Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Sim eu choro sozinho, não é falta de amor, de carinho. É a colheita, de espinhos, aqueles que semeamos pelo caminho.
Um ato, uma resposta, um julgamento, uma falta de compreendimento.
Uma dor a mais, uma desilusão...
Calma coração. Nâo espere mais que isso. Na vida, a maior porcentagem é desperdício.
Minha decisão pode ser a solução. Ou não...
Um dia uma mulher colorida me parou na rua e disse: Se você sabe explicar o que sente não é amor.
Panapaná no estomago moça, só isso consigo explicar!
Foi o que respondi.
Então ... o resumo do amor ... tanto aos céus pedi famigerado sentimento, mas como disse uma vez o GRANDE sábio que não temos tudo que queremos, porque não sabemos pedir... então simplesmente pedi um amor, mau sabia eu que que esse sentimentos tem muitas estradas e as vezes só um dos envolvidos tem força o bastante para continuar caminhando, porque ao inves de ajudar e entender o outro nos caminhos difíceis simplesmente se escoram pra continuar indo mais longe não importando o sentimento do outro... enfim.... AMOR não existe pelo menos não do jeito que queremos, hoje peço aos céus que transforme meu coração em pedra novamente, que não sinta mais nada .... que não ame nunca mais.
Clayton Passos
O amor de verdade não tem pressa.
Ele não corre — ele sente.
É no toque demorado, no olhar que fala, no silêncio que arrepia...
É quando o corpo vira abrigo e o tempo para sem aviso.
o amor dói
o amor constrói
mas vale a pena quando a adrenalina se apresenta
ela vem para ficar
e é difícil passar...
O poder secreto do amor
O poder secreto do amor...
reside nos pequenos gestos
na força de uma oração
em tudo e mais um pouco
de um sorriso com afeição, sim
também na reconciliação, quando em casa tranquilo
está, deixa um beijo
e vai trabalhar
sai porque encontrou o amor
no poder secreto infindável é
um gesto nobre, um bem querer, sim, quando em casa tranquilo está,
sorri sem perceber que está
porque feliz é aquele que
encontrou o simples
se divino gesto de amar
Não é Atena, nem Zeus, poseidon ou dionísio, tu és a minha deusa, seu amor é tudo que preciso é o sol que me ilumina em dias escuros, a escada que me tira do abismo.
Logo eu, tão falante fico mudo ao te ver, com seu jeito alucinante, que me hipnotiza a cada amanhecer, teu sorriso tão pulcro me fascina, nasci para amar você.
E ao ouvir tua voz fico surdo com tamanha perfeição, é como a mais bela música já apreciada que empreguina no meu coração, quero passar a vida inteira a escutar tua canção.
Quando avisto a luz dos teus olhos, fico cego em meio a algo tão brilhante, quem dera pudesse chamar de meu esse tesouro tão exuberante.
Aquele que se opõe ao amor, não será amado. Então pra que fechar as portas do coração?
O certo é deixar entre aberta, mas não escancarada.
O verdadeiro amor não pode ter:
Infidelidade
Desrespeito
Chantagem
Anonimato
Falta de diálogo
Desconsideração
Ingratidão
Medo
Vergonha
Segredos
Falta de fé
Se não for assim é outra coisa, menos amor.
O amor partiu, riu e fingiu
Não avisou, nem muito menos viu
Acabou, sem nada acontecer
Num esperado e encantado alvorecer.
Quem nele piamente acreditou
Chorou, partiu e até sangrou
A boa esperança, inclusive abandonou
No adeus, que logo se avisou.
Lágrimas de pura emoção
De uma verdadeira e oblíqua paixão
Sentimentos nobres em vão
O amor acabou-se inteiramente então.
Terminando o pretenso soneto
O amor desacreditado e sem afeto
Embora foi como mero degeto
Nunca mais voltará por certo.
O Natal é amor,
Alegria com o Senhor,
Celebração de nova vida,
Que ao mundo trouxe o Salvador.
É reunir as famílias,
Pela vontade do Criador,
Dar ao mundo um bom exemplo,
De esperança e de amor.
É lembrar o Redentor,
Nosso amado Salvador,
Que nasceu num simples berço,
Para aliviar nossa dor.
O pecado ele levou,
Naquela cruz infame,
E com seu perdão divino,
Trouxe paz a quem o ame
Amor próprio
É gás em balão
É ar em bexiga
É asa de cera
Tem que dosar
Pra não se perder
Pra não estourar
Pra não derreter
Não precisa ter medo
Continue enchendo
Continue soprando
Continue batendo
E com atenção
Voar sem desatino
Alegrar os meninos
Pousar em seu destino
Agora um Poema:
Faça, e coloque no trabalho todo seu amor, profissionalismo e dedicação.
Dedico esse pequeno poema que fiz, a cada uma das guerreiras, e guerreiros, que pela vida a costurar, tem muita história pra contar....
A costureira
Costureira...
que veste o preto,
veste o branco;
veste o rico
e veste o pobre,
veste a alegria
e veste a tristeza
só não veste a frieza
que vai nesse coração
de achar que o seu couro
é melhor do que o do irmão...
Costureira... costureira...
Que do pano faz história,
Com a criação de suas mãos, vais deixando marcas em nossa memória...
Tinna Barbosa
Reciprocidade
Se lhe derem amor, devolva o bem,
Cultive o carinho, floresça também.
Que cada gesto seja uma flor,
Plantada no solo do eterno amor.
Se lhe derem ódio, persista em amar,
Não deixe o rancor seu brilho apagar.
Pois quem semeia a sombra, colhe solidão,
E a luz do amor é a mais doce lição.
Não queira em seu ciclo o peso da dor,
Escolha o caminho que exala calor.
Troque espinhos por versos de paz,
O coração leve é o que mais satisfaz.
A reciprocidade é a vida em dança,
Uma troca constante de fé e esperança.
Dê o que há de melhor, e verá, enfim,
Que o amor volta sempre, no eterno jardim.
AMOR DE MENINO
Carla Patrícia.
Doce melodia que meu coração entoa,
Mesmo quando o silêncio devora o tempo.
Tu foste a primeira chama,
O incêndio que queimou minha alma em segredo.
Eu era menino, ingênuo e cheio de sonhos,
Mas tu... tu eras a própria poesia viva.
Teus passos eram meu compasso,
Teus risos, a canção que me embalava.
Sonhei contigo em noites infinitas,
Num mundo onde só existíamos nós dois.
Te imaginei minha,
Mas nunca tive a coragem de tomar tua mão,
De dizer que meu coração era teu templo.
Crescemos. Amadurecemos.
Mas algo em mim permaneceu intocado,
Como um relicário guardando o impossível.
Tu foste o céu que nunca alcancei,
O amor que moldou o homem que me tornei.
Agora, seguimos rumos distintos,
Mas tu vives em cada batida do meu peito.
Carla Patrícia,
Primeiro amor, último suspiro de pureza.
Se um dia me perguntarem o que é eterno,
Direi teu nome.
