Sempre Cumpro o q Prometo

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​Sou apenas clandestino de meus pensamentos.
​Sou aquele que desfruta o ver do amanhecer, mas que não o pode tocar, pois o futuro não me pertence. Sou o abraço da solidão no meu próprio ar de contemplação.
​Pensar e sonhar com dias melhores... e refletir que tudo está passando nas areias onde cada grão conta sua história.
​Seremos capazes de ser a marca do tempo, ou seremos marcados por esse mesmo tempo? A natureza sofre com a insanidade humana; somos omissos e pequenos muitas vezes. Mas, mesmo assim, resistimos à frieza do nosso próprio ser.

Noite estrelada que conduz o espírito num sono perpétuo....
Seja os tais olhos velados pela luz que encanta...

O problema dos três corpos na liberdade da vida das Internet...


Deepfakes a visão de algo que não conseguimos compreender diante da fakes news a virtude da fakes news te fazer ver a mentira querem você siga.
Dentro dessa mentira pode se tornas novas dimensões infinitamente de mentiras e balelas para os quais acredita tanto que se transforma em bots do sistema de alienação.
Mudança senso crítico para senso natural e primitivo.
Os graus de uma notícia o torna navegante de um mundo de ilusão.
E mergulhando mais profundo torna se um agente do mesmo sistema caótico pois acredito no que não existe.
Os bots robôs de inteligência artificial dentro da Internet que dão comentários likes e compartilha a mensagem falsa para tenha visibilidade e aceitação das pessoas.

"Quero carregar minhas cicatrizes como medalhas. Prefiro evitar as crônicas feridas abertas."


projeto Trilho365

2082 📜 "Pelo que tenho visto, lido, ouvido e farejado, caso Ateus tenham conseguido provar que Deus (e Divindades) não existem, com certeza eles não convenceram um só dos que acreditam. Isso não é fato? Poizé!"

⁠O tempo é um pouco traiçoeiro, ele levará embora as pessoas que você mais ama, deixará lembranças que não irão mais existir, e te fará perceber o quão frágil somos.

"Conta-se que havia um escritor brasileiro que depois que escrevia nunca mais voltava a ler o que escreveu ou iria mudar tudo. Ele deixava a revisão para a Editora!"
TextoMeu 1394

"Desista imediatamente da compra daquela Casa linda ou da reforma da sua Casa atual. Afinal, 'quando morrermos, iremos todos para o mesmo buraco no cemiterio', não é o que diz uma daquelas tolices? Pois então!"
TextoMeu 1427

1805
"Comparativamente com um cidadão comum, pobre e excluído, qual mérito tem um Monarca que nunca passou privação, que teve todos os empregados que precisou e tudo pago não pelo trabalho, mas pela Coroa? Qual mérito? Ah, a Monarquia!"

0091 "Quem não sabe, não apurou, não tem provas e, mesmo assim, afirma e faz discurso é o que, além de Leviano? Hein?"

0169 "Gosto de animais como eles são. Gosto de humanos como eles poderiam, deveriam e teriam que ser!"

0318 "Maquiagem inócua isso de Eufemismo. É o apelo que tenta suavizar ou afastar a verdade que, cedo ou tarde, chega... E chega totalmente sem maquiagem!"

Nas esquinas das ruas
e das nossas memórias,
fazia sol o chuva,
O sorriso era gratuito
até quando íamos buscar
o prêmio escrito no palito.


Sempre debaixo do guarda-sol
para carrinho de picolé,
vendendo sorvetes ou balas,
Era ponto de orientação
para voltar para casa:
tudo muda, o tempo passa...


Vendo gerações crescer
ou até mesmo se casar,
Nunca mais vi nenhum
por onde tive de passar,
O sorveteiro virou história
para muita gente lembrar.

Não quero ser submissa e não quero nenhum homem submisso, se ainda está escrito eu ter alguém, quero alguém com educação afetiva refinada.

Que tentem ofuscar a visão
do Hemisfério Celestial Sul
com nuvens pesadas -
não preciso nada que não
seja as noites estreladas
iluminadas pelos teus
olhos lindos e cansados.


Com o melhor de ti que
está sendo preparado -
para o coração derretido
com o teu amor melado;
e retribuir com o que há
de tangencial apaixonado,
para amplexos refundados
fazerem de nós namorados.


Na corda harpejante do Sul
do coração o desejo manter
de colher na tua companhia,
quando o tempo certo vier -
de celebrar feijoas maduras,
com a paz agradável viver,
na sua hora e doce jeito
determinado para tomar-me
por tua absoluta mulher.

⁠Você se comportou como Júpiter
pegando a Lua pela mão
trazendo-me de volta para o Divino,
O amor quando é verdadeiro
não é feio e nem bonito;
ele está acima do Bem e do Mal,
e se entrega sempre ao infinito.

Você acha que o amor se
preocupa com o quê é físico,
O amor luta é para estar perto
e se nutre de tudo o quê é eterno,...

Quem tem amor só se ocupa do que
engrandece o espírito,
e prevê simplesmente o infinito;

Quando nos conhecemos o amor
por nós foi adotado como idioma,
Dizer nenhuma palavra nunca é
preciso para o amor ser compreendido;

Disseste que não te entendo
em fuga do teu indomável sentimento,
Você sabe que te mantenho
abrigado em meu místico silêncio,
embora não reconheça que sei
de ti melhor do que você mesmo.

⁠Seja
o romance
que você
deseja,
porque só
ficará
do seu
lado quem
desejar
o mesmo
romance
que você.

Se somos feitos de palha, se somos feitos de pétalas: ambas o tempo levará. Mas o destino para o qual irão só Deus saberá.

⁠A maior comprovação de que as qualidades são imorríveis é a impossibilidade de esquecer os que
já se foram.


Não é o corpo que permanece, nem a voz que ainda ecoa nos corredores da casa, nem o hábito de sentar na mesma cadeira à mesa.


O que insiste em sobreviver é algo menos visível e mais poderoso: aquilo que a pessoa conseguiu semear em nós.


As qualidades verdadeiras não se comportam como objetos que se perdem com o tempo.


Elas se comportam como sementes que escolhem outros corações para continuar existindo.


Um gesto de generosidade vira referência silenciosa, uma palavra justa vira bússola moral, uma coragem discreta vira exemplo que atravessa anos sem ao menos pedir licença.


Por isso, alguns mortos continuam interferindo na vida dos que ainda vivem.


Não como fantasmas, mas como presença ética.


Como memória que orienta.


Como uma espécie de tribunal íntimo diante do qual ainda perguntamos: “o que ele faria?” ou “o que ela diria disso?”.


A morte pode até recolher os corpos com a eficiência implacável do tempo, mas fracassa miseravelmente quando tenta apagar aquilo que eles deixaram pulsando em nós.


Porque as qualidades raras têm um estranho talento para se hospedar na memória coletiva — e ali passam a viver sem prazo de validade.


Talvez seja por isso que esquecer completamente alguém bom seja tão difícil.


Não porque fomos incapazes de seguir em frente, mas porque certas pessoas, depois de partirem, deixam de pertencer apenas ao passado e passam a fazer parte daquilo que ainda somos.

⁠Não há desperdício de tempo mais bobo que tentar explicar algo para os que já escolheram em que acreditar.


Porque, no fundo, não se trata de falta de informação — trata-se de decisão.


E decisões, escolhas, quer coincidam com as nossas ou não, devem ser religiosamente respeitadas.


Há quem não busque a verdade, mas apenas argumentos que sustentem o que já foi escolhido antes mesmo da reflexão começar.


E contra decisões disfarçadas de convicção, a lógica se torna quase inútil, como chuva fina tentando atravessar vidro fechado.


Explicar exige abertura.


Não só de quem fala, mas principalmente de quem ouve.


Exige um espaço interno onde a dúvida ainda tenha permissão para existir, onde o desconforto de estar errado não seja imediatamente rejeitado como uma ameaça pessoal.


Mas quando alguém transforma sua crença em identidade, qualquer questionamento deixa de ser diálogo e passa a ser ataque.


E então nascem conversas que não caminham.


Palavras que não encontram abrigo.


Ideias que morrem no ar antes mesmo de serem compreendidas.


Não por falta de clareza, mas por falta de disposição.


Talvez a maturidade esteja em reconhecer esses limites.


Em entender que nem toda verdade precisa ser defendida a todo custo, nem toda discussão precisa ser vencida, nem toda explicação precisa ser dada.


Há um tipo de sabedoria muito silenciosa em saber quando parar de falar…


Porque, às vezes, insistir em explicar não é um ato de generosidade — é apenas um apego nosso à necessidade de sermos compreendidos.


E isso também pode ser um desperdício.