Sempre Precisamos de um Amigo Brincalhao
As vezes olho pro céu e me pergunto quando o sinal de que tudo vai dar certo vai chegar? Não sei! Só sei que quando deitar em minha cama, não quero pensar em arrependimentos, em tristezas, não quero ver meus sonhos quebrados pelo chão pois eu sei que só eu vou me machucar ao pisar neles, então vou acreditar! Acreditar que um dia vou chegar la, que um dia vou olhar pra traz e ver que tudo isso foi um aprendizado e que cada acontecimento, seja ele triste ou feliz, me ajudou a ser quem eu sou, me fez levantar e não me importar com o quanto já me fizeram chorar mas sim com a minha vontade de escancarar um sorriso! A final, como diria Caio Fernando Abreu:
E tem o seguinte, meus senhores: não vamos enlouquecer, nem nos matar, nem desistir. Pelo contrário: vamos ficar ótimos e incomodar bastante ainda.
"Num cantinho da floresta, o Outono toca flauta para que as folhas dancem".(Marilina Baccarat De Almeida Leão).
Encontro das Águas
Vê bem, Maria aqui se cruzam: este
É o Rio Negro, aquele é o Solimões.
Vê bem como este contra aquele investe,
como as saudades com as recordações.
Vê como se separam duas águas,
Que se querem reunir, mas visualmente;
É um coração que quer reunir as mágoas
De um passado, às venturas de um presente.
É um simulacro só, que as águas donas
D'esta região não seguem o curso adverso,
Todas convergem para o Amazonas,
O real rei dos rios do Universo;
Para o velho Amazonas, Soberano
Que, no solo brasílio, tem o Paço;
Para o Amazonas, que nasceu humano,
Porque afinal é filho de um abraço!
Olha esta água, que é negra como tinta.
Posta nas mãos, é alva que faz gosto;
Dá por visto o nanquim com que se pinta,
Nos olhos, a paisagem de um desgosto.
Aquela outra parece amarelaça,
Muito, no entanto é também limpa, engana:
É direito a virtude quando passa
Pela flexível porta da choupana.
Que profundeza extraordinária, imensa,
Que profundeza, mais que desconforme!
Este navio é uma estrela, suspensa
Neste céu d'água, brutalmente enorme.
Se estes dois rios fôssemos, Maria,
Todas as vezes que nos encontramos,
Que Amazonas de amor não sairia
De mim, de ti, de nós que nos amamos!...
Diga àqueles que te criticam: O que você faria e até aonde chegaria com os mesmos recursos (internos e externos) que usei para chegar até aqui?
Madura emocionalmente, mas uma eterna criança pronta a perdoar, amar a vida e as pessoas em suas diferenças.
Você já se perguntou… O que mais tem por aí? Até onde o rio vai ou onde os pardais aprendem as novas canções da primavera? Eu posso sentir que há maravilhas neste mundo. Além das nossas andanças.
Se não é mais capaz de surpreender-se e maravilhar-se com os mistérios dessa vida, talvez seu coração já tenha endurecido.
Como gosto de pessoas que veem beleza nas coisas mais simples. Que têm coragem, que sofrem, que amam, que se emocionam por coisas simples.
Mas, às vezes, estamos tão concentradas em achar nosso final feliz, que não aprendemos a ler os sinais. Como distinguir os que nos querem e os que não nos querem. Entre os que vão ficar e os que vão partir.
Existem épocas em que deveríamos lembrar da coragem estranha dos de segundo nível que se recusam a desistir quando as noites são pretas e sem sono e os dias são sem fim.
DOIS É PAR!
Dois é par, pois se dividirmos por dois iremos obter como quociente algo perfeito de sentimentos, de cumplicidades, compaixão, harmonia e amor ao próximo, onde o resto sempre será zero.
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