Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
O velho ditado sobre dar a um homem um peixe contra ensiná-lo a pescar foi atualizado por um leitor: Dê a um homem um peixe e ele vai pedir molho tártaro e batatas fritas! Além disso, algum político que quer o seu voto irá declarar que todas essas coisas estão entre os seus "direitos básicos".
Não se deve esquecer a seguinte regra: o inconsciente de uma pessoa se projeta sobre outra pessoa, isto é, aquilo que alguém não vê em si mesmo, passa a censurar no outro. Este princípio tem uma validade geral tão impressionante que seria bom se todos, antes de criticar os outros, se sentassem e ponderassem cuidadosamente se a carapuça que querem enfiar na cabeça do outro não é aquela que se ajusta perfeitamente a eles.
Não preciso de opiniões furadas sobre a minha vida, meu trabalho, meus amores, minha forma de conduzir as coisas. Eu tenho o meu jeito que, errado ou certo, é muito meu.
Oh meu menino do verão, o que você sabe sobre o medo, o medo é pro inverno quando a neve vai a 30 metros de profundidade, o medo é para noite longa quando o sol se esconde durante anos e as crianças nascem, vivem e morrem na escuridão. Essa é a hora do medo, meu pequeno lorde.
Tira os tênis. Estamos caminhando sobre nuvens. A gente não pode ouvir nada daqui de cima, além dos nossos sussurros. E, mesmo quando escurece, a gente sabe que não importa para onde a gente aponte. Vai ser sempre céu, e seremos sempre nós.
Meu obtuso amigo, se precisassem da nossa ajuda, teriam pedido. Tem muito a aprender sobre o comportamento humano.
Estou convencido, pela fé e pela experiência, de que se manter sobre a Terra não é uma aprovação, mas um passatempo - se vivermos de maneira simples e sábia.
Aqueles que não aprendem nada sobre os fatos desagradáveis de suas vidas forçam a consciência cósmica que os reproduza tantas vezes quanto seja necessário. O que você nega lhe domina. O que você aceita lhe transforma!
Relacionamentos são como o fundo de um oceano: nós sabemos tão pouco sobre ele que, mesmo quando achamos que descobrimos tudo, muitas coisas ainda estão sendo descobertas por acaso.
Só que desta vez por mais nojeiras que imaginasse sobre meu corpo caído lá embaixo, não sei por que, a vontade de saltar continua. Mas eu resisto. Não que alguém fosse sentir muita falta minha ou se achar, sei lá, sacaneando com a minha morte. (…) Ninguém. Eu comecei a enumerar nos dedos quem poderia sentir a minha falta: sobraram dedos. Todos estes que estou olhando agora.
Não se imortaliza a perda escrevendo sobre eles.
De onde em onde, ela punha os olhos sobre mim, denotando uma grande vontade de me adivinhar, e eu fugia deles com medo de me trair.
Aprendi mais uma coisinha sobre a teoria do silêncio: as indiretas vêm de quem se importa, o silêncio de quem não liga.
