Sinto a tua Dor

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⁠ "CORPO DE DOR"

ÓH ! Corpo de dor:
Se tu soubesses quão as dores do teu interior...
Quão difícil suportarias a finitude de teu ínfero exterior:

Dirias: bendita cinzas que te indicaram a Vida, transgredida;
Gerando o pecado de alma arrependida;
Para ganhar eternidade jamais consumida !

Inserida por guelanspensador01

⁠Mesmo diante da dor, estou mantendo o meu sorriso.

Inserida por Ivo67

⁠Sempre haverá alguém que entenderá a sua dor.

Inserida por Ivo67

⁠“A fisioterapia é uma arte que ajuda a transformar a dor em amor, e o biofeedback é uma técnica poderosa que pode ajudar os pacientes a controlar funções corporais que normalmente não são controladas conscientemente.” - Ivo Prazer. 😊

Inserida por Ivo67

⁠“A fisioterapia é a arte de ajudar as pessoas a moverem seus corpos com mais facilidade e sem dor, para que possam viver suas vidas ao máximo.”

Inserida por Ivo67

O peso da cobrança e a dor da traição são feridas profundas que deixam marcas indeléveis na alma e na confiança de um relacionamento.

Inserida por Ivo67

⁠A dor, quando persiste por um longo período de tempo, pode se transformar em uma doença.

Inserida por Ivo67

LITURGIA DO AMOR QUE NÃO VOLTA.
Capítulo V - LIVRO: DOR DA MINHA DOR.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Ano: 1995.
Em minhas mãos há muitas mãos.
Nenhuma é inteira.
Todas tremem.
Escrevo como quem toca uma ferida antiga que jamais cicatrizou.
O amor não partiu.
Ele permaneceu distante.
E a distância é mais cruel que a morte.
Há um amor que não passa porque nunca se foi.
Ele apenas se deslocou para um lugar onde a memória não alcança e o corpo não suporta.
Desde então carrego no estômago um vazio que dói como fome etérea.
Não é ausência de pão.
É ausência de alma.
A noite entra pelos olhos, é linda.
Não pede licença.
Ela se senta ao meu lado e sussurra o que perdi, não, não foi um assassinato foi um suicídio.
Cada lembrança é um sino fúnebre tocando dentro do peito.
Cada silêncio é uma pergunta sem resposta, corta o segredo do nosso silêncio.
A tristeza aqui não grita, não é preciso é existência.
Ela se ajoelha.
Ela reza com palavras quebradas.
E eu me ajoelho com ela porque amar assim exige humildade diante do irreparável realizado por nós.
Meu amor não foi um erro.
Foi um excesso.
Amei com tamanha profundidade que o fôlego do mundo se tornou insuficiente para contê-lo.
Quando partiste algo em mim continuou indo ao teu encontro todos os dias,todos os dias...
Há dores que não querem cura.
Querem testemunho.
Esta é uma delas.
Carrego o amor como quem carrega um cadáver querido nos braços como judeu errante da profecia.
Não o enterro.
Não o abandono.
Aprendo a conviver com o leve peso.
O coração já não bate.
Ele ecoa.
Cada pulsar é um chamado que ninguém responde.
Sei que este amor não terá redenção no tempo e nem no vago.
Ele pertence ao domínio das coisas que só existem para doer com beleza.
E é por isso que volto a estas palavras.
E voltarei aqui quantas vezes me doer e me querer esse amor. Suas veias finas, lindas nessa pele translúcida, é nelas! É nelas que eu leio-as outra vez uma impossível esperança.
E outra vez.
E outra vez me perco de mim em teu roubo fácil de mim mesmo.
Não paramos esquecer, estranho, o nada não tem vez aqui.
Mas para manter viva a única forma de eternidade que me resta.
É admitir-me imortal em humilde homenagem a dor fiel que me ama mais, e sempre mais além de mim.

Inserida por marcelo_monteiro_4

NO INTERIOR DA FERIDA.
Escritor: Marcelo Caetano Monteiro.
Não peço que a dor se retire. Ela já não é estrangeira. Habita-me como uma presença inevitável, tão íntima que sua ausência seria mutilação. Acostumamo-nos um ao outro nesta estrada do mundo, onde o amor é escasso não por impossibilidade, mas por temor. Poucos ousam sustentar o peso da liberdade que amar exige.
Estou ajoelhado nela, e ela ajoelha-se em mim. Não há hierarquia nesse pacto. Há cumplicidade. A dor não me domina, tampouco eu a domino. Existimos no mesmo espaço, como duas consciências que se reconhecem no silêncio. Dói, mas é minha. E justamente por ser minha, não a repudio. Seria negar a própria textura do que sou.
O horizonte tornou-se cinza. Não o cinza da neutralidade, mas o da revelação. A alegria que ainda subsiste vem úmida, dissolvida nas lágrimas que não pedem testemunhas. Há uma lucidez amarga na compreensão de que a felicidade fácil é distração. O que permanece é a densidade da experiência.
Deixa tudo como está. Não por resignação, mas por fidelidade à busca. Ainda procuro a verdade, e essa procura não admite adornos. A diferença, que antes feria como julgamento, perdeu importância. Diante do absoluto, as comparações são ruído. Cada ser está ligado à própria travessia.
Se poucos amam, é porque amar implica assumir o risco da própria exposição. Amar assim é aceitar que não há garantias. É lançar-se ao outro sem a promessa de retorno. E, ainda assim, continuar.
Permaneço na linha fina do meu horizonte. Não por esperança ingênua, mas por decisão consciente. A dor não me define, mas me revela aos poucos a mim mesmo. E enquanto a verdade não se deixa capturar, sigo caminhando, mesmo que o caminho seja feito de sombra e silêncio. É pura lição e essência absoluta do absoluto. Gratidão.

Inserida por marcelo_monteiro_4

POEMA PARA O AMOR NA DOR.
Eu já viajei por estradas de vento e saudade como se cada curva fosse um corte na carne do tempo até descobrir que o amor espera à margem da estrada exangue e solitário.
Eu vi teus olhos como duas chamas bruxuleantes no crepúsculo do mundo e ouvi no silêncio teu nome mais profundo do que todas as vozes que se perderam na noite.
Cantaste a canção que não termina e a dor tornou-se verbo que pulsa como coração ferido de tanto amar a quem não volta.
O amor é esta estrada interminável onde cada batida de peito é um grito e cada lembrança é um corte que sangra luz e sombra.
Eu te amo como quem espera junto à beira do caminho sabendo que a alegria só existe porque a dor ensinou-me a reconhecer o valor de cada gota de vida.
Ainda que o mundo se acabe entre nós eu guardo teu nome no centro mais ardente do peito onde a dor é chama e o amor é chama mais forte ainda.
E assim eu canto até que o tempo se renda ao meu amor feito dor e a dor se renda ao meu canto feito amor.
Autor:Marcelo Caetano Monteiro .

Inserida por marcelo_monteiro_4

Na poesia, até a dor é bonita.

Inserida por ChristieWingler

A poesia me abraça nas noites em que a dor me sufoca.

Inserida por ChristieWingler

Contendo o choro
Somos chamados de atores.
Melodiando a dor
Cantores, musicistas, compositores.
Ao expressar como figura rancores
Desenhistas, pintores.
E ainda há quem diga que dor não é arte?

Inserida por ChristieWingler

São só palavras, minha dor enrustida, minha garganta comprimida, meu romantismo escondido. São só palavras, que eu não digo pra não chorar, que escrevo pra não agonizar, pra superar, pra perdoar, pra suportar.

Inserida por ChristieWingler

Eu queria conseguir controlar minha dor com a mesma facilidade que você ignora o que diz amar.
O problema é que não sei dosar, me embriago, me afogo e não sei beber não sei nadar, não sei a hora de parar.

Inserida por ChristieWingler

Vida é tudo que sei!
Imagina a dor que é para uma mãe perder três de seus filhotes, num segundo estavam todos ali e num minuto depois sua ninhada já não era mais a mesma! Ela grita, cacareja, esbraveja, mas nada de som, saio para tentar espantar seu algoz um gavião grande que pousou na grande árvore, ele voa, talvez não tenha conseguido também o alimento para os seus filhotes, a galinha continua gritando, muito! Faço uma patrulha, procuro por penas, e até mesmo um pintinho perdido, mas não encontro. Vou até a grande árvore e nada! Volto triste, não posso dizer que isto não mexe comigo, poxa são vidas! Queria que eles se alimentasse de frutas, mas não é assim! Porém, observando a galinha ao longe ... conto e reconto, falta três, hoje mesmo pela manhã havia seis! Paro , decidi fazer um rapé, mentalizo ajuda para ela, rogo a São Francisco que amo tanto para ajudar na sua dor. Do nada ela sai correndo do seu esconderijo e os filhotes vivos vão atrás, e para minha surpresa, mas não para a Dona Galinha, vem um pintinho da grande árvore em direção a ela. Ela o recebe e os cacarejos cessam, ela não estava chorando sua dor, ela cacarejava para que o filhotinho soubesse que era para ficar calmo, e ele ficou tão quietinho que mesmo na minha patrulha eu não o encontrei! Ufa! Que bom, ao menos um voltou vivo para casa! Quanto ao Gavião... ah este eu não sei! Honro todos os seres! Ahooow

Inserida por giovanabarbosac

Com o passar
do tempo a
dor se esvai,
a espera
diminui,
a saudade te abandona;
e você
segue em frente.

Inserida por giovanabarbosac

⁠Estou aqui para cantar
o amor é a paixão,
melancolia e solidão,
prazer e dor de amar,
realizando o versar
com rima na poesia,
seguindo a sintonia
das trilhas emocionantes,
imaginando brilhantes
momentos de harmonia...

Inserida por evertonlimaoficial

Colorimos a vida com cores fortes e intensas, para que a escuridão não intensifique o período de dormência das coisas. Somos a intensidade das cores e vivemos para dar vida ao mundo dos sonhos.

Inserida por Rita1602

O homem tem o poder de suportar a dor a torná-la aceitável.

Inserida por Rita1602