Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Nada me deixa mais envergonhado do que estar em paz com o mundo e em guerra com a minha consciência!
O jovem de hoje que não aprender a se relacionar amigavelmente com a solidão, amanhã não será um velho feliz!
Quem não entende seu papel e missão na Terra, tende a atrapalhar o desempenho daqueles que de si já sabem!
O mesmo respeito que dedico a quem me aplaude eu sinto por quem não me aprecia, porque o melhor prêmio que minha consciência prefere receber é o da sinceridade!
Quem espera pelo pedido de perdão para só depois concedê-lo, seguramente não o fará de coração, mesmo após tal exigência suceder-se!
Os argumentos do ateísmo são tão absurdamente fabulosos, que eles me deixam mais convicto da existência de Deus do que um dia inteiro de leitura bíblica!
Quando eu conheci Jesus e lhe permiti reinar em mim, notei que todas as minhas filosofias eram sombras e simples afluentes, enquanto Ele era sol unido ao mar, aguardando-me de braços abertos!
Durante muito tempo escondi as minhas lágrimas. Hoje, mais maduro, percebo que de nenhuma delas devo me envergonhar!
Eu particularmente expresso respeito e admiração pela genialidade alheia, mantendo minha obsessão por originalidade!
As lacunas deixadas pela ausência da ética no caráter humano, serão sempre preenchidas por condenáveis inspirações!
Quando a tristeza tenta me arrancar de mim, eu recorro à liberdade do isolamento...e lá me reencontro!
