Sempre Precisamos de um Amigo Brincalhao

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⁠❝ ...Seu riso, na chuva, é um hino que silencia o trovão, É o ensinamento mais doce sobre o poder de ser. Feliz porque venceu o peso de ser perfeição, E Guerreira porque escolheu dançar para sobreviver.
A chuva se recolhe, pintando o oeste em tons de desapego, E a poeira da luta, enfim, assenta-se no ar. A Mulher Guerreira guarda a espada, sem apego, Pois a maior vitória é ter chegado ao seu lar....❞


------------------- Eliana Angel Wolf

❝ ...Eu não buscava um porto, nem a tempestade; Apenas o toque leve que desvendasse quem eu sou. E em você, a simplicidade revela a verdade, O suspiro sutil do amor que, sem alarde, nos encontrou.
⁠Você é a calma da manhã, o sussurro da brisa que passa, O verso que faltava para a minha canção incompleta...❞


-------- Eliana Angel Wolf

❝ ...Meu coração, antes livre, criou raízes profundas e fortes, Feito um carvalho que suporta a tempestade e o ardor. E a cada passo de vocês, em todas as sortes, Ele se expande na medida exata do mais puro amor.⁠..❞




-------------- Poetisa: Eliana Angel Wolf

"Minha cozinha é meu próprio dorama: cheia de sabor, emoção e um final feliz em cada mordida!"




----------- Eliana Angel Woldf

"Na minha cozinha, cada prato é um oppa delicioso esperando para ser saboreado. Saranghae!"


------- Eliana Angel Wolf⁠

⁠"Entre um episódio e outro, transformo a cozinha no meu cenário de dorama particular, com muito amor e tempero!"


------ Eliana Angel Wolf

⁠"Cozinhando com o coração de uma dorameira: cada ingrediente é um personagem, e o resultado é pura magia!"


----- Eliana Angel Wolf

"Da telinha para a panelinha: cozinhando meus sonhos de dorama, um sabor de cada vez!"




-------- Eliana Angel Wolf⁠

"A vida é curta demais para não comer um Melona de sobremesa depois de cozinhar."


------- Eliana Angel Wolf⁠

Quando as escutas falham por surdez, é porque repousam, silenciosamente, em um ponto fora do eixo.

Pensamentos na Roda de Chimarrão

A roda de chimarrão se forma sem aviso. Um chega, outro puxa a cadeira, alguém esquenta a água. Quando se percebe, o tempo já diminuiu o passo e ninguém sente falta da pressa.

Na roda de chimarrão sempre tem quem fale menos. Não é silêncio vazio, é escuta. A cuia vai e volta, e junto dela um pensamento que ainda não terminou.

O silêncio na roda de chimarrão nunca constrange. Ele se senta junto, toma um mate e fica. Às vezes diz mais que a conversa inteira.

Tem roda de chimarrão que começa leve e, sem combinar, vai ficando funda. Quando vê, alguém falou de infância, outro de ausência, e ninguém tentou consertar nada.

A roda de chimarrão mostra o ritmo de cada um. Tem quem devolva a cuia rápido, tem quem demore. Ninguém apressa. O mate não gosta disso.

Na roda de chimarrão se encontram pessoas que talvez não se encontrassem em outro lugar. Ali, todo mundo bebe do mesmo amargo e isso iguala.

Algumas conversas só existem na roda de chimarrão. Fora dali não teriam espaço, nem clima. São feitas do vapor da água e da confiança que se cria sem anúncio.

Quando alguém chega atrasado na roda de chimarrão, a roda abre. Não precisa pedir licença. A cuia já sabe o caminho.

Tem roda de chimarrão em que ninguém resolve nada. E mesmo assim todo mundo sai melhor do que entrou. Resolver nunca foi o objetivo.

Na roda de chimarrão, a ansiedade vai ficando menor a cada gole. Não some, mas aprende a sentar e esperar.

Sempre tem uma risada que nasce do nada na roda de chimarrão. Não é piada ensaiada, é convivência se reconhecendo.

A roda de chimarrão não cobra explicação. Quem fala pouco fica. Quem fala demais também. O mate não mede ninguém.

Tem histórias que se repetem na roda de chimarrão. E ninguém reclama. Porque não é a história que importa, é quem está contando de novo.

Quando a água esfria na roda de chimarrão, alguém levanta e esquenta de novo sem dizer nada. Cuidar ali é gesto pequeno.

Às vezes a roda de chimarrão fica só no som da bomba. Ninguém se incomoda. Aquilo também é conversa.

A roda de chimarrão ensina que dá pra discordar e continuar sentado. A cuia passa mesmo assim.

Tem roda de chimarrão curta. Alguém precisa ir, outro chega só pra um mate. Mesmo assim valeu.

A cuia passa por mãos diferentes na roda de chimarrão e nunca muda. O que muda é o jeito de segurar.

Quando a roda de chimarrão termina, ninguém anuncia. Ela se desfaz como coisa viva, deixando um resto de calma no ar.

No fim, a roda de chimarrão não é sobre o mate. É sobre estar. O resto acontece sem esforço.

Não faltou amor. Faltou empatia. Em um curtíssimo período de tempo, você fez o maior estrago emocional da minha vida. Toda vez que algo doía, você escolhia se sentir viva longe de mim, em lugares onde eu nunca coube. Isso não foi confusão, foi traição emocional consciente. Algo que eu acreditava ser intenso e verdadeiro virou dúvida, desconfiança e medo de amar. A cada fuga, você levou um pedaço de mim. Hoje não restou o suficiente pra continuar, só a certeza de que eu fui deixado pra trás no momento que mais precisei de ti.

Não foi um beijo, não foi uma cama… foi escolher se sentir viva longe de mim toda vez que a gente se machuca. Isso também é uma forma de traição, mesmo que o mundo finja que não.

Quando a investigação é falha e a justiça lenta, o crime deixa de ser um risco e passa a ser um investimento calculado por quem comete.

Quando não puder das as mãos, que a tua oração seja o cumprimento mais honesto no coração de um irmão.

Com o mundo do avesso
Muitas almas boas estão expostas.
Não se assuste se enxergar um pouquinho de Deus em alguém.

A simplicidade tem um encanto que o luxo não alcança

Saio sem mapa...
Sem promessa no bolso...
A noite aberta...
Um talvez no olhar...
Não espero milagres...
Só deixo o vento decidir onde vai dar...

Levo expectativas leves, quase nada...
Pra não pesar o passo...
Nem o coração...
Se vier riso, ótimo.
Se vier estrada, que seja canção...

Talvez um encontro...
Talvez o vento...
Um bar qualquer...
Conversa sem fim...
Ou talvez apenas um simples momento...

Vou assim: “vamos ver o que acontece”,
Sem cobrar do mundo...
Sem pedir um sinal...
Porque às vezes é quando a gente não espera...
Que a vida resolve surpreender no final.

Sandro Paschoal Nogueira

“Eu não bebo para esquecer quem sou, mas para lembrar que ainda preciso encontrar um jeito de viver sem fugir da minha dor.”

Ele não bebe pra esquecer,
bebe pra lembrar do desejo,
cada gole é um lampejo
do que insiste em acontecer.

O olhar promete e não fere,
Deixa rastro no chão.
A noite sussurra pecados antigos
e ele brinda aos inimigos

Não pede amor, nem perdão,
oferece presença inteira
Boêmio não por costume...
Há corpos que são origem
do incêndio que ninguém assume.

E no fundo do copo escuro
não mora o fim, nem a fuga —
mora um homem que seduz
sem pressa, sem culpa

Na luz fria da calçada,
um olhar firme, sem pressa,
o tempo passa — não pesa...
Há silêncio que revela
mais verdade do que a brisa.

Entre flores da camisa
e o brilho discreto do anel,
O copo erguido não é fuga,
é brinde à própria história...

No rosto, a noite repousa,
não como sombra ou cansaço,
mas como quem fez do passo
um verso que não se ousa.

Quem olha vê só a imagem,
quem sente entende o sinal:
há homens que viram poema
sem pedir permissão ao final.

Sandro Paschoal Nogueira