Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Escrevo-te, reescrevo, tri escrevo na esperança de alongar o meu amor e fazer com que ele te alcance.
O amor seja não fingido. Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem.
"O coração mais puro. O amor mais lindo. O sorriso mais sincero. A palavra mais bela. Não valem nada, quando o caráter é inválido."
Ela estava pronta para negar a existência do espaço e do tempo, em vez de admitir que o amor pode não ser eterno.
"Não tenho ódio nem amor, sou livre e não tenho medo de nada, porque sou boneca de pano com macela por dentro. Qualquer "desastre", a Tia Anastácia me faz outra".
Estou tão certo que nós dois seremos parte de uma história de amor. Eu não quero aprender a tolerar a dor de lhe perder, não. Mas quero aprender a viver, comigo e com você.
O que me interessa no amor, não é apenas o que ele me dá, mas principalmente, o que ele tira de mim: a carência, a ilusão de autossuficiência, a solidão maciça, a boemia exacerbada para suprir vazios. Ele me tira essa disponibilidade eterna para qualquer um, para qualquer coisa, a qualquer hora. O amor tira de mim a armadura, pois não consigo controlar a vulnerabilidade que vem com ele. E é por isso que o amor me assombra tanto quanto delicia. Porque eu não posso fingir que quero estar sozinha quando o meu ser transborda companhia.
A paixão não é o problema. O problema é mendigar afeto. Cobrar o amor do outro sendo que eu não tenho amor próprio
Amor é a gente querendo achar o que é da gente.
