Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
A meia verdade é a lapidação da total mentira, mais subtil, suave talvez, mas, mesmo assim, demolidora.
A vida é uma aprendizagem constante, uma história de realizações e de práticas de determinações pessoais, de infindáveis perdões e de suculentas colheitas, cuja semeadura é sentir-se bem e ser feliz.
Agarra o tempo, agarra-o bem, não o percas, ele passa a correr e não volta com nenhuma velocidade e o mesmo percurso.
Ninguém é nunca o que parece ser num mundo onde baixar a guarda significa morrer. Não literalmente… mas morrer por dentro.
A realidade exterior das coisas simples fomenta a beleza interior. E o olhar deslumbrado que a percebe, é, em longo espetro, semente eterna.
Quem se intitula poderoso e brinca aos dados com o sentimento alheio é um escravo de si mesmo e eternamente escravo.
Aprendi a gostar de estar sozinha, embora ainda haja muita coisa que não compreendo. A partir do momento em que se aprecia a própria individualidade, a paz passa a ser um marco histórico nas nossas almas e um incentivo para a vida.
