Ser Capaz de ser Feliz

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Ser desconhecido é um privilégio.

Ser desconhecido é ser livre.

⁠Ser forte não é sobre quanta força possuímos. É sobre o que fazemos com ela. Força sem a inteligência, é apenas uma grandeza da física.

Quem vive tentando ser outro alguém, esquece a grandeza de descobrir quem realmente é

O único tempo que existe e que deve ser sabiamente utilizado é o presente, pois, é o único que podemos controlar. ⁠

A pureza da loucura, jamais vai ser subestimada.

A religião sempre falou sobre o diabo, mas nunca mostrou que ele pode ser a parte que te liberta do medo e da culpa.

Acredite
acredita
em você
no seu ser
na sua essência
na luz que traz dentro de sí
no pulsar do seu lindo coração
você não pede para ele bater
ele vibra porque quer manter você
vivo
viva
então pule, cante, grite
se toque, se abrace e sinta você
perceba que você é um ser de luz
de amor
que tenso valor
que és especial
e por mais que o mundo
e que as pessoas façam você acreditar no contrário
não se iluda
não desanime...
diga em frente
e...
pule, cante, grite
se toque, se Abrace e sinta o seu coração:
o amor que flui todos os dias
e que já nasceu contigo
faz parte de ti
gratidão pela sua existência
e por conviver comigo
nesse lindo presente
abraços
felicidades
paz no 💓

QUEM FALA DEMAIS ENTREGA AOS OUTROS AS ARMAS QUE PODERÃO SER USADAS CONTRA SI MESMO.

A pessoa que faz barulho, revela cada plano, expõe todas as emoções e sente necessidade de explicar cada passo torna-se previsível. E, em um mundo onde muitos observam em silêncio, ser previsível pode significar entregar a alguém o poder de antecipar seus movimentos.

Na floresta, o animal que faz barulho denuncia sua posição. Na vida, acontece algo semelhante: quem revela tudo o que pensa, tudo o que sente e tudo o que pretende fazer acaba oferecendo aos outros um mapa de suas vulnerabilidades.

É por isso que o silêncio pode ser uma forma de inteligência.

Não se trata de esconder quem você é, fingir indiferença ou transformar a vida em um jogo de manipulação. Trata-se de compreender que nem todos precisam conhecer seus planos, nem todos merecem acesso às suas fragilidades e nem toda situação exige uma resposta.

Aprenda a observar antes de falar, a pensar antes de reagir e a agir antes de anunciar.

Não transforme seus sonhos em promessas públicas antes de transformá-los em realidade. Não exponha suas feridas a quem procura apenas descobrir onde dói. E não desperdice sua energia tentando convencer pessoas que já decidiram não compreender você.

A maturidade ensina que a discrição protege, a observação esclarece e o autocontrole impede que os outros assumam o comando das nossas emoções.

Quem domina a própria língua evita conflitos desnecessários. Quem domina as próprias emoções não se torna refém das provocações. E quem aprende a ouvir descobre coisas que jamais perceberia enquanto estivesse ocupado demais falando.

Mas existe uma diferença fundamental entre o silêncio de quem tem sabedoria e o silêncio de quem tem medo: o primeiro é uma escolha; o segundo, uma prisão.

Não anuncie cada passo, não explique cada escolha e não revele cada batalha. Construa em silêncio aquilo que o tempo se encarregará de revelar. Porque, muitas vezes, a maior demonstração de força não está em fazer o mundo ouvir a sua voz, mas em ter tanto domínio sobre si mesmo que nenhuma voz externa consegue tirar você do seu caminho.

Orem por mim também! Sou um ser humano, uma pessoa falha que precisa de respeito e de um milagre em minha vida.

Alma do ser é como a correnteza, que guia os homens ao longo do mar da vida

O que significa ser santo

Prezados irmãos e irmãs, bom dia!
Um grande dom do Concílio Vaticano II foi ter recuperado uma visão de Igreja fundada na comunhão e ter voltado a entender também o princípio da autoridade e da hierarquia em tal perspectiva. Isto ajudou-nos a compreender melhor que, enquanto baptizados, todos os cristãos têm igual dignidade diante do Senhor e são irmanados pela mesma vocação, que é a santidade (cf. Const. Lumen gentium, 39-42). Agora, interroguemo-nos: em que consiste esta vocação universal a sermos santos? E como a podemos realizar?
Antes de tudo, devemos ter bem presente que a santidade não é algo que nos propomos sozinhos, que nós obtemos com as nossas qualidades e capacidades. A santidade é um dom, é a dádiva que o Senhor Jesus nos oferece, quando nos toma consigo e nos reveste de Si mesmo, tornando-nos como Ele é. Na Carta aos Efésios, o apóstolo Paulo afirma que «Cristo amou a Igreja e se entregou por ela para a santificar» (Ef 5, 25-26). Eis que, verdadeiramente, a santidade é o rosto mais bonito da Igreja, o aspecto mais belo: é redescobrir-se em comunhão com Deus, na plenitude da sua vida e do seu amor. Então, compreende-se que a santidade não é uma prerrogativa só de alguns: é um dom oferecido a todos, sem excluir ninguém, e por isso constitui o cunho distintivo de cada cristão.
Tudo isto nos leva a compreender que, para ser santo, não é preciso ser bispo, sacerdote ou religioso: não, todos somos chamados a ser santos! Muitas vezes somos tentados a pensar que a santidade só está reservada àqueles que têm a possibilidade de se desapegar dos afazeres normais, para se dedicar exclusivamente à oração. Mas não é assim! Alguns pensam que a santidade é fechar os olhos e fazer cara de santinho! Não, a santidade não é isto! A santidade é algo maior, mais profundo, que Deus nos dá. Aliás, somos chamados a tornar-nos santos precisamente vivendo com amor e oferecendo o testemunho cristão nas ocupações diárias. E cada qual nas condições e situação de vida em que se encontra. Mas tu és consagrado, consagrada? Sê santo vivendo com alegria a tua entrega e o teu ministério. És casado? Sê santo amando e cuidando do teu marido, da tua esposa, como Cristo fez com a Igreja. És baptizado solteiro? Sê santo cumprindo com honestidade e competência o teu trabalho e oferecendo o teu tempo ao serviço dos irmãos. «Mas padre, trabalho numa fábrica; trabalho como contabilista, sempre com os números, ali não se pode ser santo...». «Sim, pode! Podes ser santo lá onde trabalhas. É Deus quem te concede a graça de ser santo, comunicando-se a ti!». Sempre, em cada lugar, é possível ser santo, abrir-se a esta graça que age dentro de nós e nos leva à santidade. És pai, avô? Sê santo, ensinando com paixão aos filhos ou aos netos a conhecer e a seguir Jesus. E é necessária tanta paciência para isto, para ser um bom pai, um bom avô, uma boa mãe, uma boa avó; é necessária tanta paciência, e é nesta paciência que chega a santidade: exercendo a paciência! És catequista, educador, voluntário? Sê santo tornando-te sinal visível do amor de Deus e da sua presença ao nosso lado. Eis: cada condição de vida leva à santidade, sempre! Em casa, na rua, no trabalho, na igreja, naquele momento e na tua condição de vida foi aberto o caminho rumo à santidade. Não desanimeis de percorrer esta senda. É precisamente Deus quem nos dá a graça. O Senhor só pede isto: que permaneçamos em comunhão com Ele e ao serviço dos irmãos.

Papa Francisco

Nota: Palavras do Papa Francisco, 19 de Novembro de 2014

⁠Ao ser tocado pela lua a primeira vez, você nunca mais será o mesmo. Vai sentir falta dela quando olhar pro céu e não encontra-lá. E quando ela aparecer novamente, vai querer saber por onde ela andou todo o tempo que tinha sumido. Ah, o amor. A lua te fará lembrar de tantas coisas. Mesmo que você tente esquecer as vezes, ela sempre te fará lembrar daquela pessoa. 🌒

Não vim ao mundo para apenas passar por ele; vim para ser abrigo.

A ilusão de ser mãe muito cedo a qualquer preço e situação, não se importando com quem seja o parceiro por uma noite não torna nenhuma menina mulher mais adulta ou feliz. Na verdade é um ato de puro egoísmo, irresponsabilidade e infelicidade, que acarretará no sofrimento familiar. Filhos órfãos e abandonados de pais novos vivos, são quase sempre irmãos bastardos criados pelos avós, por mais que recebam carinho são prenuncio de uma revolta calada, desajustes sigilosos e vida dupla, por que não conseguem seguir as orientações passadas, dos mais velhos, sabendo que já não deram certo uma vez.

O ser humano criou máquinas capazes de responder a perguntas complexas, mas ainda enfrenta os maiores mistérios dentro de si mesmo

Há uma forma burocrática de não escutar: protocolar rapidamente aquilo que deveria ser compreendido lentamente. O Prédio que Aprendeu a Escutar denuncia esse mecanismo.

O prédio não precisava ser sobrenatural para ser assombrado; bastava acumular sofrimento suficiente. O Prédio que Aprendeu a Escutar entende a metáfora.

Uma instituição pode ser eficiente e ainda ser surda. O Prédio que Aprendeu a Escutar torna essa surdez visível.

A vida, às vezes, pode não ser justa. Quando queremos muito algo, mas não podemos ter, é triste. Agora, já parou para pensar em gostar de alguém, querer essa pessoa e saber que ela também quer você, mas, ainda assim, sentir medo?

Medo de machucar essa pessoa, de que suas inseguranças atrapalhem a vida dela ou de que seus próprios problemas acabem ferindo alguém que você só queria ver feliz. Às vezes, nem somos nós que causamos os problemas, mas ainda assim temos medo de que eles afetem quem amamos.

Às vezes, tudo isso parece difícil demais. Em outros momentos, parece simples. Mas, apesar de tudo, a vida é linda.

E agora, como alguém que tantas vezes fugiu e colocou os próprios problemas à frente das soluções, quero dizer algo a você que está lendo este texto:

Não tenha medo de amar. Amar é lindo.

Eu nunca senti que fui amado de verdade. Muitas vezes, fui trocado, deixado para trás e precisei lidar com sentimentos que nem sempre soube explicar. Mas, mesmo assim, não há um dia em que eu não pense em amar alguém de verdade e também ser amado.

Às vezes, gostamos de quem não gosta de nós, e tudo bem. Somos imperfeitos, e nem sempre conseguimos aquilo que queremos. Em outras ocasiões, o sentimento é recíproco, mas o medo de falar, de tentar ou de se entregar acaba nos impedindo de viver algo que poderia ser bonito.

Por isso, jamais deixe que seus medos impeçam você de ser quem realmente é. Não deixe que suas inseguranças tirem de você a oportunidade de amar quem ama ou de demonstrar o que sente por alguém. Seja você mesmo, sempre.

Você é uma pessoa maravilhosa, mesmo que nem sempre consiga enxergar isso. E, por mais difícil que seja acreditar, pode existir alguém que goste de você exatamente pelo seu jeito de ser. Alguém que talvez também tenha medo de falar, de se aproximar ou de revelar o que sente.

Então, não seja como eu tantas vezes fui. Não deixe que o medo faça você assistir, de longe, à partida de alguém que gostaria de ter por perto. Se houver reciprocidade, se existir carinho e se ambos quiserem tentar, tenha coragem. Lute pelo que sente, cuide dessa pessoa e demonstre que ela é importante para você.

Eu sei que, às vezes, amar de longe é tudo o que nos resta. Sei que nem sempre podemos estar presentes como gostaríamos, abraçar quando queremos ou cuidar da maneira que sonhamos. Mas, mesmo de longe, continuo torcendo pela felicidade de quem gosto.

E, embora eu saiba que talvez não seja eu a pessoa que ela escolherá, não existe um dia em que eu não deseje que seja. Não há um dia em que eu não tenha medo de perder alguém que se tornou tão importante para mim.

Talvez eu ainda esteja aprendendo a enfrentar meus próprios medos. Talvez ainda tenha muito a melhorar. Mas, se existe algo que aprendi, é que não podemos permitir que o medo de sofrer nos impeça de viver aquilo que faz nosso coração bater mais forte.

Porque, no fim, o arrependimento de não ter tentado também dói. E, às vezes, passamos tanto tempo tentando nos proteger da dor que acabamos nos afastando justamente daquilo que poderia nos fazer felizes.

Por isso, ame. Demonstre. Cuide. Fale o que sente. Não espere ter todas as respostas para dar o primeiro passo. Você não precisa ser perfeito para viver algo bonito, só precisa ter coragem para ser verdadeiro consigo mesmo e com quem está ao seu lado.

Enfim, como costumo dizer em meus textos:

“A vida acaba, mas o que sentimos nas lembranças continua vivendo dentro da gente.”

E talvez seja justamente por isso que valha tanto a pena amar enquanto temos tempo. Porque, no final, não são os medos que queremos guardar, mas as lembranças de tudo aquilo que tivemos coragem de viver.