Sinceridade
O amor não separa
O amor une.
Há completa sinceridade
O amor não tem idade.
Não é palavra, é atitude
Não engana, não ilude
É altruísta, não egoísta.
É vento, é mar, é brilho, é luar.
É sol quente
Aquece, prende.
É dor boa, faz rir a toa
É choro, é riso
É abraço, é abrigo
É saudade, é amizade
É verdade.
É loucura, é a cura
Pra todo mal
É se longe
A coisa mais linda
É pra todos
É pra vida.
A sinceridade muitas vezes pode doer, dependendo de como é dita. Mas sempre será a VERDADE! Nunca irá te enganar!
Sinceridade é semelhante a uma "faca em brasa", provoca dor, pode cortar, mas ao mesmo tempo, pode cauterizar as feridas.
Abraçar acalma a alma, a sinceridade desse ato pode mudar o dia de quem recebe. Consola quedas, ameniza dores e traz conforto. Abraço é um refúgio em emergência, é uma válvula de escape. Um cálice, que podemos beber sem moderação.
As pessoas preferem a mentira em vez da verdade, falsidade em vez da sinceridade, bajulação em vez da opinião. Por isso é que as relações andam tão condicionadas e cada vez mais fadadas à superficialidade e a inimizade.
Você não precisa ser grossa e mal-educada ao “ser sincera”. Na verdade, sinceridade nada tem a ver com falta de educação, certas sinceridades têm hora e lugar.
Quando quiser dizer algo a alguém, tenha a decência de o fazer de forma discreta, os demais não precisam partilhar da sua falta de bom senso, seja menos rude, lembre-se sempre que grosseria é mais feio para quem a pratica do que para quem a recebe.
Acho tão digna a sinceridade, tão digna a transparência. Ambas são características do caráter e soam dignamente a quem se sujeita à verdade; mas não à verdades faladas, e sim, àquelas vividas.
Seja digno!
Não sou a verdade
Nem a vaidade
Talvez a sinceridade
Ou quem sabe lealdade
Sou o sentimento
Naquele tormento
Com vontade de chorar
Há beira mar
Não sou metamorfose
Nem sofrimento
Sou um homem
Com grandes sonhos
Sou a vida
Sou a fila que anda
Que não passa
Mais fica sempre no mesmo lugar
Quem seja o mar
Ou talvez o ar
Viver é amar
Sempre havera lugar.
Há certos momentos da nossa vida, em que um pouquinho de verdade e sinceridade já basta, para a gente formar uma opinião própria... Às vezes estar em paz consigo mesmo, é melhor do que estar certo...
No momento em que alguém diz, com sinceridade, que embora não seja “do meu tipo” ele é um bom sujeito “a seu modo” é um momento de libertação. Não sentimos isso, mas podemos apenas sentir-nos tolerantes e indulgentes. Entretanto, na verdade, acabamos de cruzar uma fronteira. Aquele “a seu modo” indica que estamos superando as nossas idiossincrasias, que estamos aprendendo a apreciar a bondade e a inteligência por si mesmas, e não simplesmente bondade e inteligência temperadas e servidas para agradar apenas ao nosso paladar.
(Os quatro amores)
Sacrifícios por amor têm menos dor.
Há muito a construir todos os dias...
Sinceridade, coragem e amor fazem toda a diferença.
