Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Não sou de forçar as coisas, mas com você eu estiquei a corda toda, ela arrebentou e eu caí. E apesar de todos esses esforços equivocados e desnecessários, de alguém bobo, inexperiente perante a vida, você nem ao menos sabe quem sou. Nunca pude mostrar-lhe. Entendo que não posso mais juntar o “leite derramado”, pelo menos entendi que não se força nada. Não tenho o seu amor, mas entendi que só preciso ser eu e nada mais.
Oferecer ajuda é atitude maravilhosa, louvável. Por outro lado, fazer por conta própria algo que julga ser a ajuda da qual o outro precisa é arriscar-se copiosamente. Cuidado com o ego!
"... mais provável, porém, é que todos os homens,de alguma maneira, tenham subestimado o que Cristo pode fazer e fará, vistoque seu poder permeia todas as esferas, todos os mundos e todos os seres. É impossível que alguma coisa esteja fora do alcance de seu poder".
E quando o coração não quer esvaziar de outrem... que te preencheu das suas melhores essências (...).
Aprender fazer o bem e ter prazer crescente nisso é caminhar para o gozo da plena liberdade porque são incontáveis os terrenos neste mundo que carecem da semeadura do verdadeiro amor.
