Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Às vezes, é apenas um amigo verdadeiro que sabe o que queremos dizer quando tentamos falar algo. Alguém que passou muito tempo conosco, ouve com atenção o que estamos tentando dizer e tenta compreender.
É o princípio do fim – dizia todo mundo, mas Churchill, o primeiro ministro inglês, que devia ter ouvido a mesma coisa sendo repetida na Inglaterra, declarou: – Isto não é o fim. Não é nem mesmo o princípio do fim. Mas talvez seja o fim do princípio.
Mas é uma lei da vida, as pessoas só valorizam quando perdem. Porque, quando possuem, acham que isso não vale nada. Cuidado, nem tudo vai estar no mesmo lugar quando você decidir valorizar.
Estamos treinando e condicionando uma geração inteira de pessoas que, quando se sentem desconfortáveis, solitárias ou com medo, usam chupetas digitais para se acalmar. E isso vai atrofiando nossa habilidade de lidar com as coisas.
Tenho de manter a cabeça erguida e ver as coisas de modo corajoso, mas os pensamentos voltam assim mesmo. Não apenas uma vez, mas sempre e sempre.
A bebida é a bengala do velho que se esconde na minha personalidade.
Fico reparando no sorriso dela. Nas suas covinhas perfeitas. No jeito que meche com os cabelo. Reparo tudo, se deixar fico olhando para ela o dia inteiro. Amo o jeito meigo que ela diz meu nome, é um jeito sensível perfeito de pessoa. Ela é perfeita em aparência, mais por dentro, coitada. Ninguém a intende realmente, todos preocupam com o exterior, quando na verdade ela morre aos poucos por dentro. Tem sorrisos que escondem lágrimas.
