Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Destino: Ora, ora. Que quer dizer tamanha demora? Espere e verás. Certo dia, na varanda de um abismo, sentada na rede de casa, avistei o destino. Não que eu tenha visto, mas ele estava lá. Escupido em carne e perigo, não que eu tivesse visto. Simplesmente deixei pra lá. Procurava enlouquecida, a palavra que havia sido lida, apenas lida, não vivida. Distante do acaso, procurava cansado, sentidos para acreditar que nesse mundo simétrico ainda existe acaso. Outrora, velejando pelas ruas, avistei novamente o tal destino. Céus, como é lindo! Passou sem ser lido. Cego, desejava ver algo que despertasse as vistas, um colírio para limpar as idas, um destino para procrastinar as vindas. Sem que o destino que me visse, agarrei-o com força, e não o soltei, até que ele resolveu ficar.
Aqui em afiraca existe uma cara tão triste, um choro tão miseravel e uma voz que ninguem ove sou eu á" POBREZA"
No fim das contas, tudo o que fiz, tudo que deixei de fazer, de tudo que ouvi e falei, foi para provar que eu sou sublime.
Amar de verdade é quem sempre a felicidade do aoutro, mesmo que para isso você tenha que se afastar.
Nunca permita alguém amar mais você do que você mesmo e vice-versa: nunca ame alguém mais do que você mesmo.
Digitar em vez de escrever e assistir vídeos em vez de ler já é uma realidade. Ler e escrever é até bonito e sutil mas não adianta tentar bater de frente com a realidade do mundo digital! É natural dessa nova época!
Me sinto tão solitário, meu coração fica apertado ao me lembrar de você. não sei se isso é angústia ou é algo passageiro. Mas o que eu preciso nesse momento é de você.
