Sempre Respondo com um Sorriso
"No facebook a coisa está assim...você escreve um abraço, sobe corações 💙❤ escreve parabéns, sobe balões🎈🎈, tô com medo de escrever JEZABEL 💃 e começar subir os NOMES dos Charlatões." 🤗🙃😁😂
—By Coelhinha
"Um exemplo de vida e de luta é não deistir do impossível que Deus tem preparado pra ti.... QUE SIM.... Pra Deus tudo é possivel,
até mesmo quando para os homens já não sejam. "
—By Coelhinha
"É preciso amar um Amor Ágape. Ele não é um somente sentimento. É um verbo em ação, você precisa respirar, usando todos teus sentidos até transpirar este amor. Você age este verbo em ação e estará exercendo o Amor perfeito incondicional pelo bem estar do outro sem se preocupar consigo. RESPIRANDO E EXALANDO o Primeiro amor."
—By Coelhinha
AFETO PESSOAL
Meus olhos que guardam marés, deito o corpo, mas não descanso a história. Levo um brilho úmido no olhar, de quem já chorou rios e ainda assim cultiva fontes. Tenho um rosto que é território sagrado, mapa de lutas silenciosas, de noites longas e amanheceres insistentes. Cada fio deste meu grisalho é um tempo que não se rendeu, é memória viva que se recusa a ser apagada. Tenho uma boca firme, carrego palavras que o mundo ainda precisa escutar. E mesmo no cansaço, há em mim uma força ancestral que não se curva, que não se cala, que não se perde. Sou uma mulher com existir poesia, dessas que não se escrevem, se atravessam. Eu sou Eli Odara Theodoro
Nenhum ressentimento. Um dia era prova de português, na esquina da escola, a tal raider que eu usava, quebrou. Eu fui descalça mesmo assim. Enfrentei a fila do pátio, para entrar na classe, todos me olhavam e riam. Eu não voltei para casa, lá não tinha nenhuma outra sandália para eu calçar. Nem minha mãe tinha dinheiro para comprar. Ela quebrava pedra brita o dia inteiro, para ganhar 0,50 centavos por lata. Mal dava pra comprar arroz que era também na época, 0,50 centavos o quilo. Eu nunca reclamei, eu sentia vergonha? sentia. Mas desde aquela época, sempre soube que nunca seria fácil.
A Canção em Valparaíso
Eu tinha vinte e seis anos e usava um anel que não significava nada.
Nem amor.
Nem compromisso.
Apenas hábito.
Tocava piano em um bar pequeno, escondido nas encostas de Valparaíso — um lugar onde os telhados se inclinavam em direção ao mar e as noites carregavam cheiro de sal, vinho barato e vidas inacabadas. O piano era meu altar. A noite, minha cúmplice.
Já havia estado ali antes, visitando um amigo — músico, livre de um jeito que eu não era. Ele morava com o irmão numa casa que sempre cheirava a pão quente e conversas silenciosas.
Foi ali que a vi.
Helena.
Cabelos escuros. Olhos que não olhavam — atravessavam. Tinha dezoito anos, mas nada nela era inacabado. Havia um fogo contido em seus gestos, como se soubesse exatamente o que podia causar — e escolhesse quando.
Já tínhamos nos cruzado antes.
Um almoço.
Um olhar sustentado um segundo a mais.
Nada além disso.
Mas naquela noite, dividíamos o mesmo espaço. O mesmo silêncio.
Então toquei.
Uma canção que raramente me permitia — uma das poucas que eu podia executar sem me esconder. Não toquei para o ambiente. Toquei porque algo em mim precisava ser ouvido.
As pessoas falavam. Copos se moviam. A noite seguia.
Ela não.
Deu um passo à frente.
Não o suficiente para chamar atenção.
Apenas o bastante para escutar.
Quando a música terminou, não houve aplausos.
Apenas um sorriso pequeno — inteiro, definitivo.
E aquilo bastou.
A casa foi se esvaziando devagar, como todas as noites fazem.
Corpos desapareceram em colchões e cobertores improvisados. As conversas se dissolveram em respiração. As luzes se apagaram sem cerimônia.
Ficamos.
Uma televisão acesa ao fundo mostrava algo que nenhum de nós via.
No começo, nada.
Um ombro tocando o outro.
Uma pausa longa demais.
Então ela virou o rosto.
Sem perguntar.
Sem hesitar.
Permitindo.
O beijo veio sem negociação.
Não havia inocência ali —
mas também não havia culpa.
Apenas reconhecimento.
Não fomos para um quarto.
Não houve necessidade de distância, preparo ou significado.
Ficamos ali mesmo — entre almofadas, entre horas — dentro desse território frágil onde o desejo se torna imediato e a linguagem deixa de ser necessária.
Foi intenso.
Não por ser selvagem.
Mas por ser certo.
Há noites que acontecem.
E há noites que decidem algo.
Essa decidiu.
De manhã, não havia nada a dizer.
Nenhuma promessa. Nenhuma pergunta. Nenhuma ilusão de continuidade.
Ela se vestiu em silêncio.
Eu não pedi que ficasse.
Ela não fingiu que ficaria.
E talvez essa tenha sido a única verdade que fomos capazes de oferecer um ao outro.
Para ela, pode ter sido curiosidade.
Um instante.
Um desvio.
Para mim, foi outra coisa.
Não amor.
Nem memória.
Reconhecimento.
O momento em que entendi que aquilo que eu carregava — nas mãos, na voz — podia alcançar alguém além da superfície.
Que, por um breve instante, eu não estava apenas tocando.
Eu estava sendo sentido.
Às vezes, quando toco aquela mesma canção — com o mesmo cuidado, a mesma precisão silenciosa — não lembro do rosto dela.
Nem do corpo.
Nem da voz.
Lembro de outra coisa.
Do exato instante em que me tornei inesquecível
na vida de alguém que nunca ficou.
Onde os homens são proibidos de honrar um rei, eles honram milionários, atletas ou estrelas de cinema – até mesmo prostitutas famosas ou gângsteres. Pois a natureza espiritual, assim como a natureza corporal, se satisfaz – negue-lhe alimento e ela devorará veneno.
Dia das Mulheres, um dia especial, porém, seu dia é todos, inclusive em meus pensamentos você ocupa minutos, horas e diárias frequentes em minha imaginação. Sim, te amo e admiro muito a mulher que você é, parabéns pelo seu dia e por ser o presente de Deus para a minha vida.
Nanda ❤️
"Eu que vivia na prisão do silencio que era o teu amor, um dia chegou alguém e me mostrou que amor é liberdade
e não prisão."
Haredita Angel
08.01.25
A arte é um refúgio importante nos momentos árduos da vida. O desafio de produzir diariamente, mantém a pessoa motivada e feliz.
As invenções são, sobretudo, o resultado de um trabalho teimoso.
É necessário entender o mais rápido possivel que um sonho que você tinha já deixou de ser um sonho. Às vezes, a gente persiste nalgum plano porque aquele plano, um dia, foi o nosso objetivo.
Depois de um tempo, a gente continua no plano não porque ainda queremos aquilo, mas sim porque nos habituamos a desejar aquilo. Aquilo que a gente faz deixa de ser uma vontade, e passa a ser um costume.
Quando a gente percebe e muda isso, a liberdade e a felicidade vêm juntas.
Na ausência, teu nome é chama, que arde sem se apagar. Cada silêncio é um grito contido, cada noite, um mar sem fim.
Tentei vestir a razão, mas ela se desfaz em tuas lembranças. A maturidade é frágil diante do coração, que insiste em te chamar, mesmo no vazio.
A saudade é amante ciumenta, não aceita despedidas, não conhece limites. Ela invade como tempestade, me arrasta para o centro do teu olhar.
E eu, perdido em tua ausência, te encontro em cada sombra, em cada perfume esquecido, em cada palavra que não disse.
Se o tempo é cruel, o amor é eterno. E mesmo longe, teu abraço é o destino que nunca se desfaz.
Tatianne Ernesto S. Passaes
Ser à prova de balas não é vestir ferro, é carregar no peito um coração que sangra e ainda pulsa. É chorar em silêncio e, mesmo assim, amanhecer. É ser ferido pelo mundo, mas não se deixar despedaçar.
A solidão pode ser um deserto, mas até no deserto há estrelas que brilham. E cada lágrima que cai é um rio secreto, que escava dentro de nós a coragem de continuar.
À prova de balas é ser humano em sua forma mais pura: errar, perder, sentir, e ainda assim resistir. Não para salvar o mundo inteiro, mas para salvar o próprio fogo que insiste em arder.
Porque vencer o mundo não é derrotá-lo, é aprender a dançar com suas tempestades, e transformar cada cicatriz em poesia.
Tatianne Ernesto S. Passaes
A dor é um idioma secreto, falado apenas dentro de nós. Não há tradução perfeita, não há ponte que permita ao outro atravessar e sentir exatamente o que sentimos. Ela é chama e sombra, é ferida e revelação. Surge como um sussurro no corpo, mas logo se torna grito na alma.
A ciência nos diz que a dor é um sinal, um circuito elétrico que percorre nervos e chega ao cérebro. Mas o que ela não explica é o silêncio que se instala depois, o vazio que se abre quando o sofrimento nos obriga a olhar para dentro. A dor não é apenas descarga neural: é memória, é emoção, é história.
E a filosofia nos lembra que a dor é inevitável, que ela nos acompanha como sombra fiel. Schopenhauer a via como essência da vida, Nietzsche como força que nos molda, Frankl como oportunidade de sentido. A dor é o peso que nos curva, mas também a pedra que afia nossa resistência.
No íntimo, a dor é paradoxal: ela nos isola, porque ninguém pode senti-la por nós, mas também nos aproxima, porque todos, em algum momento, conhecem sua presença. É universal e singular ao mesmo tempo.
E talvez seja justamente aí que reside sua intensidade: na impossibilidade de ser medida, comparada ou negada. A dor é verdade absoluta, uma chama que arde em cada ser humano de forma única. E, ao atravessá-la, descobrimos que não somos apenas frágeis — somos também capazes de transformar sofrimento em força, ausência em busca, ferida em poesia.
Tatianne Ernesto S. Passaes
Reflexão sobre a Imaturidade
A imaturidade é um espelho turvo, onde o ego se contempla e se engrandece, mas não enxerga além da própria sombra.
É o grito infantil travestido de adulto, a paciência que nunca floresceu, a empatia que se dissolve como sal na água, o altruísmo congelado em um inverno sem fim.
Ser “mimado” não é apenas receber demais, é não aprender a dar, é não compreender que o mundo pulsa em outros corações, que a vida não se curva ao desejo de um só.
A falta de estrutura, a ausência de mãos que guiem, de vozes que instruam, gera um ser que caminha com pés frágeis, incapaz de sustentar o peso das próprias escolhas.
E assim, nega o outro, nega a realidade, nega a dor que não é sua, como se o universo fosse apenas um brinquedo particular.
Mas a verdade é dura: crescer não é apenas envelhecer, é aprender a suportar o silêncio, a ouvir o que não se quer, a aceitar que o mundo não gira em torno de nós.
A maturidade é o ato de abrir os olhos, de reconhecer que o ego é pequeno, que a vida é vasta, e que só quem se desfaz das correntes da infantilidade pode, enfim, tocar a liberdade de ser humano inteiro.
Tatianne Ernesto S. Passaes
- Relacionados
- Textos de amizade para honrar quem está sempre do seu lado
- Mensagens de amizade para valorizar e celebrar quem sempre está ao seu lado
- Poesia de amigas para sempre
- Poemas de aniversário: versos para iluminar um novo ciclo
- Frases de efeito que vão te fazer olhar para a vida de um novo jeito
- Frases sobre sorriso para expressar toda a sua alegria
- Frases para falsos amigos: palavras para se expressar e mandar um recado
