também.
Sou guiada pela consciência, o que pensam de mim não é problema meu, sinto dizer, vai contra os meus princípios se preocupar com que os outros pensam.
Constantemente dentro do meu intimo, sinto a felicidade abater-se com muita força, causando o que poderíamos chamar de "Constância intensa de dor". Um apelo sempre brota mais tarde, querendo chegar a uma significação da realidade, congênita em termos de ordem geral e sentimental. Dentro destas duas parcelas, ou passos a seguir, existe uma força misteriosa classificando-nos como seres virtuosos. "Mas o que é a virtude?" Sócrates já perguntava nos áureos tempos tumultuosos do pensamento humano. Sempre nos abaterá esta força. Como fugir dela se pecamos contra a nossa própria existência? Se tentamos enganar com suposições falsas a todos e a nós mesmos?
É certo que uma luz misteriosa ilumina o caminho de alguns. Mas porque não todos buscam esta "misteriosa sabedoria iluminada e magnetizada?" É certo também que a realidade atual não passa de conjecturas incutidas na mente, tornando-nos escravos da "realidade-virtuosa-falta".
Posso sentir em meus tornozelos a dor que é transmitida pelos grilhões da falsidade paliativa das palavras.
Com muita intensidade o raio cai, mas não cai em minha cabeça, cai a meus pés, e parte a corrente que me prende, deixando-me livre. Mas o que é a liberdade? Nem expressa-la eu posso, pois, o que é que poderia dizer sem que um milhão de outras correntes sejam jogadas aos meus pés, com uma única intensão, paralisar os meus passos e tapar os caminhos da verdade e de meu livre-arbitro em busca da tal virtude-real, que se encontra presa nas teias pré socráticas e platônicas da "Gênese humana".
treino
é a voz do mar que sinto agora
e todo o seu barulho
explode em meu ouvido
como se fosse um tiro
um grito,
um último pedido
o hálito da praia despenca em mim
arromba portas
invade as paredes
quebra vidraças
corre como raio
me prende e me impede
neste quarto onde o mar me habita
me deito e me dispo
espero.
"Quando sinto saudade do mar, e meu peito evoca imperfeição, é que também tenho saudades do eu que se perdeu nessa trajetória desconcertante. Um caminho traçado de dores, e de perdas. Se há ou não uma relação positiva entre as águas do mar e o meu eu, deixo-me em questionamento para contornar as reações positivas vindas do meu coração."
Minha coluna dói, mas eu não sinto febre, não é gripe. Eu não imaginava que seria algo sério. O meu médico mandou dizer que era a falta de você. Falta das suas mãos em minha pele. Falta do seu nariz entre os meus cabelos. Falta da maneira que você se importava comigo. O grande gênio me recomendou alguns remédios, mas quanto mais eu bebo, mais eu te vejo cuidando de mim. Mas não tem você na cozinha. Não tem você me levando pra tomar alguma vacina que me faça parar de te escrever. Tenho dores em todas as partes do meu corpo, mas não tenho você me dando o seu remédio preferido. Aquele que fazia tudo isso passar. Aquele remédio que adiava tudo e você guardava só pra mim. Agora imagino que o que te dei não foi muito e me dói algo lá no fundo. Mas não é mais a minha coluna. O meu médico tem toda a razão. Me falta você pra voltar a dormir tranquila. Me falta você pra me dizer como as coisas realmente funcionam. Me falta esse pedaço de mim e o resto todo dói. Falta a melhor parte de mim e o resto todo é uma maneira que eu invento pra seguir com o meu dia inteiro, sem chegar no meio e querer jogar tudo pra cima. Eu odeio me sentir maluca além de me sentir doente. O meu médico tem toda razão, mas não recomendou alguma solução pra o meu caso. Ele só acha que me falta você. E eu tenho a certeza. Todas as vezes em que escrevo essas cartas, vejo que falta você deitada em minhas costas. Ou segurando a minha mão. E isso mesmo que por enquanto não me mate ou arranque algo em mim, me deixa doente.
Eu ainda sinto
O seu cheiro
Ficou grudado em mim!
Ou será que era o meu
Perfumes das flores,
Que umedecia teus lábios?
Sinto isso toda hora!
As vezes me assusto com o que sinto por ti
Como meu semblante muda, como me faz sorrir
A alegria que chega ao falar contigo, ao te encontrar
Mesmo que seja de relance, por um instante te olhar
As vezes me entristeço, me fecho calado não da pra entender
Ai compreende que me falta a alegria que só tenho em você
O quanto é difícil ficar distante, me manter tácito com tal situação
Navegar para longe, remando contrário ao meu coração
Mesmo o silêncio tem sua linguagem pra expressar o que sente
Mas escolhi as palavras pra dizer o que sempre procurei te afirmar
Que te amo lindinha sempre pra sempre eu vou te amar
Eu queria poder dizer, em palavras o que sinto agora,
meu silêncio por mais intenso que seja,
explica melhor meus anseios de ser feliz,
minhas vontades submissas a meus pensamentos em guerra,
meus sentimentos em guerra suplicando um minuto de paz.
Eu queria poder dizer, em palavras o que sinto agora,
ver a maldade sujeitando as pessoas,
as mesquinharias do ter e do poder,
meu silêncio perante a dor do outro,
seja ela pela maldade sofrida, ou pela doença,
que desencadeia o sofrer nos olhos e a vontade de lutar pela vida.
Meu mundo se acabou, no segundo que você me deixou
Sinto tanta saudades, que de vez enquanto da até vontade
Meu mundo se acabou, meu chão desmoronou
Preciso de você, queria poder dizer
Tudo aquilo que não fui capaz de fazer
O que posso fazer nessa hora?
Sem você a saudade não vai embora
A minha dor só piora
O tempo passa, mais nada importa
Tiraram minha paz, por isso vou embora
É assim que eu me sinto, no meu jeito louco. Me sinto mais feliz, e se você quiser me amar, terá que me amar por inteiro, dos defeitos as qualidades.
DESABAFO;
Hoje me sinto no direito de escrever o que meu coração sente.
Faz tempo que lagrimas não surgem do meu rosto.
Faz tempo que renunciei o dom de escrever para quem eu nunca conheci.
Chamavam-me de POETA.
E minha poesia corria por corações que tal poesia pertencia.
O sol, a lua, as estrelas, o vento, musica e palavras que surgiam com minhas lagrimas e sorrisos misturadas com essa mania doida de ser e continuar a sendo feliz.
Solidão me aquecia e me prevenia que eu não deveria amar.
Minha alma desejando momentos inesquecíveis.
E por muito tempo eu freqüentei camas frias e deixei meu calor.
Por muito tempo conversei com olhares distantes e tristes e deixei meu sorriso.
Eu de um jeito louco eu era solidão rodeado de muitas que apenas desejam minha doce poesia.
Num dia qualquer de uma noite inesquecível eu encontrei uma bela que me fez acreditar que tudo o que eu escrevia simplesmente pertencia a ela.
Rendi-me.
Entreguei-me.
Poesia se fez presente em carne e osso em minha vida.
Foi então que eu chorei.
Chorei, por que o sol, a lua, as estrelas, o vento, musica e palavras que surgiam com minhas lagrimas e sorrisos misturadas com essa mania doida de ser e continuar a sendo feliz foram substituídos pelo adeus de uma mentira.
Caído ao chão, sem poesia eu chorei um choro que ainda machuca meu coração.
No chão sem desejos eu senti uma bela chuva caindo sobre mim, me desejando vida.
Ajoelhei-me e deixei a bela chuva me trazer vida com a esperança de que dali eu me levantasse em paz em busca do que eu era.
Mas a chuva não parou.
Aproveitou-se que eu me encontrava no chão e se tornou uma tempestade me afogando e trazendo momentos que desejava esquecer.
Aprisionado pela chuva num vale de lama e entulhos sem esperança eu fiquei.
Mas para quem um dia permitiu-se ser um POETA tal grilhão não foi o bastante.
Levanto-me.
Vou sorrir.
Quero uma musica.
Quero e posso escrever sobre felicidade.
Quero e posso escrever sobre o amor.
Se um dia minha poesia chegar a seu coração, não se confunda e se possível não me aprisione, pois um poeta escreve o que deve ser escrito.
Mas cá entre-nos o poeta só consegue amar a sua própria poesia.
E a poesia de um poeta vive bem lá longe num lugar chamado vida e por mais longe que pareça, um poeta sempre chega ao seu destino contemplando o que existe de belo em seu caminho......
.....
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Peregrino TADEU.
