Sinto a tua Dor
Quem foge da dor nunca será forte. O kamorrista encara o sofrimento de frente, sangra em silêncio e transforma humilhação em poder.
A dor da perda nos afirma como humanos e nos afortuna com a saudade. Não tenha medo da dor; perceba-a como aprendizado e como um novo caminho.
O que fazemos com a dor?
Ninguém escolhe sofrer.
Mas, em algum momento da vida, todos precisarão decidir o que farão com a própria dor.
Algumas pessoas a transformam em amargura.
Outras a escondem tão profundamente que passam anos fingindo que ela não existe.
Há ainda quem permita que a dor se torne a única identidade possível.
Mas existe um outro caminho.
O de escutá-la.
A dor tem uma linguagem própria.
Ela não fala apenas do que perdemos.
Ela também revela o que valorizamos, o que desejamos preservar e aquilo que ainda precisa ser cuidado dentro de nós.
Talvez o sofrimento não nos defina.
Talvez ele apenas nos apresente partes de nós que permaneciam desconhecidas.
A dor não pede que você viva preso a ela.
Ela pede apenas que não passe por ela sem aprender alguma coisa.
Pepita de Oliveira
Que a humanidade nunca seja esquecida diante da pressa por curtidas, alcance ou validação. Há dores, histórias e vidas reais por trás de cada imagem, notícia e comentário. Respeitar a dignidade humana deve estar sempre acima de qualquer disputa por atenção.
Nenhum alcance justifica transformar a dor de alguém em espetáculo. Quando a humanidade se perde, qualquer engajamento se torna vazio.
Não sejas tu a causa da dor.
Dor que afugenta e que um dia passa,
mas a da alma permanece, não se apaga.
Não seja a causa da dor de alguém.
O tempo pode silenciar o sofrimento
mas nem sempre apaga
as marcas deixadas na alma.
O indivíduo que se vê na possibilidade de sanar a dor, anseia esse alívio como nunca desejaste nada nesse mundo.
Efêmera flor
A flor é Efêmera
Efêmero é o amor,
E tudo que é fugaz
Está ligado a dor.
O amor não é eterno
Infinita não é a dor
Tudo de bom
Que acontece
Tem o dedo do amor.
O vendaval amortece a chama
Que apaga
O Efêmero amor
Foi na brisa de mansinho
A devassa Efêmera flor!
O primeiro dia após a morte
É vago, vácuo, vazio e ócio.
Pois a insatisfação, a tristeza, a dor e o esmorecimento promove a prostração.
0 primeiro dia após a morte
É também o primeiro passo à depressão.
A nostalgia e a angústia causam o dissabor
E incitam a consternação.
A amargura é fruto do
padecimento
Do luto, do infortúnio
E da mortificação.
O primeiro dia após a morte
É sim, um dia de aflição
Da pena , do pesar e da inquietação.
O primeiro dia após a morte !
É dia da infinidade sem fim;
É sempiterno.
04032018
A dor é tua, o sofrimento é teu, a angústia ninguém divide. São obstáculos que ninguém pode superar por ti. Não é porque mereces também não és castigo. É provação divina, para que tenhas uma Páscoa digna de Cristo, deverás superar essa dor. Não estarás sozinho. S e tens fé! Deus está contigo.
020925
Na compaixão, a dor que sentes ao compadeceres, não é física; o corpo nada padece. Ela interior e subjetiva, emerge das entranhas/ vísceras e desembocam na alma.
140626
