Sempre Respondo com um Sorriso
É um misto de saudade, devaneio, que invade meu corpo. Perco a lucidez, me perco na insensatez de um impulso que me devora: Você!
Flávia Abib
Seria apenas mais um sonho, se não fosse com você. Seria apenas mais uma ilusão, se não fosse por você.
Flávia Abib
Aa vezes o resistir.
Também é um desistir.
Aquela resistência.
Permacer no mesmo lugar.
Resistência em mudar.
É desistir de caminhar,
de florir, de evoluir.
Aos Pronomes...
Não sei...estou aqui, um eu,
Mas lido com amor,
Não conheço ou sei da minha alma,
Sinto dor de uma saudade que nunca senti,
Desejo um calor que nunca tive,
Talvez na vida, ilusão,do segredo,do não saber,
Na dor que a mim fere, na leitura um prazer,
No lindo de meu sofrer, nas lágrimas eu descanso,
Escondem um sorriso triste, encantador,
Sempre em fulga de si mesmo,
Conto as horas de um relógio sem ponteiros,
Sempre volto para mim, não vou eu ferir,
Respiro saudade da espera,
Para o amor sou um desejo,
Amo o simples que dificil tanto é,
Amando sempre na atenção do coração,
Razão de um viver é o simples querer ter,
Está nas rosas que ao dia admiro,
No perfume de diversos e eloquentes aromas,
Na sedução e ardor de seus espinhos,
Não sou eu sincero quando falo,
Nem sei falar com sinceridade,
Mas o olhar é verdadeiro e meu calar me leva longe,
Escrevo assim sem ter porque, ou todos.
Quanto a mim o tempo sabe,
Que tenho o tempo de meu tempo,
Escrevo sempre com amor,
Sem saber onde se lê,
Não sei o seu valor, mas sinto é com amor,
Que fala do sentimento, para todos os pronomes,
Sendo eu sincero, silencio a minha dor,
Mas jamais o meu amor.
José Henrique
"Queria um gira-sol,
Porque doi amor em sol,
Este amor que vivo em dó,
Sem estar em mi,
Vivo em si,
Com você em lá...🎵🎶🎵🎼"
José Henrique
Era uma vez um amor
Um desses que não se vê
Daqueles que não se pode tocar
Que não se pode viver
Que não possui um beijo
Que não possui um abraço
Não há olhos nos olhos
Um amor no desejo
De sonhos
De querer
De amar
De sentir
De não ter...
José Henrique
Olhar que brilha a transparência de um espírito evoluído, assim são seus olhos, assim é seu olhar. Você é evoluído em amor, em luz, que me guia, que me leva, que me ensina, que me protege, que me vive. No seu olhar está toda sua luz!
Flávia Abib
Úmida e insecável era aquela rua, um pouco depois daqueles limites o sol reinava, mas ali não, não ali. Aliás, o cheiro de mofo exalado pelas alvenarias e madeiramentos depreciados, marcava característica e peculiarmente aquele beco, com o esverdeado e vívido musgo que saltava por entre os seixos que assentavam a calçada; um catingueiro interminável forrava os jardins dos casebres que se pareciam mais com caixotes de verdura do que com habitações.
Mandei-te um bilhete, um aviso, pelos mares e pelos ares.
Nele está escrito: Te amo... além do mar, além do ar que você respira.
A Viela de Badacosh
Úmida e insecável era aquela rua, um pouco depois daqueles limites o sol reinava, mas ali não, não ali. Aliás, o cheiro de mofo exalado pelas alvenarias e madeiramentos depreciados, marcava característica e peculiarmente aquele beco, com o esverdeado e vívido musgo que saltava por entre os seixos que assentavam a calçada; um catingueiro interminável forrava os jardins dos casebres que se pareciam mais com caixotes de verdura do que com habitações.
Lindo aquele lugar, quando não gostamos do que é bonito, mas me agradava. A garotada encharcada corria pelas poças, sapateando na lama, brincando de roléfas, atividade saudável para essa idade, consistia em segurar uma cinta com a fivela solta, perseguindo seu colega para enfim acertá-lo com o instrumento, berrando: roléfas. Não me pergunte o porquê, nunca soube.
Mas o mais curioso naquela viela, não era a chuva que nunca cessava, nem os hábitos e costumes pouco convencionais, demasiadamente estranhos e inapropriados de seus habitantes. E sim um personagem, talvez o mais antigo daquele local, talvez o mais antigo de qualquer localidade entre a latitude, a longitude e a altitude. O fundador da Viela de Badacosh, um visionário misantropo com a idade de 320 primaveras.
Um homem sozinho é um homem pela metade, pelo seu orgulho ele passará a imagem de estar bem, na verdade não passará de uma miragem para seu ego. Homem sem amor, é um vazio, é um deserto. O homem que não ama, que não se permite amar, se mistura com seu mais primitivo eu, selvagem, instintivo e isolado. E do seu lado restará somente a sombra, de sua própria solidão.
Flávia Abib
Moço do olhar doce e alma de anjo. Teu olhar me invade de um jeito que a noite vira dia e o dia vira noite. A lua brilha cintilante e azul, da cor dos teus olhos. As estrelas fazem fila para ver o amor que existe em mim quando te vejo, quando te penso, quando te desejo. Moço do olhar de anjo e alma doce.
Flávia Abib
O amor faz despertar
Sorrisos num rosto magoado
E junta os cacos partidos
De um coração despedaçado
Ela acordou pela manhã escutando os passaros cantar, agradeceu a Deus por mais um dia e percebeu que ainda estava viva, pq na noite anterior ela havia morrido.
Observando!
Apreciando o momento de um olhar
Sentado em um lugar qualquer
Percebo o curso... vidas que passam
Alguns cansados ombros do fim do dia
Outros que iniciam em busca do mesmo cansaço
A vida segue sem que se importem ou saibam onde chegar
Apenas levados a sobreviver
Cabelos brancos ou ainda negros
E neste vai e vem dos integrantes da vida real
Estão muitos sonhos apenas guardados
De segunda a segunda
Dias na busca dos trinta dias de cada mês
O desejo maior sempre trocado por trocados
E a vida segue determinada e no comando
Não se importando a função
Alguém sempre estará pronto a exerce-la
Dia ou noite chuva e sol
De certo alguém sempre estará ali para ser a função, o destino...
Onde nem sempre a vida lhe dará a opção,
Do "ser ou não ser".
José Henrique
Mais um nó...
Está nas entrelinhas...
O desejo, o sonho, a vida,
O desconhecido amor...
Sinto que sentes ao ler...
Lágrimas molham minha escrita.
Por uma factível, porém...
Dolorosa e sentida saudade.
Sou eu a única realidade,
Deste amor sem face.
Psicocriado no calor do abraço jamais dado...
No beijo de lábios que nem sei.
Desato o nó de minha fala,
Do amor vivo em vaso sem rosa,
Aqui... tão somente aqui,
Nas entrelinhas,
Apenas nas entrelinhas...
José Henrique
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