Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Amor-próprio é quando você não precisa de ninguém para te dizer o quanto é linda e incrível. É você se olhar no espelho e se amar sem esperar que alguém te ame. É viver na sua própria companhia fazendo o que gosta de fazer, ter respeito por si sem precisar esperar que alguém te faça feliz, pois você é feliz sozinha...
Para manter o amor próprio, é melhor desagradar as pessoas e fazer o que você sabe que é certo, do que agradá-las temporariamente e fazer o que você sabe que é errado.
Depois de tanto amor que eu procurei espalhar, plantei e cultivei... Eu penei, sofri e morri... Mas estou renascendo, brotando novamente, crescendo a todo momento. Estou destruindo lembranças ruins, excluindo sentimentos. E cuidando da mente... Depois de tudo, agora sei... Que meu amor próprio será o suficiente!
Amor não tem garantia mas tem devolução. Pode começar do nada, pode acabar de repente, pode não ter fim. Mas tem sempre o meio. O amor é isso que você está vendo: Hoje beija, amanhã não beija, depois de amanhã é domingo e segunda-feira ninguém sabe o que será.
A idolatria que as mulheres têm pelo amor é, no fundo e originalmente, uma invenção da inteligência, na medida em que, através das idealizações do amor, elas aumentam seu poder e se apresentam mais desejáveis aos olhos dos homens. Mas, tendo-se habituado a essa superestimação do amor durante séculos, aconteceu que elas caíram na própria rede e esqueceram tal origem. Hoje elas são mais iludidas que os homens, e por isso sofrem mais com a desilusão que quase inevitavelmente ocorre na vida de toda mulher – desde que ela tenha imaginação e intelecto bastantes para ser iludida e desiludida.
Eu amo mais fazer café do que tomar. Penso que no amor me aplico o mesmo; mas crio romantismo do que o vivo.
O amor é mais perigoso do que você pensa. As pessoas podem sacrificar o mundo só por aqueles que amam.
