Sentado a Beira do Caminho

Cerca de 56386 frases e pensamentos: Sentado a Beira do Caminho

Maquinações que temperam a face da desconfiança
escondem-se entre o silêncio e a agonia.

Inserida por BarbaraFuganti

⁠Livra-te das folhas mortas.
Escancara essas portas.
Faz chover na tua horta.
Se feliz! Cultiva o que importa!


Inserida por renato_galvao

Um caminho longo, dolorido, com perdas, com faixas, cartazes, kamikazes, jovens esperançosos. No meio do caminho tem fé , paixão, comoção. No fim do caminho há luz, muita luz. E o brilho que reluz é dos
olhos marejados dos senhores e senhoras que acompanham todo trajeto e trajetória de seus herois. O Brasil pulsa , de novo. No passado , passado a limpo, vibram os Deuses do nosso Olimpo!

Inserida por JorgeRodini

⁠Nunca enrole um autista prometendo o que nunca irá cumprir. Você poderá emaranhar-se na mentira.

Inserida por JAugustoMaiaBaptista

⁠O iludido sabe que a mulher tem outro, mas se ela diz: "Não é o que você está pensando!", ele acredita, até que provem o contrário.

Inserida por JAugustoMaiaBaptista

⁠O ingênuo, impagável, se diz incontrolável e imorrível.

Inserida por JAugustoMaiaBaptista

Má influência não é somente aquela que vem visivelmente incrustada com os cristais do dolo, da má intenção como a conhecemos. A má influência pode vir recheada e coberta com o doce glacê das boas intenções que soam tão belas aos nossos ouvidos desatentos e fazem bem ao nosso ego, mas faz um mal muito maior por fazer apenas parte de uma pauta moral de um ‘ser bonzinho’ que não percebe e nem sofre as consequências, mas apenas influencia no que é de seu interesse convencer.

⁠Só dois tipos de pessoas podem não gostar de mim: as que não me conhecem, e as que me conheceram demais.

O coração da mulher é um labirinto de sutilezas que desafia a mente groseira do homem trapaceiro. Para realmente possuir uma mulher, é preciso pensar como ela, e a primeira coisa a fazer é ganha a sua alma.

Estou com o Ortega e sou um pragmático, porque a poesia mente, embora de forma bonita!

As guerras não têm memória e ninguém se atreve a compreendê-las até não haver vozes para contar o que aconteceu, até chegar o momento em que já ninguém as reconhece e regressam, com outra cara e outro nome, para devorar o que deixaram atrás.

A vida não é como os romances, sabe? Na vida há que tomar partido. E está à vista aquele que o senhor escolheu. O dos que perdem por serem burros.

Vocês são dois assassinos e eu sou uma idiota por acreditar em vocês.

Parte de tirar uma vida é lidar com as conseqüências. Este não é um dos seus videogames. É horrível, é sujo, é real e você precisa ver isso.

Construir este negócio com decência nunca foi feito. Eles vêem um coração mole e eles pensam que é fraqueza.

Estamos loucos por querer algo diferente nesta vida?

Mas a desordem é hoje moda!O belo está no desconcerto; o sublime no que não se entende; o feio é só o que podemos compreender.

Esses instantes em que se revela a trama da nossa existência, pela força de um ritual que reconduziremos com mais prazer ainda por tê-lo infringido, são parênteses mágicos que deixam o coração à beira da alma, porque, fugaz mas intensamente, um pouco de eternidade veio de repente fecundar o tempo. Lá fora o mundo ruge ou dorme, as guerras se inflamam, os homens vivem e morrem, as nações perecem, outras surgem e em breve serão tragadas, e em todo esse barulho e todo esse furor, nessas erupções e nessas ressacas - enquanto o mundo vai, se inflama se dilacera e renasce -, agita-se a vida humana.
Então, bebamos uma xícara de chá.

A verdadeira novidade é aquilo que não envelhece, apesar do tempo. (setsuko no filme As irmãs munakata)

Na ausência da luz, o que prevalece é a escuridão.

Não se devem esquecer os velhos de corpos estragados, os velhos que estão pertinho de uma morte em que os jovens não querem pensar, a inexistente alegria dessas derradeiras horas que deveriam ser aproveitadas a fundo e que são padecidas no tédio, na amargura e na repetição. Não se deve esquecer que o corpo definha, que os amigos morrem, que todos nos esquecem, que o fim é a solidão. Esquecer muito menos que esses velhos foram jovens, que o tempo de uma vida é irrisório, que um dia temos vinte anos e, no dia seguinte, oitenta. [...] Mas entendi muito bem que vida passa num tempinho a à-toa, olhando para os adultos ao meu redor, tão apressados, tão estressados por causa do prazo de vencimento, tão ávidos de agora para não pensarem no amanhã... Mas, se tememos o amanhã, é porque não sabemos construir o presente e, quando não sabemos construir o presente, contamos que amanhã saberemos e nos ferramos, porque amanhã acaba sempre por se tornar hoje, não é mesmo? [...] É preciso viver viver com essa certeza de que envelheceremos e não será bonito, nem bom, nem alegre. E pensar que é agora que importa: construir agora, alguma coisa, a qualquer preço, com todas as nossas forças. Sempre ter na cabeça o asilo de idosos a fim de nos superarmos a cada dia, para tornar cada dia imperecível. Escalar passo a passo nosso próprio Everest e fazê-lo de tal modo que cada passo seja um pouco de eternidade.
O futuro serve para isto: para construir o presente com verdadeiros projetos de pessoas vivas.