Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Amor não morre de morte súbita. Ele morre lentamente assassinado com doses homeopáticas de desprezo, de silêncio e tanto faz.
"O amor é a fonte originária do valor final. Se nada amássemos, nada teria mérito intrínseco e definido para nós. Não haveria nada que fôssemos levados a aceitar como fim último."
"O amor é dependente de atenção, e cresce imensamente quando o coração um do outro percebe que, de repente, foi ficando cada vez mais forte a paixão."
Matei o que chamavam de amor, pois eu tinha medo de amar. Diziam que era sentimento, doia, sofria, algo que marca por dentro. Deixa gosto amargo, peito rasgado no coração desalento. Tive medo, matei o amor pra não viver sofrimento.
O amor é loucura na medida que não pode ser compreendido pela razão humana, se perder nesta loucura é encontrar-se.
No afã de um amor ser perfeito, não se exige de si mais do que se merece, quando um pouco te faz se contentar com muito. Que só o tempo te leva ao nada, porque é um fio que se quebra sem nada quebrar além do balido feito em gente. Também vi, não haver perfeição em coisas tolas como amor e ser amado.
