Sempre Precisamos de um Amigo Brincalhao

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Os pequenos inimigos, ainda que menos danosos, são sempre mais incómodos que os grandes.

A sabedoria humana, bem ponderada, vale sempre menos do que custa.

A herança dos sábios tem sempre maior extensão e perpetuidade que a dos ricos: compreende o gênero humano e alcança a mais remota posteridade.

O mar, sempre desperto,
na verde espera
da barca mensageira.

Quando o interesse é o avaliador dos homens, das coisas e dos eventos, a avaliação é quase sempre imperfeita e pouco exata.

A opinião que domina é sempre intolerante, ainda quando se recomenda por muito liberal.

O lisonjeiro conta sempre com a abonação do nosso amor-próprio.

Os homens nos parecerão sempre injustos enquanto o forem as pretensões do nosso amor-próprio.

O nosso amor-próprio é tão exagerado nas suas pretensões, que não admira se quase sempre se acha frustrado nas suas esperanças.

Capitulamos quase sempre com os nossos males, quando os não podemos evitar ou remover.

A beneficência é sempre feliz e oportuna quando a prudência a dirige e recomenda.

Os velhos erram muitas vezes por demasiadamente prudentes, os moços quase sempre por temerários.

O interesse sempre transparece no desinteresse que afectamos.

O pródigo pode ser lastimado, mas o avarento é quase sempre aborrecido.

Às vezes, tudo o que você precisa é
que um amigo chegue pra você e t
e diga de uma forma bem clara o q
uanto você tem sido IDIOTA!

Mulher é mesmo um ser engraçado:
Um amigo vai visitá-la e ela tem vergonha de abrir a porta porque está só de lingerie e vai se vestir.
Depois os dois saem e vão à praia, com ela vestindo um micro-biquini que todos podem olhar... ;D

11. M de Mensagem

D. Dinis

Na noite escreve um seu Cantar de Amigo
o plantador de naus a haver,
E ouve um silêncio múrmuro consigo:
É o rumor dos pinhais que, como um trigo
De Império, ondulam sem se poder ver.

Arroio, esse cantar, jovem e puro,
Busca o oceano por achar;
E a fala dos pinhais, marulho obscuro,
É o som presente desse mar futuro,
É a voz da terra ansiando pelo mar.

"Nunca é largo o caminho que conduz à casa de um amigo."

Tenho um amigo que foi preso, acusado de corrupção.
Como cidadão, tenho de reprová-lo.
Como amigo, não posso deixar de estender-lhe a mão...

Então chegou o outro. Primeiro por telefone, que era amigo-de-um-amigo-que-estava-viajando-e-recomendara-que-olhasse-por-ele. Se precisava de alguma coisa, se estava mesmo bem entre aspas. Tão irritante ser lembrado da própria fragilidade no ventre do janeiro tropical, quase expulso do Paraíso que a duras penas conquistara desde sua temporada particular no Inferno, teve o impulso bruto de ser farpado com o outro. A voz do outro. A invasão do outro. A gentil crueldade do outro, que certamente faria parte do outro Lado. Daquela falange dos Cúmplices Complacentes, vezenquando mais odiosa que os Sórdidos Preconceituosos, compreende? Mas havia algo — um matiz? — nessa voz desse outro que o fazia ter nostalgia boa de gargalhar rouco jogando conversa fora com outras pessoas de qualquer lado — que não havia lados, mas lagos, desconfiava vago —, como desde antes daquele agosto desaprendera de fazer. Ah, sentar na mesa de um bar para beber nem que fosse água brahma light cerpa sem álcool (e tão chegado fora aos conhaques) falando bem ou mal de qualquer filme, qualquer livro, qualquer ser, enquanto navios pespontavam a bainha verde do horizonte e rapazes morenos musculosos jogassem eternamente futebol na areia da praia com suas sungas coloridas protegendo crespos pentelhos suados, peludas bolas salgadas. Respirou fundo, lento, sete vezes perdoando o outro. E marcou um encontro.

Inserida por DamarysAlves