Shakespeare sobre o Amor Soneto 7

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⁠Viver sem amor é sobreviver na dor.

Eu escolhi a verdade do amor, não a verdade da dor. Isso nunca desaparecerá, mesmo que eu duvide.

Senti a tristeza e a dor. Foi por amor. Tudo é por amor.

O amor, o tempo, o nada, não podem ser medidos, dissecados. A Verdade é a minha percepção, agora.

Eu amo meu amor. Sinto-me grato por ser agradecido. Sinto-me bem por ser quem percebe. A vida é um presente que me dei.

O Buda constrói um castelo na areia. As vagas o levam. O Buda o constrói novamente. O amor não pode ser vencido.

Amor incondicional. Compaixão infinita.

Eu escolhi a Verdade do amor, não verdade da dor.

As mulheres são tão carentes porque para crescerem tiveram de perder o amor da mãe, e, depois, do pai. Os homens ainda procuram o amor da mãe. As mulheres, o que procuram?

Quando o mal inveja o bem, há o amor.

O sedutor ama o mundo. Ao procurar o amor eu descobri a mim mesmo.

A paciência infinita é o amor infinito.

O corpo sempre percebe primeiro quando o amor começa a ir embora.

Estou feliz. Estou bem. Espero que esteja também, com o amor que escolheu para ti.

A magnitude do amor celestial é um conceito que a mente humana tateia, mas jamais apreende em sua totalidade, pensar que o Pai Celestial entregou o próprio Filho, a encarnação do Verbo, para que este sofresse o ostracismo e a morte em meu lugar, é confrontar a fronteira do indizível. Este não é um afeto passivo, mas uma força ativa que me arrancou da ruína e me inseriu na família divina, transformando um coração limitado e errante em um reservatório onde reside a plenitude do Espírito. Essa certeza da filiação é a minha riqueza imaterial, a fonte inesgotável de regozijo que me move à adoração incessante.

O amor não se submete à lei da gravidade, e por mais que eu corra em círculos, o destino me puxa sempre para a sua órbita. Ninguém disse que amar seria uma jornada linear, mas a dificuldade apenas provou que a força da nossa união resiste a qualquer separação imposta. Eu sou eternamente seu, e volto para a sua luz.

O amor maduro é a dança lenta entre o desejo de partir e a vontade de ficar.

O amor verdadeiro não grita em holofotes, sussurra na madrugada. Vive nas obrigações pequenas, nas promessas que não aparecem em fotos. É carregar o cansaço do outro sem espetáculo. É saber que a ternura não precisa de testemunhas. E por isso, às vezes, o amor prefere ser sombra.

O amor que ofereço não é frágil, é o tipo de amor que sangra, que luta, que insiste, não porque eu queira sofrer, mas porque acredito em profundidade, sentimentos rasos me dão enjoo, prefiro mergulhos que toquem o fundo da alma.

O amor que busco não é fantasia, é verdade, é reciprocidade, é construção diária, não quero metades que se escondem no cansaço, quero presenças que ficam, mesmo na tempestade, o amor verdadeiro sabe permanecer.