Sentada

Cerca de 525 frases e pensamentos: Sentada

Sentada no banco
da Avenida Rio Branco,
Descanso a agonia
e dialogo mentalmente
sobre a perplexidade
ante a covardia,
A beleza da bouganville
me faz companhia,
E logo recupero
a coragem e a alegria.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠”Estava sentada numa tarde de domingo tomando meu café quando me vi perguntando: o que é o amor? Será que amor é aquele sentimento que provoca calafrios e arrepios?!
Será que isso que é o amor?
No mesmo instante em que eu levará a xícara de café em minha boca, fechei meus olhos e perguntei ao meu consciente em busca de uma resposta: o que é o amor?
Nesse mesmo instante veio à imagem dela em minha mente enquanto eu apreciava meu café de olhos fechados... ela estava linda, como ela é linda, linda dos pés a cabeça, dona dos olhos verdes claros como as águas de Maragogi e de sorriso fácil e maroto, assim é ela...Me peguei sorrindo atoa.
Abri meus olhos e olhei para minha mão que estava trêmula segurando a xícara de café e foi aí que eu entendi o que é o amor.”

Inserida por camila_caldeira

Naquele espaço pequeno e confortável sentada em um sofá com algumas almofadas jogadas aleatórias como para me desejar boas vindas. Não me lembrava da decoração. Mas de longe parecia hostil. Fui entrando sem cerimônia e contava na cabeça os minutos que passavam. Do lado de lá olhos que rechacavam qualquer possibilidade de fuga. Não queria fugir. Deveria estar ali mentalizando problemáticas da vida e perguntando a mim mesma questões dolorosas que talvez respondessem traumas e gavetas do passado. Parecia complicado conhecer a mim mesma mas era animador ter as respostas tantas vezes ignoradas. Não saberia dizer por onde começar. A vida me parecia tão evasiva. Era difícil aprofundar e aprofundar até alcançar o gatilho. Era difícil perceber o quão era responsável pelas falhas. Era doloroso cutucar a ferida sem anestésico. De vez em qdo vinha o desejo de maquiar as más tendências e tocar em frente procurando ser menos protagonista. Às vezes querer ser figurante era cômodo. Mas não poderia. Não seria Justo. Viveria minutos de agonia. Somaria angústia misturada com uma pitada de confusão. Mas era natural que fosse assim. Buscava respirar e esperava que as minhas células fossem oxigenadas. Meus olhos estavam secos mas meu coração pulsava a medida que gesticulava achando razão para a maluca tendência de ser distraída e totalmente descuidada. Era sim. Tinha essas deficiências. Precisaria ser mais atenta. Sim. Ser mais cuidadosa e caminhar numa velocidade compatível com a via. Ser menos impulsiva. Sim. Não me perder nadando contra o fluxo. Equilibrar-me. Dosar as reações. Sim. Faria isso. Um dia aprenderia a ser tudo sem transbordar o copo d'água!

Inserida por MaHVillela

Hoje sentada no sofá,
tomando café com pão,
sem vontade de fazer nada, pensei...
Putz! Tá dando tudo muito certo.
Ops! Será que tem alguma coisa errada.

Inserida por HareditaAngel

Sentada no sofá da sala, entregue ao meus pensamentos viajo por lugares que desconheço mas me fascinam. Lugares que encontro em mim mesma quando viajo pelo meu eu.
Ao longe surge teu rosto em um caminho desconhecido mas sigo, sigo ao som enebriante da tua voz e de uma música que soa distante.
Não sei se ouço detalhes ou a distancia, mas sei que me toca e me cola em você !

Inserida por LeoniaTeixeira

E eu vou mesmo te esperar sentada, mas se poupe de me perguntar onde!

Inserida por LiAzevedo

Foi sentada nessa pedra que vivi dias em cinzas rosados,varias vezes quiz mesmo foi tornar isso aqui invisivel para o mundo e silencioso o suficiente para superar meus medos,percebi q cada sentimento intolerante que depositei nesses ares,foi levado aos poucos pelo vento.Acho q vou viver um mundo novo,onde tudo impera a cima da impaciencia,onde eu nao viva todo dia momentaneamente.
Lembro eu,que no inicio essa parte nao passava de um amontoado de folhas,e eu escolhi,apenas uma planta seca para fazer compania a mim e a velha mangueira aqui do lado.Com o tempo ela floreceu e por vzs as lagartas acabaram c as folhas e sei q nao devo descartar a hipotese de elas voltarem.
E sabe quando vc acorda com vontande de dizer foda-se o que pensam de mim?
É...eu acordei assim!
Eu sou feliz,bem desse jeiito marrento,arrogante.Hj eu quero rir na cara da felicidade e dizer:é,fui eu q construi vc.
Quantas vzs duvidaram de mim e me levaram a duvidar de eu mesma?Quantas vzs meu sorrisinho escondeu a maldade dentro de mim?Quantas vzs fui a igreja sem saber ao menos o que estava fazendo?Quantas vezes olhei p um sorriso e disse q aquilo era o bastante pra eu ser feliz?
A duvida esclareceu-se,o sorriso se tornou verdadeiro,a igreja nao é lugar de hipocresia e tenho mais que um sorriso e só por isso me vejo feliz nessa porcaria hipocrita q chamam por ai de mundo.
Nao acordei inspirada,so acordei sincera d mais,vi que o grande ta na pequena capacidade,pq o incapaz so existe na teoria,no meu drama diario.Uma coisa foi levando a outra e esse sentimento virou uma "bola d neve" em pleno verao,q coisa heim?
Poiseh' a situacao ficou critica,nao so critica,mas critica msm,assim como aquela musica do antigo rock q um dia o mundo curtiu.
Agora é hra voutar pro mundo,manda mais uma garrafa de wisk pq da proxima essa acaba.

Inserida por Geovanaguedes

"Eu aqui sozinha,sentada,onde só o vento me abraça e a cabeça toda bagunçada".

Inserida por PauliinhaSiilva

Ler é viajar o mundo, sentada na cadeira de casa;

Inserida por sarahluiza

Enquanto ela observava os ponteiros do relógio pela madrugada, sentada em uma cadeira de balanço com seus rolos de tricô a tiracolo, lembrava da vida e de todos os momentos que passaram como em um piscar de olhos. Lembrava das crianças pequenas correndo pela rua em frente da casa que por anos viveu e que hoje já não estão mais pois seguiram suas vidas e aparecem de vez em quando para uma visita, querendo saber mais da sua saúde do que da sua própria vida. Lembrava dos amigos, dos ainda vivos e presentes e daqueles que não estavam mais ali, para dar um sorriso, uma risada ou uma palavra de conforto. Lembrava ela dos amores que teve, alguns ruins, outros bons, outros que deixaram algumas marcas e por fim do amor inesquecível. Lembrava que tiveras em outro tempo quando a sua faceta se fazia menina, jamais dispensada seria por tão belo corpo esbelto que se tinha. Ela lembrava de tudo e tudo que a cada momento ia ficando mais distante e perdendo detalhes por tal cabeça já não ser tão lúcida, mas que com muito esforço ainda conseguia visualizar a luz daqueles dias tão bem vividos. Por fim, ela via aquele seu momento e não acreditava que o fim seria aquele, um fim solitário, sem amigos, sem amores, só. Esse sentimento entranhado em sua alma tão grandiosa mas que naquele momento se fazia pequena, prestes ao fim, a um apagar das luzes que ela mesmo não acreditava e já entregava seus pontos ao passar das horas. Eis que então ela entendeu que aquilo tudo era necessário, para que ela pudesse lutar com todas as forças para que aquela pequena fagulha que ainda existia viva não se apagasse e fosse possível ainda poder olhar o seu último nascer do sol.

Inserida por RodrigoHorta

Hoje...bem de manhãzinha
estava eu no Canto da Lagoa
sentada....sozinha...
esperando meu barco chegar.

De repente...lá longe...mais perto...bem pertinho
um caminhante sozinho
vinha sorrindo, acenando...
chamando a atenção do meu olhar.

Ei você! - diz ele pra mim -
Adivinha....
Não vai mais ficar mais sozinha...
Sou eu quem vai abrir sua janela de vista pro mar!

Inserida por RosangelaCalza

Estava lá, sozinha, sentada e escrevendo. Lágrimas corriam em seu rosto, ela desejava de verdade que ele aparecesse ali, naquele momento. Desejava estar errada em relação a tudo. Mas tinha certeza que estava certa. Ele já não a desejava mais.
Decepção, essa é a palavra que melhor descrevia o que ela sentia.

Inserida por AmandaMSantos

Sentada à mesa ao jantar, perfeita na metáfora dos gestos; pegando o suco, molhando os lábios, encanto abrupto nos calores honestos. Sei dessa vida o meu vagar, sinto-me amar e vou dizer: tenho prazer nos excessos dos seus ardentes hinos, sendo inteiramente felina nas horizontais de prazer.

Inserida por AndreAnlub

Uma pausa na Cafeteria

Existe, na agitação de meus dias, um espaço para mim. Sentada à mesa de uma Cafeteria, nas costas de um diário de classe, o meu lápis começa a semear o sonho. As palavras se encadeiam e elevam meu pensamento, meu corpo se torna menos tenso e meu sorriso se esboça à lembrança... e a musa aparece como em magia, deslubrante,esvoaçante, seminua, dançando descalça naquela contracapa azulada. A palavra desejada se acomoda a outras tantas, até a chegada do ápice, quando o poema está pronto, na rima, no rítmo, na métrica e na beleza. Esqueço o café que esfriou na mesa, recoloco o diário de classe na bolsa e retorno novamente aos meus afazeres.

Inserida por Rose05

Agora estou sentada e pensando muito sobre a vida, pergunto-me muito o que fiz para merecer esse peso que está nas minhas costas. Eu estou aqui mais uma vez, estou aqui mais uma vez triste.
É um sentimento a qual tive que me adaptar, a tristeza vem de repente para me assustar, ela não se importa se estou tendo um dia bom, se estou tranquila ou se estou rodeada pelas pessoas que gosto. Ela simplesmente me abraça e toma conta dos meus pensamentos, do meu coração, faz ele palpitar como um louco prestes a sair pela boca e vai embora quando quer e volta sem esforço algum.
Será que um dia ela vai me deixar? vai me deixar viver a vida que sempre quis? São uma dessas perguntas que faço à mim, achar que me libertei é em vão, ela é traiçoeira e sempre volta agarrando o meu ser e o meu coração.

Eu estou cansada.⁠

Inserida por duda_lopes_7

⁠Eu estava sentada sozinha na minha torre
Você estava apenas aprimorando seus poderes
Agora eu posso ver tudo
Você me desenterrou da minha cova e
Salvou meu coração do destino de Ofélia

Taylor Swift

Nota: Trecho da música The Fate of Ophelia, do álbum “The Life of a Showgirl” (2025).

Inserida por pensador

⁠Certa vez, vi uma mulher sentada sobre um trono feito de espelhos estilhaçados. Ela vestia branco, mas suas mãos estavam manchadas de tinta dourada, e sua boca proclamava nomes que não eram o dela. Ela se dizia noiva, mas já havia se deitado com reis demais, cada um deixando nela uma semente, e de cada semente, nascia um novo nome, um novo credo, um novo dogma, todos clamando por serem filhos legítimos de um mesmo Pai. Mas quanto mais filhos ela gerava,mais distante parecia daquele que lhe prometera o altar. Alguns desses filhos ergueram templos de ouro, outros, púlpitos de ódio. Uns gritavam "graça", outros sussurravam "poder", e muitos aprenderam a vender milagres como se fossem especiarias. Os mandamentos foram escritos em rolos de marketing. As virtudes cardeais tornaram-se decorações de vitral. A caridade tornou-se performance. A temperança, um texto esquecido. A prudência, uma ameaça. A justiça… silenciada. E o Pai? O Pai foi reduzido a slogan. Um nome jogado em guerras políticas, um refém de interpretações convenientes, um pretexto para se construir impérios sobre a fragilidade do rebanho. Quem era a mulher que dizia gerar o sagrado, mas paria o profano? Quem multiplicava em nome do Uno, mas diluía sua essência a cada parto? Quem prostituiu as virtudes e quebrou os mandamentos sem sequer corar?

Inserida por sula_borba

⁠Compromisso

Era um dia comum, eu estava em casa sentada na mesa da sala, escrevendo.
Igual hoje.
Igual todo dia.
E aí aconteceu.
Algo entrou aqui.
Senti um vento... vento não, sopro.
Senti um sopro, como quem respira por perto.
Não era medo o que eu senti, mas sabe-se lá o que era.
Passou um vulto do meu lado.
Pisquei e sentou à minha frente.
Muito parecida comigo, mas completamente diferente.
Me olhou por inteira, por de dentro da minha alma, como se me rasgasse.

Eu?
Eu nem reagi.
Estava hip-no-ti-za-da.
Por fora, imóvel.
Por dentro, uma bateria de escola de samba saindo do recuo.
Ficamos nos ouvindo em silêncio como quem pinta uma cena na cabeça.
Para não esquecer, sabe?
E eu não esqueci: os olhos brilhantes, o cheiro de horizonte e a voz de silêncio, de quem se cala porque sabe de algo.

Toda minha atenção estava naquela figura.
Tentando eternizar na memória a sensação daquela presença.
Ela, muito decidida, estendeu a mão pra mim.
Eu aceitei, claro.
Quando minha mão encostou na dela senti um frio.
Não dela, de mim!
Minha espinha veio congelando lá de baixo até chegar na cabeça.
Como se eu tivesse bebido um milk-shake muito rápido, sabe?
Parecia que tudo na minha vida tinha me preparado para aquele exato momento.
Eu, de mãos (geladas) dadas com uma estranha (conhecida),
sentada na mesa da sala da minha própria casa,
sentindo o coração derreter feito vitamina C na água.

Ela, segurando a minha mão que segurava a mão dela, me puxou pra dançar.
Ali mesmo na sala, em frente ao sofá, em plena tarde de quarta-feira.
E como duas pessoas que não têm mais nada de importante pra fazer,
mas não podem perder nenhum minuto sequer,
dançamos na sala ao som de uma música própria.
(Como se tivéssemos uma).
Eu gosto de imaginar que era algo como 'Travessia' do Milton com 'Beija eu' da Marisa.

Tão linda ela.
Os cabelos como fogo, olhos de enverdecer sertões e um sorriso,
que só quem já chorou suas águas consegue sustentar.
E giramos.
Giramos como quem já se entendeu livre para poder girar.
E no meio do giro que ela girava, me abraçou.
Assim, de surpresa.
Ainda girando.
Eu chorei.
Eu não queria, mas as lágrimas simplesmente escorriam.
Até o mundo parou seu giro para nos olhar.
Como quem torceu a vida toda por este abraço:
eu e ela.
Um abraço apertado, mas só o suficiente.
Abraçou não como quem se despedia,
mas como quem ama recebe o ser amado depois de longa ausência.

Foi aí que ela sussurrou no meu ouvido:
— Vai!
Desnorteada, respondi:
— Pra onde?
Ela sorriu com olhos gentis e disse com voz firme:
— Não importa pra onde. Vai sem saber. Vai com medo. Eu vou contigo!
Então, fizemos um compromisso.
Ela iria pra onde eu fosse, bastava eu ir.
Eu só não poderia parar outra vez.
— Vai, volta, vai de novo. Se não souber o caminho, dança, gira, passeia, só não fica parada.

Ali eu entendi.
Ela só existe no verbo.
Aparece no passo iniciado mas some antes que ele finalize.
É preciso iniciar outro para ela voltar.
Mas é na caminhada que ela se muda e mora de vez.

Jurei de pé junto (mas ainda em movimento) que seguiria em frente porque ela estaria comigo.
E como garantia desse acordo entre nós, agora assinamos um só nome.
Eu e ela.
Alice e Coragem.
Juntas.
Numa só alma.
Alma presente chamada poesia.

Com a palavra,
Alice Coragem.

Inserida por alicecoragem

Sentada na areia.
Pensando em você, não sou mar, sou sereia.
Lar de morar, teus braços minha teia.
Te mato ou devoro?
Não sei vou dizer.
Te engulo ou lambuzo?
Dúvidas a nascer!
Morena recheia essa boca e me beija.
Quero sentir tua pele na minha.
Quero sentir teu gostinho no meu.
Não prometo te amar, pois o amor em mim já está.

Estou mais pra lá do que pra cá, balançado por você.
Atordoado a pensar, se eu te pedir um beijinho cê me dá?
Um Celinho pra provar?
Um abraço pra morar?
Morena recheia essa boca e me beija.
Morena recheia essa boca e cendeia esse peito que teu.
Morena, menina, quem te fez poesia.
Morena essas linhas no teu corpo escritas, eu já li e vou dizer que coisa gostosa de ler.

Inserida por WesleyNabuco

⁠"Esperando sentada"

Fui criada para esperar...
.... Meus pais voltarem pra casa depois de um dia de trabalho!
... Aprovação dos meus familiares!
... A salvação espiritual para a vida de pecados que herdei dos meus pais!

Com isso eu achei que era normal esperar por amor incondicional. Porque me disseram que isso é natural, uma regra geral "Todo pai e mãe ama seus filhos".

Não é bem assim.
Eu achava que precisava fazer algo para conquistar esse amor incondicional.
Até hoje não acertei nisso.

Chegou o momento doloroso que eu percebi que esperar não adiantaria nada.
Resolvi levantar e procurar viver como se nunca tivesse esperado por tanto tempo.
A costa dói, e aos poucos a circulação volta para as minhas pernas...
Vou produzir por mim o sentimento que tanto sinto falta.

Inserida por PersonaNonGrata