Sempre Precisamos de um Amigo Brincalhao
Nunca desista de seus sonhos só porque
alguem disse que você não tem
capacidade, acredite sempre no
impossivel , Porque é acreditando que
realizamos grandes sonhos
As nuvens dos meus sonhos sempre são iguais
Sempre contam as mesmas histórias.
Os mares são calmos e quentes.
A terra e fofa é fria.
As árvores não verdes, todas verdes.
No sonho eu falo todas as línguas.
No meu sonho eu canto alto sem abri a boca.
No meu sonho você nunca esta presente.
No meu sonho cansei de procura você.
Cansei de viver.
De tudo na vida ficará sempre a certeza que aquilo que sabemos nunca será só isso e sim sempre o inicio.
Sempre será criticado
Mote
Faça você algo ou não
Sempre será criticado.
Voltas
Quando tiver atitude
E a ação for bela e exitosa
Ouvirá crítica rude
Fala ferina e maldosa.
Mas se não tem compromisso
Dirão que é um sujeito omisso.
Então empreenda a ação
Faça o intento desejado.
Porque
Faça algo ou não
Sempre será criticado.
Mire a linha do horizonte
A dica é do Galeano
Planeje meta que aponte
O êxito de seu plano.
Persiga sua utopia
Com trabalho, fé e alegria.
Siga a sua intuição
E efetive o planejado.
Porque
Faça você algo ou não
Sempre será criticado.
Crise financeira quase sempre é o dinheiro mudando de mãos. A grande sacada para supera-la é descobrir com quem ele esta.
O FIM.
O fim é a passagem de uma fase para o outra. Muitas vezes, encara-lo, nem sempre é fácil. Assim, surgem os textos ou discursos, cuja as palavras contradizem-se o tempo todo, revelando o emaranhado de sentimentos camuflados e demonstrando o seu verdadeiro "EU". Pelo fim surge o começo, o começo aniquila o fim. O SER difere do PARECER. O Fim e o Começar, não estão atrelados a uma condição, mas a uma escolha! E escolher o verdadeiro, faz com que vivamos em meses, aquilo que não adquirimos em anos de convivência.
Ás vezes é preciso deixar a vida te enganar para percebermos que nem sempre a frieza é errado de se viver.
quando dizemos o que temos a dizer...
Nos aceitamos , sem querer mudanças...
Estamos sempre presente,
não só nos momentos de alegria,
compartilhando prazeres,
mas principalmente nos momentos mais difíceis...Mas saiba que quando vc se sentir caindo sempre surgira um amigo para te estende as maus porque sempre tem um anjo olhando por uma pessoa querida
Fico sempre agradecido em saber que sempre terei pessoas que fazem parte da minha história. Quando eu olhar para trás vou saber que os melhores amigos fazem parte de um momento especial do meu passado. Quando eu lembro de cada um deles, só vem lembranças boas na minha cabeça, o que torna ainda mais difícil te esquecer dos melhores momentos. Mas não importa o quanto eu tente, nunca vou conseguir colocar uma boa lembrança sobre a outra, pois até mesmo uma briga bate-boca com um amigo se torna importante ao passar do tempo. Meu primeiro amigo até mesmo o último de verdade. Bom, não sei por que eu tô escrevendo isso. Talvez seria melhor eu mandar um simples parabéns. Por até hoje fazer parte do meu ciclo de amigos. Mas você não é simplesmente uma pessoa, você é uma pessoa muito especial. Então eu queria te desejar feliz seguimento de vida todos os dias e que todos os seus sonhos se tornem realidade. Parabéns! Para todos nós por sempre superarmos as maiores dificuldade da vida e nos mantermos sempre unidos. Não enviei para nenhum amigo em especial, pois para mim todos são completamente iguais; sendo assim, todos são especiais para mim, todos. Sempre escolhidos por Deus para me acompanhar até quando Ele permitir.
Se doar a serviço do proximo, nem sempre é dar aquilo que ele quer, mas o que for necessário, que supra sua necessidade.
domingo, eo dia em que sempre paramos e sempre ficamos somando, tudo que foi negativo e positivo no decorrer desta semana que estas prestes a se acabar. entao em minha soma final. eu vi que so somei coisas boas fiz novas descobertas , ajudei a algumas pessoas e sorrirem de felicidade mostrei que todos devemos olhar com olhar para todos os lado quando estamos caminhando em nossos pensamentos pois dentro deles pode estas esperando para serem descobertas as melhores coisas da vida, e no meu caminhar desta semana eu descobri algo mais que bom descobri uma pessoa que tem uma brilho no olhar e o carisma estampado em seu rosto um ser de LUZ vc amigos (a)
RIVAL
O papai sempre gostava de dizer que “doido não tem juízo.” Eu, já digo que tem sim: apenas, em muitos momentos, “lhes faltam alguns parafusos.”
Há muitas histórias envolvendo esses personagens, com sofrimento mental; nas cidades grandes e pequenas, nesse mundão sem fim. Muitas delas, tristes; outras, engraçadas... Outras, nem tanto.
Em Campos Belos, conheci Rival; forte, de estatura mediana, usava cabelos longos, que nunca viam água. Ainda não totalmente brancos, afinal de contas ele só tinha cinqüenta anos; com uma pequena margem de erro, para mais ou para menos. E, uma imensa barba fechada.
Andava calmamente pelas ruas da cidade, sempre mastigando alguma coisa que a gente não sabia o que era. Andava e parava, ao longo de qualquer percurso que viesse a fazer.
Nessas paradas que fazia, geralmente eram para observar algo que lhes chamava à atenção; e sempre tinha uma coisa ou outra. Olhava os mínimos detalhes de tudo, com muito critério. - Como se tivesse mesmo fazendo uma vistoria minuciosa. E, em muitos casos, parecia discordar de algumas irregularidades que via: ao coçar, e balançar a cabeça negativamente, quando o objeto da observação não atendesse suas expectativas.
Morava num quartinho isolado na residência de um parente de primeiro grau, na Rua Sete de Setembro, próximo do açougue do Juá.
No final dos anos setenta e início dos anos oitenta, houve uma exploração de Aroeira muito intensa na região. Tempos depois, eu soube que a aroeira fora extinta no Nordeste goiano.
Paulo (in memoriam), o genro do Seu Farina (o italiano do Restaurante), trabalhava no transporte e comercialização dessa nobre madeira; e geralmente o fazia no Sul do Estado de Goiás; Minas Gerais e São Paulo. Em forma de mourões e laxas, muito usados em currais e cercas; pela sua potencial resistência em se decompor, na natureza.
Um belo dia...
Como de costume, Rival, subiu a Rua BH Foreman, atravessou a Av. Desembargador Rivadávia, e chegou ao calçadão em frente à Prefeitura Municipal.
Parou, e colocou a mão direita atrás da orelha, em forma de concha, para ouvir melhor o sino repicando a sua frente, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição.
Era o sacristão chamando os fiéis, para a “encomendação de um corpo.”
O curioso é que, naquele dia, ele não atendeu o apelo religioso, apesar de nunca ter perdido um enterro na cidade (tinha essa boa fama); mas, aproximou-se da Paróquia, e tomou a benção ao Seu Vigário, que estava posicionado à frente do Templo, recebendo o povo, para a cerimônia fúnebre.
Riscou o dedo polegar direito na testa, três vezes, e inclinou-se levemente para frente, em sinal de respeito ao Pároco, ao Santuário e ao falecido. Beijou um enorme crucifixo metálico, preso num cordão feito de argolas, de lacres de latinhas de alumínio; confeccionados artesanalmente, pelos presos da cadeia púbica local;
Olhava ao longe, o esquife num ataúde com a Bandeira do Brasil sobre ele, próximo ao altar; era um filho ilustre que havia “partido antes do combinado.”
Rogou a Deus por ele em silêncio, estendendo as mãos unidas,uma a outra, e levantadas verticalmente, rumo ao céus.
Deu as costas ao Reverendo, sem se despedir, e desceu a Rua do Comércio, enxugando com a manga da camisa, algumas lágrimas que insistiam em descer, lentamente dos seus olhos castanhos, se escondendo no emaranhado de sua barba; resultante do impacto da perda irreparável. – O Pároco lhe dissera o nome do falecido anteriormente.
Teve fome...
Já era meio dia e ele ainda não havia forrado o estomago.
Entrou na padaria de Zé Padeiro. Pediu um lanche, sem dinheiro. – “Não preciso de dinheiro: tudo o que vocês vêem, são meus...” deixava isso bem claro nas poucas conversas que tinha com as pessoas,digamos,normais.
A atendente lhe deu um pão dormido, sem manteiga mesmo - como sempre o fazia, e um café num copo descartável.
- “Capricha senhora!... É para dois tomar.” A moça colocou mais um pouquinho.
E ficou sem entender: pois não o viu acompanhado de mais ninguém!...
Ao retornar a sua casa, pelas mesmas pisadas, parou diante do caminhão em que Paulo trabalhava; que estava encostado junto ao meio fio, logo à frente; e conversava seriamente com ele. Sim! Com o caminhão.
Que estava cheio de laxas de Aroeira. Com uma ponta de eixo quebrado. Na porta do Armazém de Seu Natã.
O proprietário do caminhão, já havia pedido ao papai que desse uma olhada no mesmo; pois, teria que se deslocar até a Capital Federal, para comprar a referida peça. Pois não a encontrava na região, para repô-la.
Ainda que as faculdades mentais de Rival não funcionasse cem por cento; ele tinha um coração piedoso. Com certeza, aquilo era um Reflexo da criação que recebera de seus pais. Que por sua vez, eram pessoas muito religiosas e bondosas.
O sol estava a pino e não havia uma nuvem sequer, nos céus, para atenuar a sua intensidade.
Rival, por sua vez, continuava parado em frente ao caminhão, dando andamento na prosa...
Depois de ter observado por muito tempo aquela situação; de todos os ângulos possíveis. Continuava olhando, olhando,olhando... E, balançava a cabeça de um lado para o outro. Como quem não concordando com aquela situação.
E conversava baixinho, de maneira que só o caminhão ouvia:
- “Isso que estão fazendo com você é um absurdo, é uma desumanidade muito grande! Como é que pode tanto descaso, com um ser tão indefeso!”...
Falava com sigo mesmo:
- “Coitadinho!... quanta judiação!... Quanto tempo sem comer e sem beber; já cheirando mal, e cheio de poeira, com esse calor tremendo que está fazendo, não pôde até agora, tomar um banho para refrescar; como tem sofrido!”...
“Não tenho mais tempo a perder: tenho mesmo de fazer alguma coisa.” Pensava ele.
E, lhe sobreveio uma iluminura, procedente do seu coração grandioso: então, deu o seu lanche para o caminhão comer.
Antes de despedir-se, balbuciou quase imperceptivelmente, algumas palavras:
- “Tenha um bom apetite! Voltarei amanhã para ti ver.” E, foi-se embora balançando a cabeça, desaprovando aquele estado de coisas.
Repetiu o gesto de alimentá-lo, durante mais de quinze dias.
Todos os dias, sempre nos mesmos horários, ele deixava próximo à placa, um pão e um cafezinho, para o aquele pobre e faminto caminhão, alimentar-se; porque a “fome é negra”.
- 13.04.16
Planeje-se e crie! Faça acontecer! A tendência de toda a sua persistência é sempre dar certo no final!
Escrever sobre fins sempre é mais fácil do que sobre começos. Escrever sobre fim é consequência, é apego saindo pelos poros. É desamor.
Já o começo, o começo sufoca a inspiração. A gente só quer viver. A saudade lateja, grita em urgência de cada toque. O começo é esperança saindo pelos poros. É desejo, vontade. É acima de tudo disponibilidade.
O fim precisa de um começo pra existir. A beleza do começo é não precisar de um fim.
Busque sempre fazer a versão melhor de si mesmo, não precisa ser perfeito, apenas... ser melhor do que das outras vezes...
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