Sinto a tua Dor
Saudade de amor, saudade do Amor
Somente as paredes sabem da minha dor,
Da minha amada sinto a falta do calor.
Sofro, não só de saudade da amada,
Mas, pela nossa vida que sofre calada...
Queria tanto voltar ao passado,
Consertar tudo que foi feito errado,
Ou, pelo menos, evitar que acontecesse
Coisas que exigem tanto desinteresse.
Um passado onde, em paz, a gente vivia...
Em que brigas, escutar, não devia...
Em que brigas, presenciar, não precisava...
Naquela época todo mundo se amava...
Tão estranho eu me sinto,
Pois sem carinho eu fico.
A solidão me consome,
Ao mesmo tempo me faz mais homem!
Se eu pudesse desse pesadelo acordar,
Faria nossa vida aprender a caminhar...
Só as paredes sabem da minha dor.
Saudade de amor, saudade do Amor!
Queria poder ocultar a dor que sinto, a magoa que me restou de um sentimento que nunca deveria ter existido, já não sei o que acontece comigo, só sei que não é normal. Ter saudades de uma coisa que nunca foi seu e que nunca quis ser. A saudade tortura um coração vazio e faz perceber o quanto bom foi o passado ...
Amanhecer.
adormeço em desespero,
em dor,em solidão,
sinto o orvalho da manha,
pela madrugada dentro,
vagueio e vejo o horizonte
ao longe o dia a acordar,
subo ao monte,das fragas,
das giestas ,do perfume azinheiras,
estevas, estevinhas ,amieiros,
dos choupos ,da agua fresca do rio,
vejo o por do sol e desejo ,
que o sol brilhe dentro de mim,
e pronto amanheceu o meu amor…
Não sinto dor, pena ou se quer me lembro da rejeição...
Vejo naquele que rejeita, não só a inveja, mas falta de amor,mas de amor próprio...
Oi, queria dizer que sinto muito a sua falta, e estou aqui, tentando transformar a dor em arte, saudade em poesia, superação em música e desejo em ação.
Sinto um sentimento que sufoca-me,
neste vazio que não se define,
desta dor interna que oprime-me...
esta solidão, toma conta da minha alma,
paixão avassaladora que fica longa e distante...
com a tua ausência,
a minha alma está reclusa,presa de mim mesma,
adormece meu amor, eu estarei à tua espera.!
Sinto uma dor que nunca será curada;
Sinto saudade de algo que nunca vi;
Sinto paixão por algo que, não conhece o amor;
Sinto falta daquilo que não sente nada;
Sinto a solidão e isso me basta.
Os galhos e o amor
Toda vez que morre um sentimento bonito em mim eu sinto uma dor muito forte, como a da morte. Meus sentimentos são muito bons, e a gente sempre deseja que coisas boas vivam pra sempre não é? Mas sabe, às vezes penso que somos como arvores, precisamos nos livrar de galhos velhos e sem vida, pra que venham os galhos novos cheios de flores, perfumes e frutos.
Nesta analogia percebemos uma coisa muito interessante: quando algo em nós morre, como um amor, por exemplo, teimamos em dizer que ele nunca existiu, que nunca foi amor. Mas não é bem assim! Um galho de uma árvore tem vida por um determinado tempo. Ele brota frágil, pequeno, inseguro, sem força... mas aos poucos, conforme vamos cuidando dele, ganha vida própria, fica viçoso, verdinho e forte.
O galho, assim como o amor, precisa do nosso esforço para sobreviver, pois não resistiria muito tempo se não o regássemos e cuidássemos bem dele. Algumas fracas tempestades ou alguns poucos parasitas acabariam com a vida da planta, e do mesmo jeito é o amor ou a amizade. Existem parasitas e venenos capazes de exterminar qualquer sentimento, por mais forte que ele seja. A indiferença é o veneno do amor e o galho está exposto a tribulações da natureza, assim como o amor está exposto as ações humanas.
Mas e aí? O sentimento tem a vida como a de um galho... então, enquanto recebe cuidados, ele vive: intenso, viçoso, brilhante. Mas nós, seres humanos, somos cheios de defeitos! Quando conquistamos um objetivo tendemos a menosprezá-los, a pensar que eles não têm mais importância pra gente. Ou que ele terá vida eterna, mas não é assim... todo galho e todo amor pode ter fim.
Eu sou como uma arvore cheia de galhos, em cada galho um sentimento. Dou bons frutos, alimento bem quem cuida de mim, mas meus galhos morrem, não têm vida eterna. Eu preciso muito que me reguem, que matem os parasitas, me protejam da chuva e do sol... e, por favor, que não sejam indiferentes.
Eu sou meu próprio jardineiro, sei quando preciso cortar alguns galhos... faço feridas em mim mesma, prefiro me doer em perder o que já está morrendo pra ver nascer algo novo, a apodrecer e morrer junto com o galho, só porque alguém não soube cuidar do que tanto regou até que desse frutos para alimentar sua fome, mas depois desistiu e deixou morrer.
Eu adoeço, mas não morro. Minha raiz é Deus, meu tronco é a minha família, minha copa são meus braços abertos para abraçar tudo o que vier me fazer bem e me trazer de volta a vida.
Noite sem dor , não sei o que é...
Pensamento intenso longe de ser racional
Sinto tanto sua falta e nem te conheço,
Madrugada fria , mais uma noite sem sono
Posso ouvir o vento batendo na janela...
Perco o foco por um instante , pensamento vai longe...
Fone no ouvido, papel em cima da cama...
Olho pra cima , estrelas sem brilho
Minha mente me confrontando , eu me rendo é mais forte do que eu
Não sou forte o bastante
Ao meu redor paredes me cercam , Talvez tenha sorte , tudo isso passe logo...
Solitário
No escuro habitado, dou passagem a dor que não sinto, estou na penumbra da existência onde passo sem estar vivo, escondo me na sombra para não poder enxergar o destino a que fui fadado; nas trevas minha única lágrima brilha, apenas sofrer pode me salvar. Meu sangue que pulsava, hoje forra o chão vazio, isso é tudo que sobrou do nada que tinha. Vozes fazem minha cabeça e espectros sugam minha força… Estou morto! Aqui jaz quem nunca lutou pela vida, falecido antes mesmo de nascer. Meu egoismo condenou me a vida, para sofrer e por fim morrer sofrendo a temerosa dor da morte e por fim continuar sofrendo na eternidade. Agora minha alma está em negro, vivendo morta para não sentir o bem que me dói. Amar é minha maldição por isso protejo me no vazio escuro, onde não amo, não vivo… não sofro…
Sou negro
Sou negro, sou raça
Sou forte, mas sinto dor
Sou negro, sou pobre
Sou rico de cor
Sou negro, sou escravo
Sou massa sem valor
Sou negro, sou terra
Sou calo nas mãos
Sou suor derramado
Nesse pedaço de chão
Sou negro, sou povo
Sou livre, sou feliz
Sou de uma raça que lutou...
Pela liberdade até o fim!
Sou negro, sou começo
Sou meio, sou fim.
Sou negro!
Tentei sorrir, mas me afoguei em lágrimas...
Tentei cantar, mas me aprofundei em dor...
Sinto despedaçar minha alma,
Sinto a dor de um amor.
Já não sinto a dor da tua ausência, do teu silencio, mesmo você tendo partido, trago te dentro do meu coração.
Quando estou contigo me sinto arrependido
Mais quando tu näo estas au meu lado sinto uma dor no coraçäo, e a inresistivel vontade de ti ver
Dá pra entender
Meu amor é a dor que eu sinto que dói sem eu perceber...
Minha vida são fatos de sonhos e realidades...
A realidade de poder dormir sossegado e sempre estar de bem com Deus.
Aliás, hoje sonhei que casava com a mulher do meu pior inimigo...
Minha inteligência por demais é sábia...
Meus erros são apenas sonhos ideológicos.
As mulheres as quais desejei passaram por mim,
E não me lembro mais.
Pois a mulher que nunca desejei no meu coração, dele se apoderou.
Dá pra entender?
Quando você sente dor,
eu também sinto,
quando você chora,
eu também choro,
quando você sorrir,
eu também sorrio.
Não trago erros, e deixo para trás quando eles devem ficar, sinto saudade de você e de noite mal dormidas, não sei separar minha vida, mas acho que os separariam entre família, amigos, amores e eu (onde carrego todos juntos).
Não sei no que quero pensar, o medo é o que pode nos fazer errar, também não sei o que sinto.
Eu quis te conhecer, mas tenho que aceitar.
você teve medo.
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