Ser Humano
O ser humano, por mais transparente que pareça, sempre resguarda um recanto íntimo e inviolável em seu coração, onde repousam segredos e sonhos que, embora inalcançáveis, são parte integrante da riqueza e da profundidade de sua alma.
O ser humano é, em essência, o reflexo do conhecimento que acolhe e da coragem que ousa, tornando-se, assim, o arquiteto de sua própria existência e o guardião de seu destino.
Têm pessoas que surgem em nossas vidas para tentar nos fazer desacreditar no ser humano.
Mas não ceda!
Há sim, ainda, seres humanos que merecem nosso respeito, carinho e atenção. E são muitos!
✍🏻O encontro mais difícil para o ser humano é consigo mesmo. Entrar nas "Minas do Rei Salomão" e perceber a claridade da riqueza e a escuridão no interior da mina.
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Uma atitude que poderia ajudar o mundo a ser um pouco melhor: O ser humano SER um pouco mais HUMANO
O maior erro do ser humano foi dialogar com a serpente, com serpente não tem diálogo, devemos pisar na cabeça dela ou jogar na fogueira.
(Jefferson Santos)
Desde as mais antigas tradições espirituais, o ser humano interroga-se acerca do sentido último da existência, da natureza da vida e do mistério da morte. Em diferentes épocas e civilizações, essa inquietação assumiu formas variadas, mas sempre convergiu para um mesmo ponto: a tensão permanente entre o apego ao transitório e a busca pelo eterno.
Nos Vedas, encontra-se a emblemática narrativa de Nachiketa, que se dirige a Yama, o senhor da morte, para solicitar-lhe a imortalidade. Diante do pedido, Yama recusa-se a concedê-la, explicando-lhe que a mortalidade constitui parte essencial do ciclo da existência. A verdadeira imortalidade, ensina-lhe, não se alcança pelo prazer sensível, mas pela compreensão do verdadeiro ser. A libertação, nesse horizonte, nasce do autoconhecimento e da superação das ilusões do mundo fenomênico.
Em perspectiva análoga, o budismo apresenta, no Tripitaka, a parábola da jovem tecelã que pede a Sidarta, já iluminado como Buda, que distribua sabedoria a todos. Em resposta, ele ordena que vá à aldeia e interrogue os habitantes acerca de seus desejos. Ao retornar, ela relata pedidos de riqueza, saúde e poder, mas nenhum pedido por sabedoria. “Como posso oferecer aquilo que não desejam?”, indaga o Buda. A lição é clara: o homem, cativo de suas inclinações imediatas, ignora frequentemente aquilo que lhe é essencial.
No cristianismo, os evangelhos narram o encontro de Jesus com o jovem rico, que lhe pergunta sobre o caminho para a vida eterna. Após afirmar cumprir os mandamentos, o jovem ouve a exigência decisiva: vender seus bens e distribuí-los aos pobres. Incapaz de desapegar-se de suas posses, afasta-se entristecido. A salvação, aqui, não é negada, mas condicionada à renúncia e à liberdade interior.
Essas três narrativas, oriundas de contextos culturais e históricos distintos, convergem para uma mesma verdade antropológica: o ser humano deseja aquilo que não compreende plenamente e apega-se àquilo que o impede de transcender. Busca o conforto do imediato e teme o risco da transformação interior. Prefere o perecível ao eterno, o seguro ao verdadeiro, o visível ao essencial.
Desejamos, assim, o que não entendemos. Esquecemos o que precisamos abandonar. Lutamos pelo transitório, mesmo sabendo de sua fragilidade. Sustentamos o insustentável, por receio de perder aquilo que julgamos ser nosso. E, quando o sacrifício se impõe como condição para a plenitude, ainda assim hesitamos, adiamos e recuamos.
Talvez resida aí o drama fundamental da existência humana: saber, em algum nível, que a vida autêntica exige renúncia, mas não possuir, muitas vezes, a coragem de realizá-la. Entre o chamado da transcendência e o peso do apego, movemo-nos em permanente ambiguidade. E é nesse espaço de tensão que se decide, silenciosamente, o destino espiritual de cada indivíduo.
O ser humano passa a vida desejando que os outros mudem, que a realidade mude. Até que um dia ele muda. Só então percebe que não há nada que precisa ser mudado
Vibrar com o sucesso do outro é uma das características mais bonitas do ser humano. Essaqualidade conecta com o fluxo, e nos move ao sucesso também.
Na cabeça do ser humano, mora bonecos fantasiados, inofensivos, mas, também mora monstros armados, capazes de destruir tudo à sua volta.
O Ser Humano é uma figura ímpar no Reino Animal, mesmo tendo o livre arbítrio para decidir o que faz e o que não faz, ele teve a ousadia de criar um deus e ainda responsabiliza-lo quando suas escolhas dão erradas.
O ser humano poderia viver com os animais sem maus-tratos, sem violência. A vida deles é curta e a nossa, sem eles, é eterna e solitária.
Misericórdia e compaixão são duas palavras de suma importância que o ser humano precisa cultivar, assim como a empatia e as demais palavras que nos torna humano.
O ser humano é engraçado: te abandona na pior fase da sua vida e depois te procura no seu melhor momento.
Tenha fé nos seus sonhos.
Assim como Santos Dumont acreditou que o ser humano podia voar, mesmo quando muitos duvidavam, confie que Deus plantou em você capacidades únicas. Voar não é apenas sair do chão, é ter coragem, persistência e fé para ir além dos limites. Quando você acredita, se prepara e não desiste, seus objetivos ganham asas. Tenha fé: você pode voar rumo à realização dos seus sonhos e objetivos.
Algo terrível
Estou a pensar como ser humano que sou, que não sei o que aí vem! Sei que Jesus Cristo vem; mas até lá me preocupa o que aí vem, ou melhor o que já está no mundo, sem que nós humanos nos apercebemos. Os nossos pais primitivos foram criados a imagem e semelhança de Deus. Deus suprou o fôlego de vida neles e eles viveram. Foram feitos do pó da terra, seres viventes, com corpo, alma e espírito. Até hoje é o que somos neste mundo! Somos criaturas de Deus.
Mas há algo novo que o homem está criando. Algo terrível, em todos os sentidos da vida: A inteligência artificial, a robótica e cibernética. Seres híbridos, meio humanos, meio máquinas. Seres Robô, só máquinas. Seres humanos com implantes em si mesmo que os pode tornar, algo incrível, na cura de doenças, etc, etc. Mas que se algum modo os torna também um pouco electrónicos, novos seres. Então temos que ver aqui algo para refletir. Estes seres humanos, robóticos e híbridos, conforme o programa que fôr colocado neles! Por um lado podem ser calmos e não agressivos...! Mas podem também ser usados como armas de guerra, prontos a matar os seres humanos. Nós enquanto humanos que somos temos liberdade e uma vontade própria de agir, matar ou não matar. Já estes seres matam se misericórdia na guerra. A sua função não é ter compaixão, mas matar.
No entanto existem outros como os híbridos, que poderão ter algo humano! Ou seja, podem independente da sua natureza de máquina, ter um lado bom, um lado humano! Mas que como máquinas que são. Por vezes, também podem matar, num acesso de colora. Então existem os mais bons e os menos bons! Pergunto até que ponto é que temos autoridade para os destruir? O que são estes híbridos? Homens ou máquinas? Têm alma ou não? Se têm alma, é justo destrui- los? Não vamos dizer que não têm, alma!
Não sei se me faço entender? Helen Musk , já começou com isto, assim como os implantes no cérebro. Ou seja a neuralink! Não sei se me compreendem! Mas a questão não é nada fácil. Eu confesso que me deixa, muito apreensivo estas realidades! O homem está a criar a máquina! O que vai fazer a máquina Depois de criada? Claro que Deus está no controlo, de todas as coisas! A máquina Depois de criada, o que vai fazer? E se a máquina não Parar, e fazer outras máquinas, com outras naturezas? Bem fico por aqui! Que Deus tenha misericórdia!
