Sentido da Vida
Descobri que o unico sentido da vida, é seu ciclo e fazemos parte desse ciclo, morremos e mais pessoas nascem. Viva somente sem pensar.
Um dia eu me perguntei qual era o real sentido da vida. Acabei descobrindo que o amor, só o amor é que cura, modifica e restaura.
Quando seguimos nosso sentido de vida, ficamos menos sujeitos a crises pessoais como perda de emprego, dissolução de relacionamentos ou falência.
Há dias em que o sentido da vida se perde com o movimento da ventania que essa vida nos revela.
Mente aberta,corpo solto,coração fechado. Um livro,uma música,um folhetim,uma conversa... Serve de tudo,sabe? Só preciso espairecer,colocar a cabeça e as ideias em ordem,refletir sobre os atos... Perceber o quão fui errada,mas também,ora, ninguém me deu um manual ensinando a lidar com essa vida.Não sabia,estou aprendendo,nunca acerto.Estou tentando aprender.
Continuo na mesma,volto ao começo.
Há dias em que o sentido da vida se deixa perder com o movimento da ventania que essa vida nos revela.
O amor e uma arte que só traz felicidade quando você aprende o sentido da vida e de como vive-la em paz
"O Sentido da Vida e muito maior do que os sentidos físicos podem lhe proporcionar, é preciso ver além para conseguir compreendê-lo."
'O sentido da vida é qualquer um que você acreditar...'
Todo este tempo de vida, e tudo que consigo entender é,
antes eu não sabia do que falava, agora que sei, entendo,
isso não tem valor algum.
O amor, e todas as formas de apego são apenas distrações,
longe disso a existência seria vazia.
A vida é apenas uma vaidade, e se você for realmente sábio, nunca pare, nunca pense, nunca busque um sentido para este aglomerado de excentricidades.
Ninguém foge a lógica do sistema, tudo que foi feito esta na capacidade de se projetar e conceber.
Andei e procurei entender o sentido da vida. Primeiro pensei: o motivo mais simples é o fato de que eu acordei hoje, com saúde e por enquanto com um bom humor, mesmo angustiada. Segundo, foi que antes de sair de casa, minha mãe com um simples "se cuida" mostrou um ligeiro "eu te amo" no fundo, ela me ama e mesmo sem merecer, nasci já sendo amada. Pensei que meu pai sai para trabalhar para me dar uma boa escola e para de vez enquanto sair para comer uma pizza e viajar com a família, não estou pensando em futilidades, mas ele acorda todo dia cedo para que os meus dias sejam melhores, nesse momento ele diz um "eu te amo" sem querer dizer. Vocês entendem isso? Minha amiga de vez enquanto me ajuda com deveres de casa e me acoberta, percebi que nessas horas ela me ama e eu a amo também. Chega um garoto, qualquer e tenta mostrar que ele é o único que ama e é amado. Diz me amar e parte meu coração. E você acha que mesmo tantas pessoas me amando e lutando por mim, eu teria que chorar? Desculpa você é mais um e talvez menos um na minha vida, mas pense que se você é amado, você não partiria o coração dos outros, porque amar é mais do que educação, carinho e gentileza... É confiança e acima de tudo amizade. Ninguém precisa de pena e de fazer favor para os outros e sim de integridade e de mente aberta.
"O sentido da vida"
Se faz em oração
Vida, esperança, canção, coração
Busca... Incessante
Dia! Noite!
Noite! Dia!
Na boléia da vida
Certeza de missão cumprida
Sonhos, sentimentos
Sentimentos e sonhos!
O renascer da vida
Olhar... Palavras!
Na canção da manhã
Num sopro de amor
No sufoco de uma lágrima
Sentido da vida e seu valor
Vida nova...
Desafios, amor, solidão
Esperança, liberdade, saudade
Dias que passarão
Final de dia...
Céu azul...
Na vulpia do meu olhar
O sentido da vida!
( Cleonice Ap. Iori Rosa)
Eu me pergunto qual é o sentido da vida;
Nascer, crescer, desenvolver, morrer;
Em meio tempo, sinto-me um nada.
A angústia que me toma não é a mesma angústia que o outro sente;
O mesmo posso dizer da fome, da sede, da vontade de acabar com toda a tristeza.
Nasço todos os dias ao amanhecer,
Cresço a cada não recebido,
A cada pedra ao chão,
A cada tapa na cara,
A cada término de relacionamento.
Mas o que tenho que fazer?
Desenvolver, aprimorar, não deixar parar o sentido da vida.
Meu corpo pode morrer,
Mas meu eu não morrerá;
Sou Mona Lisa eternizada no quadro de Da Vinci.
É o sentido da vida caindo na rubra rotina mistificada.
A dúvida que não é pretérita, ainda paira no meu pequeno ser;
Amar? Entregar-se para depois se ver só, ao léu, jogado ao vento de Bagdá feito escárnio?
Amar? Lutar pela sede de justiça; criar seu próprio mundo e nesse mundo individualizar-se?
O sentido da vida, questão imensurável, que todos buscam, sangram, amam ou apaixonam-se, enganam-se ou ludibriam, matam em nome do bel prazer que até gozam ou de justiça.
Qual é a visão? preciso informar, é particular!
Nasci de minha mãe, que redundante!
Nasci do Sol, sou filho de zeus, sou um deus.
Faço minha vida, meu universo.
O sentido da vida nasce dentro de mim:
- Assim!!!
A VAIDADE DA VIDA
E qual é o sentido da vida?
Tantos poetas, filósofos e outros gênios morreram tentando descobrir.
Salomão disse que não passa de vaidade
E então se reconhecemos que a vida é vaidade, por que ainda corremos em busca de uma felicidade inexistente e utópica?
As conquistas chegam a nossas mãos embrulhadas e enfeitadas com laços e fitas, e como uma criança mimada que se cansa do brinquedo,
Cansamos destas conquistas e sempre vamos à busca de mais e mais
Para então repetidamente e para o resto de nossas vidas, conseguirmos brinquedos novos, para podermos nos cansar destes também.
Então a nossa busca constante pelo melhor, não passa de vaidade,
A busca incessante pelo amor verdadeiro
Não passa de vaidade
A caça à realização profissional
Não passa de vaidade
Viver é vaidade
E morrer... É privilégio! E então se cessa a busca quimérica
Diálogos da vida e da morte
Ultimamente, tenho pensado sobre o sentido da vida e no sentido da morte. Dormimos e acordamos. A dinâmica da respiração. As contrações do coração e dos pulmões. Processos nos quais estamos diante o tempo todo e quase não damos importância. No plano vivencial, vida e morte não são condições irreconciliáveis, dado que aceitando ou não, convivemos com essas duas realidades. O filósofo estóico Sêneca nos instrui a cada dia sermos organizados como se fosse o último e concluísse a nossa vida. Chama-nos a atenção de que a qualidade de vida é mais decisiva para a nossa felicidade, que não é isenta de conflitos e tristezas, do que a vida na perspectiva cronológica do passar dos anos. Olhar o mundo como se fosse despedida, para fazermos coisas melhores do que já fazíamos e sermos mais do que estávamos acostumados a ser, no sentido de plenitude da existência. São tantas as pessoas que encontrei e que já partiram. O tempo em que vivi com elas jamais será destruído. Trago um Kairós dentro de mim, um santuário feito de memória e recordações. Todavia, estou no Khrónos, no eterno devir, nas infinitas possibilidades para vida, que ao mesmo tempo afeta meu plano vivencial. Como Francisco de Assis, chamo a morte de irmã e vivo no ventre da mãe vida. O Mestre de Nazaré, aquele que tem a eternidade no olhar e no coração ensinou que "se o grão de trigo caindo na terra não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto." A condenação de não morrer é o cárcere da solidão eterna, dado o fechamento para as possibilidades da vida. A semente que não vingou, não pôde ir além de si mesma para dar frutos. Certamente, não é nem um pouco agradável ter uma experiência de morte, e que o diga a semente. Quando ela morre, abandona aquela forma de semente, fixa raízes na terra, cresce em direção ao alto e transborda em frutos. Torna-se uma árvore frondosa. Seus frutos trazem em si sementes da vida e deram mais vida a alguém, mesmo passando pela experiência da morte, da transformação. A mesma comparação aplica-se às alegrias e tristezas da vida. Sofremos com algumas tristezas, para que nossas alegrias sejam inteiras e múltiplas. Isso me faz lembrar muito de Ricardo Reis, um dos personagens de Fernando Pessoa: "Para ser grande, sê inteiro: nada teu exagera ou exclui. Sê todo em cada coisa, põe quanto és no mínimo que fazes. Assim em cada lago a lua toda brilha, porque alta vive." Tiro a lição que humanizar-se é um trabalho para a vida toda, que não pode prescindir dessas experiências de morte. Uma ostra deve ser ferida para produzir pérolas. A humanidade passa por essas experiências para descobrir a possibilidade de ir além de si mesma, para que possa ir fundo à razão de sua existência e se espantar que a vida vive e a morte morre, afinal, o espanto, a admiração, o silêncio frutuoso que precede à palavra falada, escrita e cantada é o alicerce da verdadeira filosofia, que é humilde, não se arroga sábia, todavia, busca a sabedoria e como Sócrates, sabe que nada sabe.
