Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Poeta: Poetisa, nós somos apenas dois solitários neste mundo, que vivem pelo amor, que vivem a tentar expressar, algo muito grandioso. Poetisa me deixe por um segundo tentar te mostrar, que por toda a vida, sonho mais belo em mim não há. Poetisa me deixa tentar te fazer sonhar, mesmo que seja pelo meu amor, mas me deixa tentar te mostrar, a beleza que se há, num olhar. A beleza que há, na minha bela paixão.
Poetisa: Me deixe te mostrar, te fazer sentir-se amado, como se o meu amor pudesse curar, toda a dor. Para sempre eu viverei é para sempre poderei te amar. Por muito tempo eu vivi a penar mas agora contigo eu quero estar, quero contigo partilhar, uma nova é bela vida.
Eu sou o avesso dos meus próprios ponteiros e me distraio do Amor, justamente quando ele vem... E a vida sempre continua enquanto tudo passa por ela...
Não, o amor não tem medidas, tem sinceridade e confiança, ou tem emocionalismo fraco e com prazo de validade. Quando se ama, ama-se para a eternidade.
Nas janelas abertas da vida o vento do amor e do prazer se infiltram e se fazem reais..(Sócrates Di Lima)
A poesia sempre pousa na alma de uma mulher em cuja fonte o amor se eterniza e faz do poeta seu eterno aprendiz.(Sócrates Di Lima)
Duas pessoas podem sim viver a forma mais intensa de amor e mesmo assim não ficar pra sempre juntas, eu entendo isso, foi assim que descobri que o amor não é eterno. Ele é o maior sentimento enquanto está vivo, mas morre assim como tudo o que existe. A nossa luta é não deixá-lo morrer.
Todos se tornam marionetes ao se depararem com um grande amor. A única maneira de escapar dessa ventriloquia do Diabo é destruindo o próprio coração até que não reste uma só gota de sentimentos.
