Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Depus as máscaras. Vesti-me a memoria a meio tom nas luzes das manhãs. Nessa incerteza nem a sombra encontrei beleza no crepúsculo de viver.
Às vezes, na escuridão da noite e no silêncio da alma, me pergunto: o que seria de mim sem as minhas orações? Sem resposta. Fecho meus olhos, e percebo que devo orar muito mais.
Olhos brilhando assim ela me olhava já se enchendo de lagrimas, mas não eram lagrimas de tristeza muito menos de amor, era apena uma despedida, pra quem seu coração machucou.
Ontem conheci um garoto, conversamos bastante coisa e foi legal, passamos a noite juntos dando risada, e ai amanheceu, e voltamos a realidade.
Talvez, eu não seja o melhor colírio para teu olhos, o melhor encanto para teu olhar ou aquele sorriso que te agrada. Mas quem sabe, posso ser o melhor remédio para sua dor, a alegria para sua tristeza, o sorriso na hora da angústia, a companhia na hora da solidão e o melhor inquilino para o teu coração. E quem sabe assim, saberás enxergar aquilo que realmente importa e não apenas o que seus olhos te enganam
Há um grande vão, odeio isso, o receio e a timidez me consome, é primavera e a mim só resta o silêncio.
As consequências podem nos fazer tomar decisões trágicas, mas nossos sentimentos raízes sempre estarão crescendo.
