Ser Humano
✍🏻O encontro mais difícil para o ser humano é consigo mesmo. Entrar nas "Minas do Rei Salomão" e perceber a claridade da riqueza e a escuridão no interior da mina.
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A jornada solitária é a caminhada individual que cada ser humano deve trilhar para cumprir sua missão única, independentemente das massas que giram a máquina da civilização, resultando em um aumento da lucidez e do discernimento pessoal.
O ser humano transformou a compaixão em uma fraqueza a ser explorada e a cautela em uma necessidade.
Quando penso que estou inteiro, descubro novas rachaduras, e percebo que ser humano é aprender a cair com elegância, a aceitação do próprio caos é libertadora, quem tenta ser perfeito morre antes de viver, eu prefiro ser real, mesmo que doa.
O Consolador prometido por Jesus cumpre o seu mais alto desígnio — o de restaurar no ser humano a consciência da imortalidade e da fraternidade universal.
Porque, afinal, o mundo não se transformará por novas teorias, mas por almas evangelizadas que vivem o bem silenciosamente.
Quando o Espiritismo sai de nós, o Cristo volta a caminhar entre os homens — não nos templos de pedra, mas nos santuários da consciência, onde a caridade se faz verbo e o amor se faz lei.
Reflexão:
“Sede, pois, o Evangelho que o mundo pode ler, a lição que não se pronuncia, mas que se sente.”
A maior e mais profunda herança que o ser humano pode deixar após morrer é o amor dentro do coração de cada pessoa que conheceu durante sua vida.
Não existe liberdade enquanto o ser humano precisar de necessidades básicas para viver.
Pode até se sentir livre, mas não será livre de fato.
Liberdade é existir sem precisar de nada. Ninguém é livre.
Nada é mais precioso para o ser humano do que ter o Espírito Santo guiando a sua vida, habitando em seu ser e andando consigo onde quer que vá. Ele tem Sua mão sustentando-o, sendo a sua segurança e o seu consolo em todas as horas difíceis. Ester Bezerra
O ser humano de alto valor, vale bem mais e é tão parecido como o diamante natural colorido.
A gema, do diamante nasce de uma molécula de carbono o que lhe confere semelhança com a vida, e é elevado a altas temperaturas e pressões, quando cristaliza se. Assim como o ser humano, que comparativamente nas mesmas condições, deixa de apenas existir e passa a viver com sentido, para grande obra colorida, na humanidade, fazendo se, se tornar forte, bom e imprescindível para todos no seu momento de existência e passagem,
nesta dimensão.
O ser humano é o único animal pensante na Terra que não aprende com seu próprio erro nem com o erro dos outros.
Nenhum ser humano é superior ao outro, pois todos seguimos o mesmo caminho da experiência, com as mesmas dúvidas e os mesmos desejos de entendimento.
“A ciência suave de amar”
Amar é um estado químico que aprende a ser humano.
Começa no corpo antes de virar escolha.
No início, o amor é dopamina em festa: euforia, foco absoluto, aquela vontade quase infantil de estar perto, de repetir o encontro, a conversa, o cheiro. É o cérebro dizendo “mais disso, por favor”. A pessoa vira ideia fixa, não por fraqueza, mas porque a serotonina cai e a mente passa a orbitar um só nome — como se pensar nela fosse um hábito involuntário.
Aí vem o frio na barriga: a noradrenalina e a adrenalina aceleram o coração, suam as mãos, deixam tudo mais vivo. O amor, nessa fase, é risco gostoso. É expectativa. É o corpo em alerta, como quem sabe que algo importante está acontecendo.
Com o tempo — se houver cuidado — a química muda de tom.
A paixão barulhenta aprende a falar baixo.
Surge a ocitocina, que não grita, mas fica. Ela constrói confiança, abrigo, vínculo. É o conforto do abraço que acalma, da presença que não exige performance. O amor amadurece quando deixa de ser só fogo e vira lareira: menos urgente, mais constante. A vasopressina entra em cena e sustenta a ideia de “nós” ao longo do tempo.
Então, pelas experiências humanas, amar é isso:
Um processo onde o corpo se apaixona primeiro
e o coração aprende depois a ficar.
Amor não é só química — mas também não existe sem ela.
É quando os hormônios acendem a chama,
e as escolhas diárias decidem mantê-la acesa.
