Simples
Nada é tão complicado que não possamos simplificar
Nada é tão simples que não conseguimos complicar
Seu verso e seu reverso são os oposto de uma coisa que é só
Assim como as janelas que falam com o céu a para fora
E a Lua responde com o seu Luar
As vezes encontra a porta fechada na fechadura à chave que se livra de todo um roubar
A lua
Que usa a terra como o reflexo de si mesmo
E outrora as formas estão minguantes e consteladas
Consteladas e caladas
Caladas com sussurro
Um sussurro do olhar
E do falar e do cantar das estrelas
Estrelas que são distantes
Mas pela janela da certeza da vida
Encontram um pequeno brilho
Quem está longe?
A estrela da sua janela?
Ou janela da sua estrela?
De qualquer forma
A chave está na porta
Do lado de fora.
não tenho o
hábito de perguntar como
está a vida das pessoas.
pelo simples
motivo de não
querer falar sobre a minha.
Diante da interrupção da caminhada
de um amigo ou simples conhecido,
os pensamentos invadem todos
os espaços, em busca de respostas
que encontrem sentido em tudo, embora,
o tudo não tenha sentido.
Quiçá tudo esteja no poder da simples sintonia. As respostas mais genuínas que encontrarmos em nossa jornada vieram de maneira natural, entregue pelo universo e com nosso coração atento, com amor.
A linha tênue da vida e da morte é tecida pela sorte!
Esse é um pensamento simples e de fácil interpretação, mas como podemos nos permitir a tamanha pequenez desse pensamento... A vida e a morte são tecidas com fios de sorte por uma criança brincalhona.
[FORMA E FUNÇÃO NA GEOGRAFIA]
A forma, de maneira mais simples, pode ser definida como o aspecto visível de qualquer coisa. É resultado imediato da própria materialidade dos objetos físicos, ao ocuparem certo lugar no espaço. Ou, então, pode ser ainda resultado dos efeitos no espaço produzidos por qualquer fenômeno. A eletricidade, ao se projetar no espaço, pode produzir formas; a trajetória de um cometa, ao atravessar o céu, deixa em seu rastro de fogo uma forma visível.
As subdivisões do espaço, ou os arranjos dos objetos em um determinado recorte do espaço, também dizem respeito a formas. Quando pensamos em formas, consideramos a organização interna do espaço produzido pelos objetos ou pelos grandes conjuntos de objetos. Um edifício, por exemplo, além de apresentar contornos externos bem definidos, apresenta também uma forma interna: talvez ele seja subdividido em diversos andares, e estes andares em muitas salas e corredores. Uma fazenda, além da extensão e formato do terreno que ocupa, também apresenta os seus espaços internos.
As paisagens, conceito que já discutimos, são essencialmente formas produzidas por elementos presentes no espaço que são percebidos por um observador a partir de certo ponto de vista. As regiões – compreendidas como recortes no espaço realizados ou pensados a partir de certos critérios – também apresentam formas bem definidas: têm contornos externos, uma extensão no espaço, uma organização interna de seus objetos e elementos.
Um objeto, além de ter sua forma, pode desempenhar funções ao se ver inserido em conjuntos ou universos mais amplos (o meio ecológico, ou uma sociedade humana, por exemplo). Um rio, visto à distância, não apenas apresenta a forma de uma caudalosa linha de águas em movimento, como desempenha a função natural de conduzir água através de muitas áreas do espaço, contribuindo para o afloramento e manutenção da própria vida. Ao lado disso, a tecnologia pode dele se apropriar para a função de fornecer energia, inserindo-o como elemento central em um sistema hidroelétrico cuja finalidade será a conversão da energia hidráulica em energia elétrica. A forma do rio, neste caso, assume uma função. Por isso, e em vista de outros exemplos de objetos naturais ou criados pelo homem, pode-se dizer que “a função é a atividade elementar de que a forma se reveste” .
Ao inverso, e no interior de certos sistemas, pode-se ainda dizer que a forma corresponde a uma estrutura ou objeto responsável pela execução ou desempenho de determinada função. Nada impede, também, que uma mesma forma desempenhe várias funções. É assim que a ponte que se curva sobre o rio tem sua forma derivada do casamento de duas funções: a de conduzir veículos ou pessoas de uma margem a outra; e a de permitir, abaixo de si, a passagem de embarcações. O abaulamento é a solução formal que permite ao objeto-ponte abrigar o convívio das duas funções. Uma mesma forma pode, ainda, participar simultaneamente de sistemas diferentes. Um rio pode desempenhar uma função no sistema da natureza, outra em uma unidade de produção de energia, outra em um sistema turístico.
[extraído de 'História, Espaço, Geografia'. Petrópolis: Editora Vozes, 2017, p.67-69].
Alma de Paula
Alma de menina,que ama coisas simples
Paula Roberta
Que não tem medo sem vergonha de se entregar
Paula Roberta
Uma alma sensível que chora e se emociona facilmente com coisas que a maioria nem liga
Paula Roberta
Uma abelha numa flor,com a chuva caindo, com uma horta,com música,cenas de filmes,novelas...
Uma alma e um coração de uma menina de 15 habitando o corpo de uma mulher de quase 40
Uma alma romântica que ainda acredita em alma gêmea e amor verdadeiro e desinteressado
Aos 30
Ahh, os 30 anos... "a idade do sucesso!".
Como se esse simples substantivo tivesse um único significado universal e pudesse ser replicado de igual maneira a toda vida humana na terra.
A pressão imposta pela sociedade para que tenhamos estabilidade financeira, um relacionamento consolidado, com filhos de preferência, um imóvel próprio, com um carro do ano na garagem... tudo isso é muito mais forte quando se chega aos 30 anos.
E se por ventura ainda não tivermos preenchido todo esse checklist nessa altura da vida, somos tachados de fracassados aos olhos da sociedade.
Como se a vida pudesse ser resumida a conquista de bens materiais e a perenidade dos relacionamentos. Enquanto isso, observamos atônitos o crescente aumento na taxa de suicídios, principalmente entre pessoas nessa faixa etária, além de relacionamentos sem amor que são mantidos a base da conveniência.
Sucesso é algo relativo, para alguns pode sim significar tudo o que foi exposto acima, já para outros pode ter um significado completamente diferente. Principalmente em se tratando de uma sociedade desigual.
Para o pai/mãe de família, que não teve acesso aos estudos e trabalha o dia todo em troca de um salário mínimo para garantir o sustento da família, sucesso pode ser a comida posta à mesa ao final do dia, enquanto para o empresário, sucesso pode significar o aumento exponencial dos lucros.
Esse ideal de sucesso, que por muito tempo a mídia e a própria vida em sociedade nos impôs, aos poucos está sendo relativizado. O que enxergo como algo extremamente positivo.
Enquanto isso eu, aos 30, sigo em busca do meu próprio significado de sucesso, desde que este seja sinônimo de felicidade.
Escolhas tem de serem feitas, sem o medo de se arrepender... Se achas que vai dar errado, é simples, não faça... Más quem não arrisca não saberá se é o certo a se fazer, pois na vida tudo se baseia em erros e acertos... Errar é humano e não se submeter ao erro, pode estar se privando de talvez acertar... Veja o erro como um aprendizado, para que não o faça novamente.
"O método mais simples consiste em listar todas as qualidades que não apreciamos nos outros; por exemplo, vaidade, irritabilidade, egoísmo, maus modos, ambição, etc.
Quando a lista estiver completa (e é provável que ela seja bem longa), destacamos as características que não só nos desagradam nos outros mas que também odiamos, detestamos e desprezamos.
Essa segunda lista será uma imagem razoavelmente exata da nossa sombra pessoal. Talvez ela seja difícil de acreditar e mais difícil ainda de aceitar.
É claro que nem todas as nossas críticas sobre os outros são projeções de traços indesejáveis da nossa própria sombra; mas sempre que a nossa reação ao outro envolve emoção excessiva ou reação exagerada, podemos estar certos de que algo inconsciente foi estimulado e está sendo ativado. Como já dissemos, as pessoas sobre as quais projetamos devem ter um "gancho" no qual a projeção possa se fixar."
📗ABRAMS, JEREMIAH; ZWEIG, Connie. Encontro Da Sombra, Ao. Editora Cultrix, 1991.
Sim esse sou eu
Não sou famoso, e nem artista
Não sou engenheiro, tão pouco dentista
Sou simples e natural
Que faz da vidas e as coisas alto astral
Sim esse sou eu
As vezes esquisito e sem cor
As vezes carente e só querendo amor
Tem dias que eu não sei quem sou
Ando pra lá e prá cá e não faço ideia pra onde vou
Minha mente aperta com meus pensamentos
Isso me corrói por dentro, sofro sozinho sem ninguém saber
Que as vezes esse sou eu
E é sobre isso e não dá pra entender.
Escritores apenas escrevem, simples fato, tentam descobrir algo na escrita mas sabem que a razão está na filosofia.
Sábio é o homem que não troca o conforto do seu lar por um simples momento de em uma cama de motel barato, a descoberta é avassaladora.
"A simples verbalização do machismo, que desrespeita, deprecia, achincalha, humilha e ofende as mulheres, deveria ser crime passível de uma punição exemplar. E não penso diferentemente desse femismo misândrico com seu discurso alienado e doentio de ódio e morte aos machos. Homens e mulheres foram criados para se honrarem, completarem, cuidarem e amarem. Se deploráveis atos de crueldade acontecem, o problema não está no gênero masculino ou no feminino: está no gênero humano. De sorte que não existe guerra de homens contra mulheres. Ao contrário, somos mulheres e homens bons unidos na luta contra homens e mulheres más. Assim sempre foi, e sempre há de ser."
Rayan
Por uma simples mão
Esperaste, serenamente...
Enquanto cada oração,
No Céu se fazia urgente...
A tua mãozinha,
Não tardou, foi agarrada...
Não pela tua mãezinha,
Mas por Jesus, abençoada...
"Estás feliz!"
Os anjos anunciaram...
Mas saudades são tantas,
Naqueles que te amaram!
Meu lindo petiz,
Que tua lembrança esteja presente,
No coração dos teus pais
E na memória de todo o crente!...
Viver e deixar viver ... quanta beleza neste simples ato. Abrir o coração para sentir as sutilezas e anseios de cada um que compartilha conosco esta incrível jornada : uma meta a perseguir. Juntos!
