Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Para se construir um grande amor é necessário a medida exata de dois corações... Um coração é pouco e três corações são demais !!!
Todas minha relações são de amor e ódio... Só que umas com mais amor e outras com mais ódio... Sou assim, não consigo ser indiferente ...
A razão é o princípio da verdade, não do amor, porém não há verdade sem amor nem amor sem verdade. Não amamos porque sentimos amor, amamos porque Cristo, que é a verdade, ensinou-nos a amar. Por isso, é preciso aprender a amar! Mesmo com um coração sem razão, ainda assim, é preciso aprender a amar!
A gente coloca muito a expectativa no amor romântico, mas nossos maiores amores são os nossos amigos, nossas amigas.
Somos cheios de falhas, erros, imperfeições… mas também somos cheios de sonhos, amor, fé, gratidão e esperança. Somos feitos de altos e baixos, de fracassos e conquistas, aprendizados e lições, paciência e braveza. Somos equilíbrio, somos nossas próprias construções.
O amor é lindo, mas às vezes nos causa medo. Ah, mas se causa medo não é amor?! Sim, é amor, mas o amor dá medo por não querer ser magoado, por sempre nos dar demais e não ser o suficiente... e acaba nos dando medo de amar!
Quando temos emoções fortes, como o amor e a alegria intensa ou tristeza, raiva... ativamos nossos campos energéticos e com isso ativamos as glândulas de nosso corpo, também conhecidas como chakras. Ficamos sensíveis, emanamos e captamos vibrações, recebendo mensagens de outras dimensões. Geralmente nos é ensinado á mentalizar amor e gratidão para que possamos nos conectar com essas outras dimensões de uma forma mais sutil, sem nos desgastar com a raiva ou tristeza, que acabam drenando nossas energias.
