Sinto a tua Dor
Voltar de viagem me causa uma sensação muito estranha, sinto como se eu tivesse deixando uma parte de mim pra trás.
Você não tem facilidade de dizer o que sente? Pois eu tenho dificuldade de dizer o que eu não sinto.
Me sinto castigado pelo próprio inferno que busquei durante anos. Achei que eu já tinha sido perdoado. Mas parece que ainda há coisas a pagar.
Às vezes eu me sinto estranho comigo mesmo, de estar sozinho, porque eu vejo o quanto a minha alma transborda coisas, e pensamentos, e sensações, e percepções do momento, que eu imagino que são além do normal. Mas, ao mesmo tempo, estar sozinho com essas coisas transbordando é bom, porque se as coisas transbordam, eu posso pegar nelas. Como tá transbordando essas coisas, eu consigo ver e pegar, e analisar e fazer alguma coisa com aquilo ali. Eu consigo pegar, analisar, e olhar e refletir.
Pra ser um bom artista, sinto que preciso ignorar minha autoimagem, deixando de perceber como as pessoas me percebem. Tenho que abrir mão da autoimagem, pelo bem da própria imagem. Se eu ficar preocupado com a autoimagem, eu abandono a imagem. E vice-versa. E no dia a dia, no relacionamento com as pessoas, eu só preciso me preocupar com a minha autoimagem.
Meu querido e doce Vi, meu primeiro e único amor,
Sinto tua falta de uma maneira que rasga meu peito, uma saudade imensa, dolorosa, que não me deixa em paz. A cada segundo, eu choro, não consigo esconder o meu sofrimento, e eu me vejo perdida nesse vazio que só o teu amor pode preencher.
Oh, Vi! Se eu pudesse agora sentir o calor do teu corpo, o toque das tuas mãos, tão carinhosas e quentes, que falavam mais do que mil palavras. Se eu pudesse ouvir tua voz, suave e cheia de intenções, aquela voz que me fazia tremer de tanto desejo. Como era bom sorrir ao te ver, como era bom expressar, com os olhos, tudo o que meu coração sentia!
Meu Vi, se eu fosse o vento... Eu te sussurraria ao ouvido, só para te lembrar que ainda estou aqui, te esperando. E que, em algum lugar, alguém te amou com a pureza mais linda que já existiu.
Tu me abrigou em teu coração e me aquecia com tanto carinho. Se fosse possível, eu me tatuaria em teu peito, só para ouvir, todos os dias, as batidas apressadas do teu coração. Eu te dedicaria as canções mais lindas que o mundo já ouviu.
Lembra, amor, como me deixavas tímida e, ao mesmo tempo, enlouquecida de desejo? Beijos que não precisavam de boca, apenas o olhar. Toques intensos, teus sussurros quentes, o calor do teu hálito na minha orelha... O arrepio que começava na minha cintura, as tuas mãos, cheias de desejo, percorrendo meu corpo, teu beijo se espalhando em cada centímetro meu...
E tu me dizias, sempre, que nunca havia sentido esse sentimento antes, o que sentias por mim. Que o que estávamos vivendo era único e verdadeiro, algo que não podia ser escondido. Você queria assumir para todos que nós estávamos juntos, falar para todo mundo o que tínhamos, e eu te dizia que sim, eu também queria isso, porque meu coração era teu e nada mais importava. Mas era perigoso, porque eu era muito mais nova que você, tinha apenas 14 anos. E, ainda assim, você queria que todo o mundo soubesse o que somos, o que fomos e o que sempre seremos.
Fecho os olhos e ainda sinto tua presença viva em mim. O cheiro, o toque, o amor que ainda pulsa em minha pele, que ainda mora em meu coração.
E então, eu choro... Choro todos os dias.
Eu sinto sua falta e penso em você todos os dias, e às vezes a tristeza se torna insuportável.
Quando poderemos finalmente ser um do outro por inteiro? Quando poderei te contar que, mesmo distante, o nosso amor, tão intenso e belo, gerou algo ainda mais belo dentro de mim? Vi, o teu amor vive dentro de mim, cresce aqui e espera por ti. Esse nosso pedacinho de amor é fruto de nossas lindas e ofegantes noites de amor que perigosamente vivemos. Oh! Como dói a tua ausência!
Lembro-me quando você me dizia que eu era tua, dos pés à cabeça, que o meu beijo, meu corpo, minha alma, seriam teus para sempre? Eu te digo, de coração aberto: eu quero ser tua, toda tua. Eu sou tua, inteira, sem reservas.
Eu amo você!
Com todo o meu carinho e amor, De sua pequena.
Sinto sua falta, uma insuportável saudade regada com lágrimas todos os segundos de minha vida.
Oh! Se eu pudesse sentir teu calor, teu toque.
Tuas mãos atrevidas, cheias de carinhos, pulsantes de amor...
Se eu pudesse ouvir tua voz cheia de intenções que me causavam arrepios. Apaixonadas.
Sorrir ao te ver, expressar todas as emoções...
Se eu pudesse me fazer presente agora, sentiria o teu cheiro que me deixava atrevidamente louca.
Se eu pudesse ser como o vento e soprasse ao teu ouvido delicadamente.
Fazendo-te lembrar que eu continuo aqui e que um dia, em algum lugar, alguém te amou de forma pura e sem pudor.
Você me abrigou no teu coração e me aquecia com tanto amor.
Se eu pudesse tatuar-me no teu coração, para ouvir todos os dias as batidas aceleradas.
Dedicar-te todas as canções...
Lembra quando você me deixava intimamente tímida?
E maliciosamente enlouquecida?
Beijos puros, que não precisam de boca, bastava um olhar e você mapeava todo o meu corpo.
Teus toques firmes, sussurros, teu hálito quente na região do meu umbigo, tuas mãos preenchidas com meus seios, teu beijo molhado percorrendo todo o meu corpo.
Fecho os olhos... oh! Ainda sinto o teu cheiro em mim, as tuas digitais continuam em minha pele, oh! Tua ausência me consome!
Oh! Choro todos os dias.
Choro!
Quando poderemos ser um do outro por inteiro? Quando poderemos finalmente estar um dentro do outro?
Sinto o gosto da morte na boca palavras como o chumbo na saliva
Cacos na garganta me rasga alma sedimentada minha pele afofa meu sangue corre em um barulho escoando em velocidade mortal
Meus olhos captura a cinzas dos sentidos perturbados pode se hoje
O silencio engana a muitos mas o frio é retalhador noite-solidão aturo o tempo e as asas que não desloca você
Amargo seno entre as veias nervos saltados para a escuridão
Meus dias espinhosos escala no coração ferido
sinto um descanso a me chamar a nirvana aureola branca entre o véu da madrugada atrás de lá o descanso que me tragar
O sino badala e me chama posso ir agora? você vai me perdoará ?
A lua se embriaga com o azul do céu como pequenas partículas de pontos laminados antes do escuro do ar se transformar
Pausa exagero na medicação coração doí...doses cavalares de DR 101
O tempo soluça a canção escuta o estalar da minha alma
O vento e sua carruagem passa com a foice do meu lado
Tempo sombrio estar sempre a espreita e você não ver
poemas vão embora em pequenos e estreitas linhas
chama rubra cor na turquesa do acento branco do barqueiro de velas e mortandades
Sinto o gosto da morte na boca palavras como o chumbo na saliva
Cacos na garganta me rasga alma sedimentada minha pele afofa meu sangue corre em um barulho escoando em velocidade mortal
Meus olhos captura a cinzas dos sentidos perturbados pode se hoje
O silencio engana a muitos mas o frio é retalhador noite-solidão aturo o tempo e as asas que não desloca você
Amargo seno entre as veias nervos saltados para a escuridão
Meus dias espinhosos escala no coração ferido
sinto um descanso a me chamar a nirvana aureola branca entre o véu da madrugada atrás de lá o descanso que me tragar
O sino badala e me chama posso ir agora? você vai me perdoará ?
A lua se embriaga com o azul do céu como pequenas partículas de pontos laminados antes do escuro do ar se transformar
Pausa exagero na medicação coração doí...doses cavalares de DR 101
O tempo soluça a canção escuta o estalar da minha alma
O vento e sua carruagem passa com a foice do meu lado
Tempo sombrio estar sempre a espreita e você não ver
poemas vão embora em pequenos e estreitas linhas
chama rubra cor na turquesa do acento branco do barqueiro de velas e mortandades
por Charlanes Oliveira Santos
Os vultos me despertam...me furam com seus espinhos
meus olhos são abertos de mais;
Sinto o cheio das moedas de um tostão salpicadas da vida vermelha
Minhas mãos são tremelas as vozes querem beber
Tateio a procura da rosa...
Noite já surgia com o dia nublado delir o breu com o véu já caminhava muito escuro a nirvana me sussurra só vocês não veem
Eles querem me beber...
Sinta o tempo despreza a pressa...foi o que a bipolaridade já dizia mais Rorschach diz se carência...queria mata-lo mas sua machas já as fizeram
Virão embasa as vezes... mais eles irão embora eu controlo aqui este é o meu mundo uso a extensão toda dos neronianos
e faço vocês desistirem da minha loucura
Consumo meu tempo longe de tudo...sinto sua falta Sara da sua essência mesmo sabendo por eles que você não é real agora...
Construir a própria alma é muito insano? sou rasgado esfolado e anda os que não existem no meu mundo e anseio ir a seu...Mas vou escapar da sua prisão! sinto muito mais não vejo suas borboletas!
Significado Rorschach na minha teoria : Rors-a de cha-rlanes ou ch-arles
Por charlanes Oliveira Santos
Sopradas as sombras sinto a sensação solitária sucumbir os sonhos a sonorosa na espreita na quietude quase quieta, quimeras quase quentes
Quisera eu, qual querubim, quebrar o quórum quente
Que quase quebra o quarto, quase queima a quinta
Quando quase quieto, o quasar quase pinta
Sussurros suaves, suspiros sussurrantes
São sons que sobem, são quase suplicantes
Sob a sombra suave da lua serena
Sonhos se soltam, sob a noite amena.
Sentindo o sopro suave do vento ao lado
Soprando as sombras, sussurrando no seol
Semeando nos sonhos a noite nítida e nasce a nostalgia
Nas notas nuas
Navego nos nuances da lua rara
Ecoam ecos etéreos, em êxtase escondido
Enquanto estrelas espreitam, em esplendor elas brilham
Em cada espaço, em cada sombra escolhida
Esperanças encantadas, em silêncio, se filiam
No firmamento, faíscas furtivas fogem,
Formando figuras, fábulas, fantasias
Fecho os olhos, faço um pedido, e foge
Fugaz, a formosura das noites frias
Assim, adormeço, abraçado à alvorada
Ansiando pelo amanhã, alma acalentada
A aurora avança, e a noite acaba
Abre-se o ato final, a alvorada aclamada e volto ao pesadelo real
Sinto o espaço abrindo dentro de mim somos cheios de vazios que se encaixa ate nos ecos dos pensamentos
Meu coração entrar em colapso sobre mim mesmo
Queria depositar minha alma uma urna enterrar no deserto ate meus osso se âmbar... repousar meus pesadelos no fundo do limbo da mente...
Navegar nos meus sonhos esquecidos, pois estar dor e tudo que tenho... ela rege meus pesadelos
As cortinas leve como o véu da noite tão sensível que a luz da manhã pode sopra-las... não da para esquecer...
Posso contar os medos que resume os rostos e os vultos o desejo em fragmentos espalhando como partículas particulares ao vento...
Heliógrafos escrito nas estrelas códigos em lendas doada a energia sobre a gravidade e vaco no som dividido em sete, portas dos cosmos, mas como não conhece a luz virou da vela a solução negra se tornou á visão deles...
Saltarei novamente mas sei que só posso observar a poesia entre o arco-íris
Sinto lhe informar senhora, mas fofoca, mesmo misturada com leite condensado, terá sempre o sabor da destruição.
Me sinto às vezes como uma fábrica de idéias fervilhantes. Mas me falta coragem, fé às vezes, para acreditar que estas podem se concretizar. Isso porque, de bem perto, visualizo minha pequenez.
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