Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Como já foi dito: O amor e a tosse não podem ser disfarçados, nem mesmo a pequena tosse. Nem mesmo o pequeno amor.
... através do seu amor a pessoa que ama capacita a pessoa amada a realizar suas potencialidades. Conscientizando-a do que ela pode ser e do que deveria vir a ser, aquele que ama faz com que estas potencialidades venham a se realizar.
O que faz a gente continuar, além do grande amor que Deus tem por nós? São as pessoas especiais que nos querem bem, que chegam para iluminar as nossas vidas. São aquelas pessoas que nos dizem através de um simples olhar: sou feliz por você existir! Pois é, eu também sou feliz por tê-las comigo, por tê-las em mim.
Se você diz que ama é incoerente fazer pouco caso das demonstrações de amor de quem está com você. Digo “pouco caso” porque é assim que o outro vai entender se você não agir como quem ama àquela demonstração.
Amor, te amar é saber que o sol e a lua quando se juntam formam um lindo eclipse igual ao nosso coração que, quando se une, forma-se um só. E é assim que eu tenho a certeza de que te amo.
O amor não morre, mas a vontade de amar perece. Se enforca com a corda da indiferença do outro. Armadilha covarde.
Eu sou uma mistura... Uma mistura de amor e ódio, de riso e de choro, de gentileza e ignorância, de sabedoria e idiotice.
Quem poderá fazer, aquele amor morrer, se o amor é como um grão. Morre, nasce trigo, Vive, morre pão.
Amará e odiará sem dar disso demonstração e olhará como uma impertinência o amor ou o ódio que receberá em troca.
No final de um relacionamento, mesmo que houvesse amor só de uma das partes, ambos sairão machucados, pois em uma relação não existe só amor, também existe atração, costume e ódio.
