Sinceramente

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⁠Sinceramente gostaria de entender as pessoas, inclusive eu".

⁠Sinceramente? Seu futuro é bem trágico.

⁠Sinceramente lamentável tua situação oh pátria amada, saudades dos tempos em que se dizia "todo o povo unido, desde o rovuma até ao Maputo...", Agora que dizemos " milhões de braços, uma só força..." Sede de vitória, paz e tranquilidade, os teus filhos de Cabo Delgado não são apenas números mas sim vidas sendo ceifadas, são Homens e Mulheres, Jovens e crianças, pais e responsáveis de famílias, outros estando lá porque lá Deus permitiu que conhecem o mundo daquele ponto do país, outros estando lá atrás do seu sustendo, mas tú oh pátria amada, estás indiferente perante tanta maldade!

Cadê os libertadores da pátria, os que deram sua vida para que hoje tu ostentasses o título de pátria amada.

Será que é o fim, será que ainda há esperança, de onde há vida há esperança, estamos a poucos passos de perder as esperanças, pois, nota-se que Cabo Delgado está ficando sem vida...

Céus e terra passarão, mas o amor que espontâneamente e sinceramente doamos a cada pessoa, sempre será lembrado ⁠e perpertuará por toda sua vida.

⁠Eu sinceramente, não quero perder isso, novamente volto a torturar meu psicológico, com as lembranças, se eu for sincero, tornou-se inconstante, os dolorosos momentos, em que eu lhe procuro, afundando-me em meus sonhos, queimando meu consciente, visitando as memórias, em que o mínimo resquício, de sua existência, se faça presente. Meu coração, parece não ser tão vital, como costumava aparentar, nas fortes batidas, dedicadas a você, cada pesadelo com você, eu não consigo evitá-los, só pelo fato, de sua ilusória presença fazer-se presente, eu estou afogando-me, no veneno, evidente em meu sangue, sem ser capaz de respirar, de tanta dor, uma dor tão vívida, que transparece em meus sentimentos, causada pela sua despedida. Eu não quero, embora seja inevitável, deixar de sentir meu coração, dedicar melodias, sussuradas apenas para você, cada sonho dedicado a você, cada sopro de meu amor, por você. É tão doloroso, sentir o intenso sentimento, por você, se esvaindo, sendo consumido pelo remorso da minha própria culpa, por ter afastado meu peito, do calor que emanava sobre sua alma.

A distância não descasou os nossos espíritos, tão sinceramente amigos um do outro.

Machado de Assis

Nota: Carta para José Alexandre Teixeira de Melo, escrita em 22 de novembro de 1864.

Sou um apreciador de tudo aquilo que valha, sinceramente, o respiro de atenção.

💌 Os Demelva
Sinceramente, não sei por onde começar... A história de dois apaixonados por amar.


Vamos começar pelo começo:
De um lado, Alice Pelva, 14 anos, uma garota cheia de problemas, mas com a cabeça madura e um humor ácido que nem todo mundo entende. Ela era irônica por defesa, intensa por natureza. Sua aparência? Complicada. Cabelos loiros — ou desbotados, como diria o olhar atento de Eduardo —, cacheada, corpo esbelto, quase como se tivesse sido esculpida pelos ventos frios da Europa.


Do outro lado, Enzo Demicheli. Também com 14 anos, cabeça firme no jiu-jitsu e um coração que escondia mais romantismo do que sua cara fechada deixava transparecer. A aparência de lutador, corpo de desejo, mas por dentro... um garoto doce e direto, de acordo com Monica — aquela que viu tudo de fora, mas sabia tudo de dentro.


🕯️ Monica e o dia 23 de fevereiro
A verdadeira história começa com Monica, que naquele domingo solitário escrevia cartas. Cartas profundas, sofridas, cheias de sentimentos que ela ainda guardava por um amor antigo, não verdadeiro — e abusivo. Passou a tarde ouvindo Marisa Monte e Djavan, revivendo mágoas que não mereciam ser lembradas.


Mas o destino não gosta de silêncio por muito tempo.


Cinco dias depois, ela viu o perfil de Demicheli. Algo nela se acendeu. Curtiu várias fotos. Colocou ele nos "Melhores Amigos" da rede. Eles ainda não se conheciam — não pessoalmente —, mas ele, esperto que só, logo respondeu uma postagem com um emoji de baixo orçamento. E ela, com um simples "Oiii", mostrou que estava interessada.


🌸 O encontro que quase não aconteceu
No dia seguinte, teria um evento importante no lugar que ambos frequentavam. Marcaram de se ver. Mas Monica, insegura e envergonhada, não teve coragem de ir até ele. Achava que ele já tinha dona. Afinal, sua melhor amiga era próxima demais. Desistiu. Se afastou. Criou um escudo.


Três dias se passaram. E então...
Demicheli mandou mensagem.
Disse que não conseguia esquecer Monica. Que precisava falar com ela. E desde então... nunca mais pararam.


🌹 11 de março: o dia do presente
Marcaram de se ver na academia onde Monica treinava. Ela saiu de casa, o viu chegando com uma mochila. Achou normal, ele ia treinar. Mas ao se encontrarem... ele tirou uma flor rosa e um pacote de Fini — o doce favorito de Pelva.


Foi nesse momento que o coração dela balançou de verdade. Ela ainda sentia as marcas do antigo relacionamento, mas ali decidiu deixar tudo para trás. Jogou as cartas fora. Queimou-as. Queimou também o direito daquele garoto ridículo de fazer morada na memória dela.


Eduardo não fez ela sofrer. Nunca fez.
Sempre teve amor. Muito amor.


💍 O pedido
Dia 21 de abril, ele foi até a casa dela pedir sua mão em namoro. O pai aprovou. Foram ao cinema. Começaram, oficialmente, um namoro lindo de adolescência.


Dia 12 de junho, Dia dos Namorados, ele deu a tão sonhada aliança e um ursinho de coração.
Ela ficou em êxtase. Porque lembrou o que disse meses antes:


"Eu só vou acreditar em você quando me der uma aliança e me levar com você para todos os lugares dentro do seu coração."


E ele levou. De verdade.


💖 Demelva: um amor verdadeiro
Desde então, Monica (Pelva) tem certeza: se um dia precisar, Demicheli estará lá. Sempre esteve. Sempre estará.


Eles se beijam com paixão. Se olham como dois gatinhos apaixonados. Se amam de forma intensa, até o último fio de cabelo e a última gota de sangue.


E se um dia alguém duvidar do amor dela?


"Faz exame de DNA. Vai dar positivo pra amor verdadeiro por Demicheli."


E é isso que a conforta. Todos os dias.

💌 Os Demelva
Sinceramente, não sei por onde começar... A história de dois apaixonados por amar.


Vamos começar pelo começo:
De um lado, Monica Pelva, 14 anos, uma garota cheia de problemas, mas com a cabeça madura e um humor ácido que nem todo mundo entende. Ela era irônica por defesa, intensa por natureza. Sua aparência? Complicada. Cabelos loiros — ou desbotados, como diria o olhar atento de Eduardo —, cacheada, corpo esbelto, quase como se tivesse sido esculpida pelos ventos frios da Europa.


Do outro lado, Eduardo Demicheli. Também com 14 anos, cabeça firme no jiu-jitsu e um coração que escondia mais romantismo do que sua cara fechada deixava transparecer. A aparência de lutador, corpo de desejo, mas por dentro... um garoto doce e direto, de acordo com Monica — aquela que viu tudo de fora, mas sabia tudo de dentro.


🕯️ Monica e o dia 23 de fevereiro
A verdadeira história começa com Monica, que naquele domingo solitário escrevia cartas. Cartas profundas, sofridas, cheias de sentimentos que ela ainda guardava por um amor antigo, não verdadeiro — e abusivo. Passou a tarde ouvindo Marisa Monte e Djavan, revivendo mágoas que não mereciam ser lembradas.


Mas o destino não gosta de silêncio por muito tempo.


Cinco dias depois, ela viu o perfil de Demicheli. Algo nela se acendeu. Curtiu várias fotos. Colocou ele nos "Melhores Amigos" da rede. Eles ainda não se conheciam — não pessoalmente —, mas ele, esperto que só, logo respondeu uma postagem com um emoji de baixo orçamento. E ela, com um simples "Oiii", mostrou que estava interessada.


🌸 O encontro que quase não aconteceu
No dia seguinte, teria um evento importante no lugar que ambos frequentavam. Marcaram de se ver. Mas Monica, insegura e envergonhada, não teve coragem de ir até ele. Achava que ele já tinha dona. Afinal, sua melhor amiga era próxima demais. Desistiu. Se afastou. Criou um escudo.


Três dias se passaram. E então...
Demicheli mandou mensagem.
Disse que não conseguia esquecer Monica. Que precisava falar com ela. E desde então... nunca mais pararam.


🌹 11 de março: o dia do presente
Marcaram de se ver na academia onde Monica treinava. Ela saiu de casa, o viu chegando com uma mochila. Achou normal, ele ia treinar. Mas ao se encontrarem... ele tirou uma flor rosa e um pacote de Fini — o doce favorito de Pelva.


Foi nesse momento que o coração dela balançou de verdade. Ela ainda sentia as marcas do antigo relacionamento, mas ali decidiu deixar tudo para trás. Jogou as cartas fora. Queimou-as. Queimou também o direito daquele garoto ridículo de fazer morada na memória dela.


Eduardo não fez ela sofrer. Nunca fez.
Sempre teve amor. Muito amor.


💍 O pedido
Dia 21 de abril, ele foi até a casa dela pedir sua mão em namoro. O pai aprovou. Foram ao cinema. Começaram, oficialmente, um namoro lindo de adolescência.


Dia 12 de junho, Dia dos Namorados, ele deu a tão sonhada aliança e um ursinho de coração.
Ela ficou em êxtase. Porque lembrou o que disse meses antes:


"Eu só vou acreditar em você quando me der uma aliança e me levar com você para todos os lugares dentro do seu coração."


E ele levou. De verdade.


💖 Demelva: um amor verdadeiro
Desde então, Monica (Pelva) tem certeza: se um dia precisar, Demicheli estará lá. Sempre esteve. Sempre estará.


Eles se beijam com paixão. Se olham como dois gatinhos apaixonados. Se amam de forma intensa, até o último fio de cabelo e a última gota de sangue.


E se um dia alguém duvidar do amor dela?


"Faz exame de DNA. Vai dar positivo pra amor verdadeiro por Demicheli."


E é isso que a conforta. Todos os dias.

Sinceramente...
As melhores coisas da vida...São aquelas que chegam se avisar, de onde menos se espera. Que Simplesmente Acontecem. Estás me parecem mais sinceras, sólidas, verdadeiras e que têm boas chances de se eternizarem. Isto vale pra tudo, nesta nossa perecível e não menos maravilhosa Existência.

Sinceramente, sabe o que dói?

Dói saber que éramos felizes e não sabíamos.

Aproveite os momentos, para que futuramente
você não venha a frustrar-se novamente.

Sinceramente nunca vi diferença entre moralismo e falso moralismo. Não vejo serventia em ambos.

Sinceramente ? Eu cansei. Não vejo mais razão e nem prazer em respirar nesse mundo cruel e hostil, em ser só uma ovelha negra desse sistema nojento, em ter que aturar gente idiota todo dia, ter que ser uma pessoa que não sou, em ter que ver como esse mundo é insensível.

Sou um ponto de interrogação na vida das pessoas, alguns dizem que me conhece, eu sinceramente duvido.

Sinceramente dou mais valor às pessoas que por mais erradas que estejam assumem seus erros, procuram mudar e não julgam os outros; aos que fazem a maior pose, julgam, controlam, manipulam, e por trás erram horrores. São como um sepulcro caiado. Detesto hipocrisia!

Sinceramente, ingênuidade nunca fez parte de mim.

“” Acredito sinceramente que a grandiosidade de uma pessoa reside em sua capacidade de perdoar. Magoas são pesadas demais para alma e livrar-se delas, além de ser um acalanto é um trunfo à felicidade...""

Sinceramente, não entendi a ignorância, não te insultei, apenas te descrevi.

Sinceramente não sei
se é a dor, se é a tristeza,
ou se as duas se juntaram
numa só, dentro do vazio
que sinto no peito...

⁠“Converse longa e sinceramente consigo mesmo. Cultive uma amizade genuína entre o Id, o Ego e o Superego. Forje sua personalidade e molde conscientemente seus comportamentos.”