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Ser Humano

Cerca de 12179 frases e pensamentos: Ser Humano

A maior e mais profunda herança que o ser humano pode deixar após morrer é o amor dentro do coração de cada pessoa que conheceu durante sua vida.

Filosofia é uma atividade natural de qualquer ser humano que pensa.

Não existe liberdade enquanto o ser humano precisar de necessidades básicas para viver.
Pode até se sentir livre, mas não será livre de fato.


Liberdade é existir sem precisar de nada. Ninguém é livre.

⁠Um ser humano traiçoeiro é como a ventania, desmantela totalmente por onde atravessa .

Olhar para o ser humano!
É enchergar o outro com a cosmovisão única.
Dentro de um único código de valores, crenças e preconceitos.
Tendo apenas uma única vida, e experiências como base.
É julgar o outro sem conhecê-lo
Sem experimentá-lo
Sem testá-lo.
Sem permitir que ele demonstre quem ele realmente é.
Uma única vida, não serve de base para conceituar uma outra vida.
Leva toda uma vida, para se tentar conhecer a outra vida.
E estas vidas, que se permitem conhecer e serem conhecidas,
Se surpreenderam conhecendo a vida um do outro.
Pois se envolver com o outro, é se relacionar com os vários outros, que esse outro se relacionou ou estar a se relacionar.
Envolve quem o formou, o traumatizou, o valorizou, o namorou, e muitos que estão ao seu lado na caminhada.
É olhar sobre várias óticas, o indivíduo que estar lutando para viver nesta Terra.
Por isso é importante amar o ser humano.
Da mesma maneira que Deus ama.
Pois só o amor tem o poder de transformar.
Pois Deus é "amor", e ele vai para sempre te amar.
Só se permita ser amado.
Se liga!!!(:

O ser humano condenou o mundo no instante em que surgiu
nele. Pessoas distantes de qualquer pureza; suas mentes são
uma recriação constante do pecado.

Cada ser humano carrega sua dor, nem sempre estamos prontos pra tudo, às vezes tudo desaba e tá tudo bem.

⁠O ser humano é como um inseto que perturba uma parte do corpo do Universo. Com Sua mão, desfere um tapa e o esmaga. A única coisa que sobra é o sangue espalhado por todos os lados; isto é, a maior evidência de sua gritante fragilidade. Suprimindo-se, com isso, sua INSIGNIFICANTE existência.

12.04.2021 às 05h56

O ser humano está morrendo pela própria irresponsabilidade alimentar.

A cada avanço tecnológico, o ser humano perde mais um pouco do seu próprio lugar.

Enquanto cria máquinas mais eficientes, o ser humano perde o protagonismo da própria história.

Os animais são alguns dos melhores amigos que o ser humano pode ter: leais, sinceros e sem maldade.

O pior do ser humano é a facilidade com que manipula as pessoas.

O pior do ser humano não é manipular pessoas, é fazer isso com tanta naturalidade que passa a chamar de convivência.

Na tentativa de evoluir com máquinas, o ser humano começou a desaparecer.

O ser humano não foi dominado pelas máquinas, foi substituído por escolha própria.

A ciência traz cura e esperança ao ser humano.

A vergonha é o último limite do ser humano. Quando ela cai, tudo desaba junto

Tenho medo do ser humano, porque nem sempre quem sorri é quem cuida.

Até onde o ser humano vai…
Não na medida do que possui, nem na velocidade com que corre, mas na profundidade de suas escolhas — porque cada decisão, por menor que pareça, deixa marcas em sua vida e na sociedade inteira. Cada gesto ecoa; cada silêncio influencia. Cada olhar, cada omissão constrói ou corrói, muitas vezes sem que sequer percebamos.
Dentro de cada pessoa existe um universo silencioso: memórias que moldam reações, dores que ensinam resistência, silêncios que guardam verdades e sonhos que insistem em sobreviver. Nenhum comportamento nasce do nada. Nenhuma ação é isolada. E é nessa complexidade que repousa nossa responsabilidade — mesmo o mais discreto dos atos reverbera, tocando vidas que nunca conheceremos, influenciando caminhos que nunca veremos.
A história nos confronta com extremos que desafiam a compreensão. O Holocausto revela até onde a indiferença coletiva pode levar, transformando pessoas comuns em agentes da desumanização. Mas, ao mesmo tempo, trajetórias como a de Nelson Mandela mostram que dignidade, perdão e reconciliação podem florescer mesmo após as maiores feridas. Não há aqui juízo. Há alerta, há reflexão: cada escolha tem consequências.
A psicologia nos oferece lentes para compreender essas decisões. Viktor Frankl lembrava que, mesmo em meio à dor extrema, ainda existe a liberdade de escolher nossa própria atitude. Essa liberdade é silenciosa, íntima, quase imperceptível — mas suficiente para transformar vidas e, aos poucos, influenciar sociedades.
A psicanálise nos revela que dentro de cada pessoa há uma tensão constante: impulsos, desejos, medos, consciência. Sigmund Freud nos ensina que reconhecer essas forças não é fraqueza; é maturidade. Ignorá-las ou projetá-las no mundo gera sofrimento; integrá-las gera humanidade.
E a biologia nos lembra que não somos apenas decisões conscientes. Nossos neurônios, hormônios e circuitos cerebrais moldam emoções, empatia, medo e compaixão. Somos seres sociais desde a base, e nossa própria biologia nos conecta aos outros, mostrando que o cuidado pelo próximo é tanto instinto quanto escolha consciente.
O que nos torna humanos é justamente essa interseção entre corpo, mente e inconsciente: o corpo que sente, a mente que percebe, o inconsciente que lembra. Quando conseguimos perceber esses três aspectos, nossas escolhas de agir com empatia e responsabilidade deixam de ser apenas éticas — tornam-se inevitáveis, naturais, silenciosamente poderosas.
O ser humano se expande quando olha o outro com empatia.
Se retrai quando ignora o impacto de suas ações.
Avança quando enfrenta suas próprias sombras.
Transcende quando escolhe compreender em vez de endurecer.
Há grandeza em preservar a sensibilidade em meio à dureza do mundo.
Há força em escutar antes de reagir.
Há maturidade em admitir falhas sem perder a dignidade.
Refletir sobre até onde o ser humano vai é um chamado à lucidez, à empatia e à atenção plena. Cada decisão, cada gesto, cada silêncio constrói não apenas a vida de quem age, mas a sociedade que compartilhamos, invisível e tangível ao mesmo tempo.
E talvez seja nesse equilíbrio — entre consciência e instinto, sombra e luz, corpo e mente, individualidade e coletivo — que repousa o verdadeiro limite do ser humano.
Um limite silencioso, profundo e definitivo, que não muda nem se negocia: o ponto mais alto da humanidade não se mede pelo quanto domina, mas pelo quanto escolhe amar, compreender e respeitar. É nessa escolha constante que reside a grandeza que ninguém pode tirar, nem o tempo, nem o mundo, nem nós mesmos.