Sinceridade de um Homem para uma Mulher
"Ontem, vi uma escultura de mulher que repousava abandonada na areia da praia.
Alguém a moldou num momento de amor ou solidão, e o mar respeitou!"
Haredita Angel
10.06.17
"...e a mulher madura esqueceu de avisar à menina da quarta série que ela cresceu!"
Haredita Angel
23.03.26
Mulher tem a estranha mania de acreditar
em cada coisa!
É signo, duendes, fadas, simpatias, homens...
Haredita Angel
11.08.14
"Mulher, ser infinito,
Que a vida faz continuar.
Mulher, escolhida para o amor complementar."
-Haredita
11.08.12
Eu acho que o Google é mulher pois a gente nem termina de digitar já vem dando palpite
Haredita Angel
06.10.14
O Dia Internacional da Mulher não é sobre aplausos.
É sobre consciência.
Não é sobre presentes.
É sobre postura.
Não é sobre discurso.
É sobre prática.
Que o respeito deixe de ser exceção.
Que a igualdade deixe de ser promessa.
Que a segurança deixe de ser sorte.
E que nenhuma mulher precise ser forte
apenas para sobreviver.
Porque respeito não é homenagem.
É dever.
E igualdade não é gentileza.
É justiça.
E justiça…
não se pede.
Se faz.
“A autonomia feminina fortalece o protagonismo da mulher, rompe barreiras e amplia horizontes. Sua educação é instrumento de liberdade, sua voz é expressão de poder e seu legado, uma força capaz de transformar gerações.”
A mulher por mim amada... Linda como um sonho, misteriosa como a noite. Esguia como um felino e inalcançável como a lua... Pobre de mim. Já nem sei se durmo, faço um safari ou viro astronauta...
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Quando uma mulher se encontra com a motivação da exposição da sua curva mais bonita, o sorriso, ela se torna tão poderosa que pode se insinuar para as câmeras ou para o espelho, com a certeza de revelar ou refletir a tradução da beleza.
Normalmente, quando a Crítica ou Julgamento é de Mulher para Mulher, só consigo ver
Duas Vítimas.
Há, nesse tipo de embate, uma dor tão silenciosa que muito raramente alguém sabe — ou se atreve a — nomeá-la.
Não se trata apenas de um conflito entre indivíduos do mesmo gênero, mas de um reflexo profundo de estruturas que atravessam gerações.
Quando uma mulher critica ou julga a outra, com ou sem dureza, muitas vezes não está exercendo poder — está reproduzindo um sistema que, historicamente, a ensinou a competir, a vigiar, a se moldar e a sobreviver dentro de limites mais estreitos.
O machismo não se sustenta apenas pela imposição direta, mas também pela internalização.
Ele se infiltra nos gestos cotidianos, nas expectativas sobre o corpo, o comportamento, a maternidade, a carreira, a sexualidade…
E, quando não é questionado, passa a ser replicado até por quem também sofre seus medonhos efeitos.
É assim que a opressão se disfarça de opinião, de conselho e de “preocupação”.
Isso não significa ignorar responsabilidades individuais, mas compreender que nenhuma mulher nasce julgando outra com base em padrões opressivos — isso é aprendido.
E, como tudo que é aprendido, também pode ser desaprendido.
Por isso, talvez o primeiro passo não seja reagir com mais julgamento, mas com consciência.
Perguntar de onde vem esse olhar, quem ele beneficia e quem ele fere.
Reconhecer que, ao invés de rivais, mulheres compartilham experiências atravessadas por desigualdades comuns, ainda que vividas de formas diferentes.
Romper com esse ciclo exige muita coragem.
Exige desconforto.
E exige, sobretudo, a disposição de substituir a crítica automática pela escuta, a comparação pela empatia, e o julgamento pela construção coletiva.
Porque, no fim, quando uma mulher tenta diminuir a outra para caber em padrões que nunca foram feitos para nenhuma delas, o sistema vence — e ambas perdem.
Mas quando há reconhecimento, acolhimento e consciência, algo se transforma.
E talvez seja aí que a luta contra o Machismo Estrutural deixe de ser apenas árdua e comece, de fato, a ser libertadora.
Não há mulher abaixo ou acima do peso, fora do padrão, que macho idiota algum foi autorizado a impor ou validar.
A verdade é que o “padrão” nunca foi sobre beleza — sempre foi sobre controle.
Um molde invisível, moldado por olhares apressados e opiniões rasas, que tenta enquadrar o que é, por natureza, múltiplo, diverso e indomável.
O corpo feminino, ao longo do tempo, foi tratado como território público, sujeito a julgamentos, comparações e sentenças proferidas por quem jamais foi convidado a opinar.
Mas quem define o que é excesso ou escassez?
Quem mede o valor de um corpo como se fosse mercadoria em prateleira?
Há uma arrogância silenciosa em acreditar que se pode nomear o outro — como se a experiência de existir coubesse em números, curvas ou expectativas alheias.
Cada corpo carrega histórias que não se veem.
Cicatrizes que não se explicam.
Forças que não se medem.
Reduzir uma mulher a um “padrão” é ignorar a complexidade de tudo que ela é — e, mais ainda, de tudo que ela enfrentou para ser.
Talvez o verdadeiro desvio não esteja nos corpos que fogem às regras fabricadas, mas na necessidade insistente de sustentá-las para aquilo que nunca precisou delas.
Porque quando se tenta encaixar a diversidade em moldes estreitos, o que se revela não é um erro na forma — mas na visão de quem observa.
E, no fim, a pergunta que fica não é sobre quem está fora do padrão inventado… mas sobre por que ainda insistimos em padrões que não servem a ninguém, a não ser ao ego frágil de quem precisa sustentá-los para se sentir maior.
"Uma verdade universal: Mulher, quando não dá problema pra um, é porque está dando pra outro.
☆Haredita Angel
"A cota de responsabilidade da mulher na natureza do aborto delituoso, é bem maior que a do homem.
Pois nos anáis do céu ela jurou solenemente honrar
com nobreza o 'dar a luz'!"
☆Haredita Angel
☆Haredita Angel
Sou mulher...Sou menina...
Sou uma mulher que anda de salto alto. Ás vêzes...
Uma menina que brinca quase todo o tempo...
Sou uma mulher que luta...
E uma menina que chora...
Sou uma mulher cheia de desejos...
E um menina cheia de sonhos, planos e projetos...
Sou uma mulher que briga, e briga feio...
E uma menina que perdoa, facim, facim...
Sou uma mulher que faz regime, quando quer...
E uma menina que se “entope”
de guloseimas, quando gosta...
Sou uma mulher que grita, e alto...
E uma menina que ouve, só o que quer...rs
Sou uma mulher que fica triste...
E uma menina que dá risada...
Sou uma mulher que tem grandes irmãos...
E uma menina cheia de “coleguinhas”...
Sou uma mulher que acredita em Deus...
E uma menina que confia no
“Papai do céu"...
Sou uma mulher que "se encanta"...
E uma menina que aplaude...
Sou uma mulher que sobrevive
sem o carinho de determinadas pessoas...
E uma menina que chora de
saudades..
-Haredita Angel
A mulher forte
"A mulher forte ama, acolhe, perdoa, deixa ir, deixa voltar, insiste, persiste mais um tanto, nunca desiste, vive de tentar com a vida; pois prá mulher forte a morte não existe!"
☆Haredita Angel
"Uma mulher sem batom, não é uma mulher confíável.
Uma mulher sem batom é uma mulher sem destino!"
☆Haredita Angel
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