Sinto a tua Dor
... não sinto
qualquer prazer no trabalho,
enquanto desafortunado ativo
a minha modesta sobrevida...
Aprecio, aquilo que no trabalho,
revele-se como uma especial
ocasião em descobrir
quem,em verdade,
sou!
A cada copo
Que venho a levantar
Para que seu liquido desça
Sobre minha garganta
Sinto que meus sentidos distânciam-se da realidade.
Sinto o aroma do infinito em nós,
O flagrante de amor no ar...,
Por ti não me canso de esperar.
Vejo o horizonte se abrir por nós,
O instante não vai passar...,
És inteiro e virá para sempre ficar.
Sinto a falta do teu abraço,
Do brilho do teu viço...,
Forte como as chuvas de março.
Vivo a alegria de ser por nós,
O meu olhar nunca se perdeu...,
Do teu olhar o peito não esqueceu.
Sinto todas as faltas do mundo,
O teu calor solar primaveril...,
Não pode me faltar no 'profundo'.
Quero adormecer com a tua voz,
O amor nasceu em nós...,
Ele é livre como um albatroz.
Sinto que o teu olhar leve,
O teu observar é energia...,
E o meu corpo é só alegria.
Aonde estás? Não sei.
O teu amor será a lei...,
O meu obedecer - a grei.
Sinto o teu beijo de colibri,
O amor saúda logo ali,
Amo-te em silêncio aqui.
Aonde estás? Não sei.
O teu amor já é lei...,
O teu querer é a fina grei.
Em vias de nós obtermos
- a consumação -
O teu olhar não me perde,
E nem se perde de uma linha
- da nossa paixão -
Alvissareira coroação,
- somos poetas -
Com todas as cordas e linhas
Da vida e do coração,
Plenos de ternura e oração.
Surge o poente diligente
Sinto você ausente
Em carícias e malícias
A minh'alma desafia
Desliza até você
Flutua como embarcação
Irá aportar no teu coração
A tua cor é tingida de poente
Percebi que o teu coração
Esbanja solidão - és carente
Ainda se mantém de pé
Resistentemente valente
Entregando-se com paixão
Buscando ter o coração
Ao som de Ravel
Rompe o fel do cotidiano
Busque o rapapé
Convide para o rastapé
Pare de ficar ocultando
Mergulhe no amor
Se declare na Praia do Jacaré
A eternidade se torna desdita
E completamente 'frondosa'
Porque longe da tua paz
Sinto-me desventurosa.
Porque te busco em letras
Uma por uma perfumada
Sonho um dia ser por ti amada.
Eu já tinha a ciência
Que jamais de ti escaparia
Disseram-me que eu enlouqueceria
Pelo teu olhar fatal que desafia.
Busquei ganhar os teus olhos
Bem sabes, que o teu corpo também
Não mintas para mim, eu vejo o além.
Conheço a tua intenção penetrante
Tentes ser comigo vacilante
Não encontrarás nada tão vibrante
E que chegue perto do meu seio amante.
Sinto você
que passa
Tua porção
que fica
Te amar é
uma delícia
Só de pensar
em você
Eu me viro
e desviro
Nessa poesia
devassa
Suspiro
e me inspiro.
Trago de ti
o melhor
Só aquilo que
me amacia
Vou além do que
te atiça
O amor que nos
perpassa
Tenho a certeza
que fica.
O pensamento
silencia
Para embalar
a delícia
De estar absorvida
E sorvida por
pura poesia
Pelas linhas
dessas súplicas
Não resistindo
a doce malícia
De sentenciar
o quê melhor
Suplicia de não
ter me encaixada
Nos teus verbos
e corporificada
Ao teu gosto,
maneira e mania.
Faço-me subversiva
Para provar
das tuas astúcias
E me inebriar
nos teus intentos
Rompendo as barreiras
das sensações
Para que eu não saia
dos teus pensamentos.
E dominando o teu
corpo indomável
Somos guerreiros
desarmados
Tomarei este
coração amável
Poetas do fim do mundo
De maneira misteriosa
e indizível
Brindando sempre
e a cada segundo
O amor que chegou
de vez imbatível
Fazendo dos nossos
corações bichos domados.
O nosso cheiro de amor,
Eu sinto você, e me alucino.
Tenho fé no destino;
Te escolhi para ser o meu abrigo,
Ah, esse teu jeito tentador!
Jura que não estou enganada,
Quero ser a tua amada,
Estou aqui apaixonada - contando
Ser por ti bem desejada...
Ah, estou por ti encantada!
Pode ter certeza que não
Olharei para o lado escolhi
Para te ter ao meu lado,
Quero você para ser o meu namorado.
Ah, tu és o meu bem amado!
Não sei se eu deveria te enviar
- um verso -
Não sei se devo fazê-lo convencido,
Mas não consigo ser diferente:
- você tem mexido comigo...
Não tenho resistido,
Pois sou a fera pedindo
carinho e colinho.
Reservo os meus beijos primaveris
A tua alma poética é como um farol
Sinto daqui os teus toques mais sutis
És cintilante mesmo em dia sem Sol
Ninguém sabe da alegria que guardo
Tenho para você o beijo mais ousado
Um verso erótico para ser sussurrado
Tenho você no meu coração resguardado
Embalo as cadências sem ciências
Estão escritas as cantatas ao luar
Estou tomada por doces indecências
A primavera do amor chegou para ficar
As mais belas flores nos brindando
Os insinuantes odores estão perfumando
As nossas almas estão desabrochando
Os nossos corações estão se amando...
Quando falo com você
Sinto algo muito gostoso
Quando escuto você
Sempre é maravilhoso
O Universo é misterioso
Levada pelas asas do amor
Não nego que estou enamorada
O nosso voo é asa com asa
É um salto de coração aberto
Estamos entregues ao Universo
O Universo retransmite
Sempre quando o amor existe
As nossas doces afinidades
Só confirmam suavidades
Somos um cadinho de amor
E um tantinho de eternidade
Não sei quem é fogo
Não sei quem é palha
Somos uma ternura doce
Iguais a palha na fogueira
A chama existe e nos clareia
O amor existe, e nos incendeia.
É um elogio ao inverno
Encontrei o meu dono
Tenho o seu coração
Não sinto mais frio
Você me tem na sua mão
Faça o quê quiser comigo
Sou tua brisa perfumada
- e encantada...
É um elogio ao inverno
Encontrei o meu dono
Tenho o seu coração
Não corro mais perigo
Encontrei o meu abrigo
Tenho o seu coração
Morando nele
- estou protegida...
É um elogio ao inverno
Encontrei o meu dono
Tenho o seu coração
Ele nos aproxima
Sempre me manterei pequena
Para ser grande nos teus braços
A minh'alma nos serena
- nos determina ...
É um elogio ao inverno
Encontrei o meu dono
Tenho o seu coração
Eternamente enamorado
Ele nos encaixa,
e nos intensifica
Vou te provocando
com os meu versos de menina
Para sermos imensos
nos sentidos e delírios...
É um elogio ao inverno
Encontrei o meu dono
Tenho o seu coração
Guardo-o sob minha proteção
Perdoe-me por às vezes ser grande
E também por também muito insegura,
É o jeito que encontrei
de ser tua, e toda doçura...
É um elogio ao inverno
Encontrei o meu dono
Tenho o seu coração
Sob a guarda da paixão
Não sinto mais frio
Só sinto os carinhos
dos teus arrepios
Tenho a sua pulsação
- sou a dona do teu coração...
É um elogio ao inverno
Encontrei o meu dono
Tenho o seu coração, sou pura devoção
Vou te provocando silenciosamente com poesias
Sei com certeza que você sempre volta
Você pode me deixar falando sozinha
Mas nunca na condição de nunca
estar te amando sozinha.
Flutuo cetim porque sinto que se aproximas, De forma segredável, somos um segredo de estado-sinal carmim de um coração só que bate apaixonado.
Invadindo-me com essa fascinante discrição, sinto que pertenço ao teu jardim secreto. O destino nos trará um para o outro, enfim.
Sinto que virá até a mim,
e deixarei-me por ti levar
pelos doces jogos
que farão os nossos
corpos grudados
e em malícia mergulhados,
no interstício do descanso
acordei em sobressalto
contigo na minha mente,...
Tua presença espiritual
surgiu dando o sinal
que sou presença
que ainda brilha mais
do que nunca como Lua
interminável, redentora,
mística e permanente
no teu íntimo céu que
fez de mim insubstituível;
Numa prevista delícia
sideral por nós infinita
que estaremos
dispostos a nos entreter
sem se importar
com os compromissos
agendas e relógios:
no absoluto dos nossos
íntimos caleidoscópios,...
Nos reconhecemos
em tudo e tudo há
de acontecer de verdade
quando vier a te encontrar
desligados da rotina,
protocolos e exigências,
apenas fixados
no compromisso
romântico de amar com
a devida competência:
Neste isolamento
o peito vibra e a vontade
nos sustenta olhando
no fundo dos olhos
e na alma que vamos
nos aproximar um
do outro e quem estiver
ao nosso redor quando
este momento acontecer,
de todo mundo
nós dois esqueceremos.
Parece que até sinto
como se fosse real,
o calor da tua mão
tocando na minha,
Desejo te encontrar
para colocar cada
assunto nosso em dia,
Você girando o meu
corpo na tua direção
com delicadeza
e no ritmo do Universo,
Desejo na mágica
da hora certa,
só o quê desconcerta,
Quero tudo aquilo
com você que
nos leve até a Lua
e para o amor conduza.
De aurora em aurora
entre continentes,
Eu sinto o quê tu sentes,
porque sinto o mesmo;
E não é clichê
que a esperança
não pode morrer,
Da mesma maneira
o amor entre eu e você.
"Como cristão, sinto um abismo entre o 'eu' que almejo e o 'eu' que vivo, e a vergonha é a ponte que os separa."
(Romanos 7:15-20; 2 Coríntios 12:9-10; Filipenses 3:12-14)
Aluno: Mestre, sinto que tenho habilidades, mas temo explorá-las.
Mestre: "Aquele que não explora suas capacidades vive como se nunca as tivesse possuído."
