Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Sobre o pedantismo
Lucius conseguiu detectar, já ao longo de sua relativa curta jornada de Vida, que existem pelo menos dois tipo de pedantes. O primeiro, é o que ele classificou como o pedante autêntico. Este, é aquele que é ignorante, tem consciência de sua própria limitação, mas finge não ter deficiência cognitiva alguma e age como se fosse inteligente ou instruído. O segundo tipo de pedante, é o falso pedante! Já este, é aquele que acha mesmo ser instruído, sem de fato o ser. Quer dizer, é o "pobre" coitado que, embora se ache de fato inteligente, não tem consciência de que na realidade, não passa de um ignorante.
Às 11:21h in 22.09.2023
Sobre a Pré-Ciência de Deus, e a providência antecipada dEle, em relação às ações do Mal
Pois como É Onisciente, já providenciou todas as saídas e medidas contra a ação de cada mal superveniente.
Às 16h32 in 10.08.2025
... que jamais
questiones a ignorância
sobre o que deve ser feito
com a sabedoria - a menos
que tua intenção seja
constranger tanto
uma quanto a
outra!
... algo
dentro de mim sempre sabe
aonde meus passos me têm levado -
sobre questões que o destino me
reserva - embora ainda pouco
inclinado a me
contar!
A morte não rouba ninguém
Nildinha Freitas
Um dia, quem sabe, eu saiba mais um pouco sobre esse processo que leva a morte a me alcançar. Uma corrida insana que parece que eu nunca vou ganhar. Mas o que é vencer, afinal? O que é morrer, senão continuar depois e depois?
A vida, essa que tanto estimo e à qual me apego, é um caminho que começa e nunca termina. Só muda o cenário, feito filme. Mas quem continua, protagonista da própria história, sou eu.
Lendo um capítulo bíblico por dia e orando sobre o texto, conclui-se a leitura da Bíblia em quatro anos.
📖🙏
O que o evangelho fala sobre dinheiro?
Não seja preguiçoso nem avarento, mas trabalhe a cada dia para ter o seu pão. 🥖
📖 2 Tessalonicenses 3.10
Compreender a infinitude da vida nos ensina sobre desapegar
Há tantas outras vidas, há tantas outras dimensões do ser
Recordar o passado é não se perder no presente
Para que um dia, as sementes do amanhã floresçam
E lembremos o que plantamos e na época em que plantamos
Casa
Casa não é o teto
sobre quatro colunas e paredes.
Casa é gente
com a alma aquecida de amor.
É onde a gente chega sem medo,
onde a gente pode falar sem dor.
Casa não é só chão
onde a gente pode pisar,
é coração
que pulsa
sem ninguém machucar.
Nildinha Freitas
Rasgo o verbo
Sobre a mesa,
O verso,
Cada palavra.
E, com tudo isso,
Ainda não sei quem sou.
Serei eu um poeta?
Ou apenas um rabisco perdido
Entre os grãos de areia
Da vida?
As cartas estão sobre a mesa,
Embaralho a vida
Como num jogo de azar.
Mas minha maior sorte
É ter você comigo.
Às vezes eu quase te conto
sobre os abismos que carrego no peito, mas tenho medo que o peso das minhas marés
afogue a leveza do teu sorriso.
Não é tristeza,
é intensidade demais
para um mundo que ama raso.
Eu sinto fundo, eu amo largo,
eu me entrego sem margem
de segurança.
Sorrio para todos,
mas é você
quem percebe quando
meu olhar se perde.
Você não entende cada
silêncio meu
— e mesmo assim, fica.
E é por isso que eu te amo:
porque não tenta me consertar,
apenas me abraça como quem diz
“eu não entendo tudo, mas escolho você.”
Porque amar nunca foi sobre equilíbrio, foi sobre entrega —
e eu sempre te amei
com tudo que o mundo nunca viu.
O Nosso Verão
O sol caía como ouro derretido sobre nossas peles,
E a brisa trazia cheiro de mar e de mangueira,
Risos escorriam pelos becos da cidade antiga,
Enquanto a música do verão tocava em cada esquina.
O vento embalava histórias que ninguém contava,
Veleiros de papel flutuavam nos rios da lembrança,
E nossas mãos, cúmplices, desenhavam no ar
Mapas secretos de cidades, de amores, de esperanças.
As cores do entardecer tingiam nossas sombras,
Laranjas, violetas e vermelhos de promessa,
Enquanto o cheiro de café e pão quente da rua
Misturava-se ao perfume dos nossos sonhos.
Mesmo quando o inverno tentou apagar a memória,
O calor voltou em lembranças de ruas e risos,
Guardando o nosso verão em versos e saudade,
Como quem transforma o tempo em poesia viva.
Você é um enigma deixado sobre a mesa do meu peito, uma caixa antiga sem manual, cheia de símbolos que não se repetem.
Cada gesto seu muda a ordem das peças, e eu quebro a cabeça, não por falta de entender, mas porque decifrar você exige mais sentir do que pensar.
É SOBRE SABER AMAR...
Sobre se doar para o outro sem pedir nada em troca
Sobre simplesmente estar do lado assistindo ao pôr do sol juntos
Sobre ir para a praia de noite, esticar a manta e contemplar as estrelas juntos
Sobre pesquisar a hora exata que a lua nasce e procurar o melhor lugar para vê-la nascer no mar e registrar esse momento juntos
Sobre caminhar de mãos dadas na beira do mar jogar conversa fora e rir a toa juntos
Sobre preparar nosso jantar ouvindo música e quando sua música favorita tocar, aumentar o som e dançar juntos
Sobre ter maturidade suficiente para entender que não existe perfeição e enaltecer as qualidades, aceitar os defeitos e saber conviver com eles
Sobre entender que todos têm suas limitações, saber respeitá-las e aprender com elas
Sobre olhar junto para o mesmo horizonte e caminhar junto com o mesmo objetivo
É sobre compreender que a tarefa não é fácil, mas se possível suavizá-la, tornando-a leve e gostosa de viver!
Quando louvamos, entronizamos Deus como Rei sobre a situação.
O louvor coloca o foco no poder de Deus e não no poder do inimigo.
Vivem te avaliando geralmente:não é sobre você, é sobre o que você carrega!
Não suportam ver alguém permanecer firme mesmo ferido.
Não entendem a tua entrega a Deus, então tentam te reduzir.
Julgam porque não conseguem discernir.
Isso aconteceu com Jesus: “E espiavam-no, se o curaria no sábado, para o acusarem” (Marcos 3:2). Viu? Eles também ficaram vigiando Jesus, esperando um erro. Se fizeram isso com o Filho de Deus, imagina com você? Essa guerra não é natural, é espiritual.
Guarde seu coração.
