Sinto a tua Dor
E agora José?
O ano acabou
A Luz apagou
Pandemia ficou
O ano lacrou na fome, na dor
E agora José?
a vacina atrasou
Pandemia gripou,
matou, desolou
E agora José?
Patriotismo esfriou
Ninguém protestou
Conformismo venceu
O povo sofreu
E agora Jose?
Corrupção esquentou
Rachadinha imperou
Punição nem falar
O estado aprovou
E agora Jose?
O discurso é vazio
A loucura surgiu
Desmediu
Reage Brasil.
Canalhas acima da dor alheia. Brasil abaixo do esgoto, sufocado com o ar do abandono. Enquanto isso, o povo morrendo por falta de logística na pandemia.
Pandemia:
Tempos de dor e aflição
Morre gente, falta pão
Um quer ir
Outro ficar
Confusão se alojou,
O povo se separou
O hospital saturou
A morte se apresentou
Vidas ceifou
Mas a vacina chegou
Uma luz no tunel brilhou.
Vacina para todos já!
Muitos amigos desistiram de partilhar sua história comigo, ficaram por aí, em outra estação. A dor dessa perda se faz presente quando as boas lembranças voltam à memória.
Parabéns a esses Anjos que encontramos no caminho nos momentos difíceis, de dor, insegurança, medos e lágrimas. Curam não só o nosso físico, mas são bálsamo para a alma. Congratulações pelo dia da Enfermagem.
A dor da perda de alguém rasga a alma em pedaços, desconstrói esperanças e só as boas lembranças são o caminho da cura.
A fisioterapia é a arte que embrulha a dor e com os movimentos, restaura a esperança e a vontade de viver.
Enfrentar a profundidade da dor em solidão é angustiante; No entanto, com Deus, é uma experiência que remete à ressurreição.
algumas pessoas vivem em função de sua dor. E tudo que elas tem. ficam acordadas com ela. Com medo que ela suma. Elas adorariam sonhar mais não conseguem.
Uma dor inexplicável ,um sentimento latente , uma montanha de medos , um lago de tristezas e meu silencio…
Há uma ponte que me separa do gosto de sentir, gostaria de atravessá-la mas não consigo ,embora você a veja ,eu não consigo enxergá-la .Perdi minha visão quando cai ,eu só não sei em qual das minhas quedas parei de ver-vi. Seria como tentar andar na agua , nada consegue me segurar , sempre estou me afundando.
Ainda lembro de como nadar ,só que minhas forças se estão esgotando.
Socorro ! Tem alguém aí ? Grito dentro de mim. Mas ninguém vai me ouvir Por mais que eu queira. O ultimo barco que passou pelas minhas aguas não ouviu minha voz.
Eu me pergunto. Vou sobreviver... viva ?
Cada dia que se passa
Aumenta uma dor no peito
Completamente sem jeito
Completamente sem graça...
Eu caminho para praça
E respiro o ar da cidade
A emoção chega e me invade
Nesse chão uma foto cai..
VENDO A FOTO DE SEU PAI
SENTE DELE, UMA SAUDADE.
Glosa: Noélia Dantas
Mote: Alaíde Souza Costa
