Sexta

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13/10/2023 sexta - feira

Sexta 13 de outubro de 2023 "tive outro sonho, com 2 cavaleiros de fogo"

"Sonho com Homens em Chamas"

"Essa noite tive um sonho onde eu via 2 luzes gigantes no céu e elas ficaram próximas de mim, quando observei melhor, havia 2 homens sobre dois cavalos, um atrás, outro na frente quase que ao lado um do outro.
Então, observei que eles eram o próprio fogo, tanto os homens quanto os cavalos, eram como labaredas de fogo ardente e gigante, como se estivessem dentro de uma enorme fogueira, mas eles eram o próprio fogo. Eu não sentia nada, além de apenas uma hesitação, em saber quem eles eram."

Tem algo curioso na tal da Sexta-feira Santa. Eu fico observando como se fosse uma peça de teatro que todo mundo conhece o roteiro, mas ninguém lembra exatamente quem escreveu. Dizem que foi nesse dia que Cristo morreu. Dizem com tanta certeza que parece até que alguém estava lá com um relógio na mão, anotando data e horário, como quem marca consulta médica. Mas, no fundo, ninguém sabe ao certo. E mesmo assim, todo mundo respeita. Ou pelo menos finge respeitar, que às vezes dá no mesmo.


Aí chega o dia e, de repente, o mundo desacelera. A carne some dos pratos como se tivesse sido proibida por decreto celestial. O peixe vira protagonista, coitado, como se tivesse menos culpa no enredo da existência. Eu fico pensando no peixe, nadando tranquilamente dias antes, sem imaginar que seria promovido a refeição oficial da consciência aliviada. Porque não é sobre o peixe, nunca foi. É sobre a sensação de estar fazendo a coisa certa, nem que seja só por um dia.


E o medo… ah, o medo ganha um brilho especial. Tem gente que não varre a casa, não ouve música, não ri alto, não faz nada que pareça “errado”. Como se o céu estivesse mais atento, com uma prancheta na mão, anotando comportamentos. Mas aí eu penso com uma certa ironia silenciosa, dessas que a gente nem comenta em voz alta… nos outros dias, os mesmos que hoje se recolhem, vivem sem esse cuidado todo. Falam o que machuca, fazem o que sabem que não deveriam, ignoram o que pede atenção. Mas hoje… hoje não pode.


É um tipo de fé curiosa, meio seletiva, meio episódica. Como se a consciência tivesse um calendário próprio, funcionando só em datas comemorativas. E eu não digo isso com julgamento, digo com aquele olhar de quem percebe a contradição e, ao mesmo tempo, se reconhece nela. Porque, no fim, todo mundo tem um pouco disso. Esse desejo de ser melhor… mas só quando é conveniente, só quando o ambiente pede.


E mesmo assim, apesar de tudo, existe algo bonito ali. Existe um silêncio diferente no ar, uma pausa que não acontece em dias comuns. Uma tentativa, ainda que breve, de lembrar que existe algo maior, algo que pede reflexão, cuidado, presença. A Sexta-feira Santa não é sobre saber a data exata. É sobre o que a gente faz com a ideia dela. É sobre o símbolo.


O problema é que o símbolo dura pouco. No dia seguinte, tudo volta. A carne volta, o barulho volta, a pressa volta, as falhas voltam com força total, como se estivessem só esperando o sinal verde. E aquela consciência que parecia tão sensível… adormece de novo.


Talvez o ponto nunca tenha sido o peixe, o silêncio ou o medo. Talvez fosse sobre manter, pelo menos um pouco, aquilo que a gente só lembra de sentir nesse dia. Um pouco mais de cuidado, um pouco mais de respeito, um pouco mais de verdade nas atitudes, não só no calendário.


Porque fé de um dia só é quase como um feriado da alma. Descansa, aparece bonita, mas não muda a rotina.


E no fim, eu fico com essa sensação meio irônica, meio melancólica… de que a gente sabe o caminho, só não gosta muito de caminhar nele por muito tempo.


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06:41 am - sexta-feira 21 de janeiro


Estou aqui sentada no batente do meu banheiro, após escrever sobre um sonho bem tenso!
Mas, nesse momento estou a escrever outro, antes que eu me esqueça dos detalhes.
Acordei em meio a um súbito, nessa manhã...
Os galos estavam cantando e eu estava com a cabeça toda enfiada no lençol, por causa de tantos pernilongos.
Eu estava com os olhos fechados e ouvia os sinos da igreja tocar e pensei ter ouvido 3 batidas.
Ou seja, 3 horas da manhã.
Mas, logo abri os olhos e descobri que já era dia, pelas frestas das telhas no teto.
Eu fiquei até surpresa por ter me enganado com o horário! Rsrrs


Mas, deve ser porque acordei nas últimas 3 badaladas do sino.


Bom, no sonho eu estava com meu marido descendo uma ladeira bem conhecida aqui da cidade, e era noite.


Eu estava com o meu celular e lembro também da roupa que eu estava!


Tênis preto com cadarço branco, short curto e uma blusinha simples.


Estava eu bem bonita, parece que a gente estava voltando de alguma festa, porque meu cabelo estava arrumado.


A gente dava gargalhadas e foi quando uma moto com dois garotos se aproximou e eles ficaram a nos olhar.


Vimos que eles estavam indo em direção oposta, mas quando nos observaram deram meia volta e retornaram rumo á nossa direção.


Os sujeitos eram bem estranhos...
Magros e usavam short jeans e camisas folgadas, meio desbotadas e estavam de chinelos havaianas.


A moto era uma biz preta.


Percebi que eles estavam querendo nos assaltar, porque estávamos bem trajados á vista deles.


Logo pensei no meu celular, o único que eu tinha, com todos os aplicativos nele de suma importância para mim.


Peguei ele rapidamente e coloquei dentro da minha blusa, porém ficou totalmente visível!
Mas, era torcer para que eles não percebessem, até porque minha blusa era bem fina, além de ser uma regatinha.


"Os caras" retornaram e pararam bem á nossa frente.
O de trás nos observava com aquele olhar de "bandidão" com braços cruzados e com a expressão de muita maldade.


Eu e meu marido disfarçamos!


Começamos a falar alto e dar muitas gargalhadas, de algum assunto inventado na hora.
Só para convencer eles, que aparentemente não tínhamos nada para que roubassem e ainda por cima parecíamos que estávamos totalmente bêbados.


Atuamos direitinho! Hehehe 😅
Tanto que os indivíduos logo aceleraram a moto e partiram na mesma direção.


Ficamos aliviados!


Mesmo assim, a rua estava bastante escura e resolvi não arriscar.


Peguei meu celular da blusa e enfiei dentro da calcinha, na parte da frente!
E não gostei da idéia, mas por precaução era melhor fazer isso ou corria o risco de novamente aparecer aquele tipo de indivíduos.


Afinal, estávamos um pouco distante de casa e teríamos que caminhar um bom pedaço!


Enfim, deu tudo certo e eu acordei com o canto dos galos e as badaladas da igreja, pelas quais achei ser 3 da manhã!
Devido eu acordar ouvindo às 3 últimas badaladas.


Só depois de um tempinho, alguns minutos depois, levantei para ir ao banheiro e peguei o celular para escrever esse sonho doido e olhei que era 6 horas da manhã.


Agora são exatamente 07:04 da manhã de uma sexta-feira e tenho que acordar meu marido para ir trabalhar.


Ele sai às 8!

[Superstições]


Encontrar aquela gata de preto
Em plena sexta-feira 13,
Foi sorte demais
Pruma vida só.


(Michel F.M. - Altas do Cosmos para Noites Nebulosas - Trilogia Mestre dos Pretextos)

Roma.

Era uma sexta feira
Acordei as sete e meia
De pijama levantei, sentei
Na cadeira, tomei o meu
Chá, aquele faz de conta
Tinha acabado de acabar
Meu amor havia lido Roma
Feito as malas e ido embora
Me conformei com a tragédia
Em uma segunda feira qualquer
No parque ou na Praça, alguém
Vai me ler de trás pra frente e
Ainda ler amor ao invés de Roma.

⁠O bom dessas semanas recheadas de sexta-feira, é o Maravilhoso risco que corremos em Aprender e Gostar de ser Feliz todo dia.

⁠⁠A felicidade nunca foi essa coisa toda que muitos esperam encontrar na sexta-feira. Mas sempre foi aquilo tudo que poucos encontram nos outros dias.

O homem pode pregar na praça na quinta, na rua na sexta e na igreja no domingo, mas, se negligenciar a prática da oração, arma uma cilada para os próprios pés.

O homem pode pregar na rua na quinta, na praça na sexta e na igreja no domingo, mas se ele negligencia a prática da oração, acaba criando uma armadilha para os próprios pés. É por isso que muitos pregadores vão para a cama com o coração pesado e acordam com o espírito amargo.

Depois de amanhã é quarta-feira e tu poderás dizer: "Depois de amanhã é sexta-feira".

Inserida por wilsonnakao

Ae! Hoje é terça-feira! Amanhã é quarta-feira e tu poderás dizer: "Depois de amanhã é sexta-feira".

Inserida por wilsonnakao

Ae! Hoje é quarta-feira! Depois de amanhã é sexta-feira.

Inserida por wilsonnakao

A noite de domingo é quando bate aquela saudade da noite de sexta.

Inserida por oartista

Sexta feira, promotora do milagre do bom humor e da felicidade que dura desde sua chegada até a manhã de domingo. Ela nos causa nostalgia quando escutamos a voz do Faustão e a musiquinha do Fantástico. A coitada da Segunda feira "paga o pato" sendo o dia mundial do mau humor da maioria.

Inserida por jufranciosi

Em tempo: a sexta-feira é santa, não eu. Então...

Inserida por liemalgumlugar

Lembro-me como se estivesse acontecido a alguns segundos,em plena uma sexta feira 13 você aparece,e logo o coração aperta em alguns segundos,sem reação fiquei paralisada pensando se me jogaria em seus braços ou se me deitava no asfalto e começava a chorar. Naquele momento,percebi que o tempo passa e que pequenas palavras mudam uma pessoa,percebi que todo aquele conto de fadas não voltaria mais e que não o teria mais em meu lado,dizendo-o que o amo e rindo de nossos “planos” para o futuro.Agora sinto em meu coração,uma dor imensa sem saber explicar como esse amor aumentou e hoje me deixa cada vez mais triste.Espero que exista mesmo vida após a morte e que aquele pequeno te amo se transforme em case-se comigo e que vire um felizes para sempre.

Inserida por EduardaFerreira

19 anos ele tinha...
Era só mais uma sexta a noite
O computador ligado com o Word aberto, e o cursor que piscava
Uma garrafa de wisk ao lado, e pela janela na rua chovia
Já era tarde, e com a solidão ele bebia, outra dose de saudade, misturada com melancolia
Quase 5 da manha, e na rua... chovia chovia
Uma simples noite chuvosa, uma garrafa de wisk barato, um garoto de 19 anos, sozinho no quarto

Inserida por marcuspatrick

É quando você chega que segunda vira sexta!

Inserida por davidjosephpassos

Sexta-feira

Ai... o que seria de mim, sem tu, Vênus?
Dama de companhia, sem trabalhos...
... sob um passo para pensamentos insanos
e quilômetros para grandes laços?
O que seria de mim?
A majestosa arte de tua vinda
abrilhanta tanto meu ego,
que não canso de gritar-te: linda!
Seja em latim, mirandês ou galego.
O que seria de mim?
Só de ouvir-te nas bocas do povo
morro de amor por dizerem:
- neste dia eu me renovo!
Viva a venerdi, venerdi, venerdi!

Inserida por alfaromeutintin

SEXTA 13

Um dia como outro qualquer
Mas há quem diga que não é
O que há de errado com o dia 13 do mês
quando cai no dia da semana 6?

Quem vê como um dia sorte
se mantém forte
E uma outra porcentagem
em que se ausenta a coragem,
tudo parece visagem.

Medo pra quê?
Pra que superstição?
Pois outras sextas como esta virão
Mas se vir um gato preto, mude de direção!

Inserida por aillondias