Ser Capaz de ser Feliz

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⁠Em momentos Difícies que nossa fé vai ser testada de verdade

O ⁠presente é um bem precioso que deve ser vivido intensamente.

A filosofia erige no íntimo da alma do ser racional um santuário de sabedoria, colunas de virtudes que sustentam o homem no bem e na verdade.

Lembrete


Jamais deixe de ser quem você é só pra poder agradar ou ser aceito pelas pessoas.

Menino do coração despedaçado

É, lá vou eu de novo, mais uma vez me entreguei pensando ser a pessoa certa e tô aqui insistindo por atenção, tentando te convencer. Cara, na real, por que isso só acontece comigo? Isso dói muito, tô aqui me despedaçando por dentro.

Há muito o que falar sobre o que é ser Filósofo, mas estas são algumas das características.



Filosofia,
Significa amor à verdade;
Afinidade à verdade.

A busca pela verdade requer do filósofo certas características, a fim de prevalecer somente e nada mais que a verdade, e impõe restrições, a fim de minimizar todo e qualquer desvio da busca pela verdade.

O objeto do Filósofo é o mundo, e dele tenta extrair alguma verdade, utilizando a análise, a lógica, a linguagem, e caso necessário, a experimentação, onde encontramos a ciência.

Um conceito é inválido quando não é baseado no mundo concreto. O Filósofo deve redefinir conceitos inválidos e torná-los válidos, para então usá-los.


O Filósofo deve:

Definir o objeto a ser analisado, a fim de maximizar a busca pela verdade;

Apreciar a vida que tem, pois ela é a única que o permite buscar a verdade;

Seguir uma única filosofia: a busca pela verdade;

Manter-se distante de toda religião ou crença, pois a permanência na convicção o priva de buscar a verdade;


O Filósofo não deve:

O Filósofo não deve, jamais, confiar na linguagem do homem antigo, pois ela é falha; a linguagem contém inúmeros conceitos inválidos, o que dificulta e por vezes trai o filósofo em sua busca, o engana;

Refletir a cerca de um objeto sem antes defini-lo, pois sem a definição, ficará à margem do erro, na impossibilidade de reconhecer o objeto no mundo;

Não deve menosprezar a vida, pois ao fazê-lo, estará menosprezando a busca pela verdade;

Seguir outras filosofias além da busca pela verdade, pois não há filosofia maior que o reconhecimento da sua ignorância e a busca contínua pela verdade;

Aceitar uma religião ou crença, pois caso isso aconteça, o filósofo aceitará parcialidade na busca pela verdade, e não há busca fiel se não houver imparcialidade.

Amar não significa aceitar ser diminuída. O amor-próprio é o limite que colocamos para que ninguém destrua a nossa essência.

Eu vi pessoas torcendo pela minha derrota.
Mas vi nos meus filhos a minha maior vitória.
Ser mãe.

Infeliz será o destino daquele que tentar vencer suas batalhas e ser bem-sucedido em seus ataques, mas que não cultiva o espírito empreendedor, criador; porque o resultado será a perda de tempo exatamente estagnação geral.⁠

Bom dia!
Sou o que quero ser
Porque possuo apenas
Uma vida e nela só tenho uma chance de fazer o que quero. Nao acredite em algo simplesmente porque ouviu!
Boa sexta-feira 🥂🌻
Ery santanna

O Primevo não esquece. Tudo o que a consciência sepulta continua respirando nas profundezas do ser, aguardando apenas um corpo, um gesto ou um sonho por onde possa regressar. Nada do que é essencial desaparece; apenas desce para regiões onde a linguagem já não alcança. E, de tempos em tempos, rompe o silêncio para recordar ao homem que aquilo que ele chama de passado nunca deixou de ser presente.

O sujeito contemporâneo procura fora aquilo que só pode ser erguido por dentro — e, nessa busca, corrói justamente a capacidade de construir. Cada tentativa externa enfraquece o gesto interno, num ciclo que se alimenta de si com precisão implacável. Quanto mais procura, menos encontra; quanto mais acumula, menos sustenta. Não por falta de recursos, mas por abandono do único lugar onde algo, de fato, poderia nascer.

O silêncio tornou-se insuportável não por ser vazio, mas por transbordar do que foi evitado. É nele que se acumulam as verdades adiadas, os afetos não elaborados, as perguntas que não encontraram coragem. A exposição contínua não busca comunicar — busca encobrir. E, assim, quanto mais se fala, mais se foge; porque o silêncio, quando enfim se impõe, não oferece ausência — oferece encontro.

A visibilidade deixou de ser excesso — tornou-se prótese. Não se exibe por abundância, mas por sustentação: sem o olhar do outro, o sujeito não encontra chão suficiente para existir. A audiência não é ornamento, é muleta existencial. E assim, quanto mais se mostra, mais se revela a dependência — não de ser visto, mas de só conseguir ser quando visto.

Nem todo altruísmo nasce do puro desapego — muitas vezes carrega o desejo de permanecer, de ser lembrado, de inscrever o próprio nome no gesto que deveria dissolvê-lo. Raramente é anônimo, e nisso se revela a ambiguidade: há doação, mas também há busca. Talvez, em certos casos, o altruísta não seja a negação do ego, mas sua forma mais refinada — um narcisismo que aprendeu a vestir a máscara da generosidade.

A vaidade contemporânea não é excesso de amor-próprio — é seu colapso. Quem precisa ser visto a todo instante não se afirma: sustenta-se por empréstimo no olhar alheio. Não há transbordamento, há carência organizada; não há centro, há eco. E, assim, a existência deixa de ser presença e torna-se performance contínua — porque, sem testemunha, já não se sabe permanecer.

O mundo se dobra sobre nós como papel velho, e cada escolha é uma dobra que jamais poderá ser desfeita. Entre o que sentimos e o que mostramos, há um abismo silencioso, e todo gesto que acreditamos simples é, na verdade, uma inscrição daquilo que jamais ousamos dizer.

O ser humano moderno arde na ânsia de ser extraordinário, como se o comum fosse uma falha e não a própria teia do mundo. Esquece-se de que a vida não opera por hierarquias nem medalhas; ela apenas pulsa, indiferente aos delírios de grandeza. E é justamente aí que se revela o paradoxo: ser comum já é uma forma secreta de singularidade, pois nada mais raro do que existir sem precisar provar brilho algum.

Há pessoas que confundem intensidade com profundidade e barulho com presença. O ser atento aprende cedo que o essencial não grita: sustenta. Tudo o que é verdadeiro dispensa alarde, porque sabe que o que tem raiz não precisa convencer — apenas existir.

Há quem passe a vida inteira tentando ser entendido e, por isso mesmo, nunca se compreende. O silêncio que nasce da lucidez não é fuga: é seleção. Quando a consciência amadurece, escolhe menos palavras não por pobreza interior, mas porque já sabe onde a fala não alcança.