Sempre

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E quando você acha que uma amizade é para sempre.
Deus te mostra que o para sempre, sempre acaba.

Os tais homens cachorros tem certa sorte; sempre tem aquelas mulheres de coração mole que ainda os adotam. No começo sentem peninha, depois ficam apegadas, e começam a ter um certo afeto. Mas sabe, no fundo, elas sempre vão saber que é só mais um vira-lata, e que igual a ele tem mais umonte andando ai pela esquina. Mas atenção com aquelas que não tem coração mole e sequer sentem peninha. Portanto, aos cachorros de plantão, cuidado. Na minha mão o destino é certo: virar sabão.

"Não pode chover o tempo todo.
O céu não pode cair para sempre.
E embora a noite pareça longa, suas lágrimas não podem cair para sempre."

Sempre é difícil recomeçar quando o coração não tem onde se apoiar...

Não corro atrás, não adulo e nem faço muitos elogios. Sou prático, às vezes frio e nem sempre rio. Apenas aguente as críticas, os dramas e prepare-se para os arrepios. Não é difícil de lidar. Não é fácil de aprender. Não é impossivelmente desejável. É sexy, vai.

Amigos são aqueles que estão sempre prontos para
nos ajudar nas horas das nossas necessidades.

Não quero ser melhor que os outros, apenas quero ser sempre melhor do que eu mesmo. Assim estarei me superando para ser o melhor possivel.

Abençoados sejam todos aqueles que pelo meu caminho passarem no dia hoje, que tenham sempre harmonia e amor em seus corações.

TERÇA-FEIRA, 21 DE AGOSTO DE 2007

Existe sempre uma coisa Ausente - Caio F.
Paris — Toda vez que chego a Paris tenho um ritual particular. Depois de dormir algumas horas, dou uma espanada no rodenirterceiromundista e vou até Notre-Dame. Acendo vela, rezo, fico olhando a catedral imensa no coração do Ocidente. Sempre penso em Joana d’Arc, heroína dos meus remotos 12 anos; no caminho de Santiago de Compostela, do qual Notre-Dame é o ponto de partida — e em minha mãe, professora de História que, entre tantas coisas mais, me ensinou essa paixão pelo mundo e pelo tempo.

Sempre acontecem coisas quando vou a Notre-Dame. Certa vez, encontrei um conhecido de Porto Alegre que não via pelo menos á2o anos. Outra, chegando de uma temporada penosa numa Londres congelada e aterrorizada por bombas do IRA, na época da Guerra do Golfo, tropecei numa greve de fome de curdos no jardim em frente. Na mais bonita dessas vezes, eu estava tristíssimo. Há meses não havia sol, ninguém mandava notícias de lugar algum, o dinheiro estava no fim, pessoas que eu considerava amigas tinham sido cruéis e desonestas. Pior que tudo, rondava um sentimento de desorientação. Aquela liberdade e falta de laços tão totais que tornam-se horríveis, e você pode então ir tanto para Botucatu quanto para Java, Budapeste ou Maputo — nada interessa. Viajante sofre muito: é o preço que se paga por querer ver “como um danado”,feito Pessoa. Eu sentia profunda falta de alguma coisa que não sabia o que era. Sabia só que doía, doía. Sem remédio.

Enrolado num capotão da Segunda Guerra, naquela tarde em Notre-Dame rezei, acendi vela, pensei coisas do passado, da fantasia e memória, depois saí a caminhar. Parei numa vitrina cheia de obras do conde Saint-Germain, me perdi pelos bulevares da le dela Cité. Então sentei num banco do Quai de Bourbon, de costas para o Sena, acendi um cigarro e olhei para a casa em frente, no outro lado da rua. Na fachada estragada pelo tempo lia-se numa placa: “II y a toujours quelque choe d’abient qui me tourmente” (Existe sempre alguma coisa ausente que me atormenta) — frase de uma carta escrita por Camilie Claudel a Rodín, em 1886. Daquela casa, dizia aplaca, Camille saíra direto para o hospício, onde permaneceu até a morte. Perdida de amor, de talento e de loucura.

Fazia frio, garoava fino sobre o Sena, daquelas garoas tão finas que mal chegam a molhar um cigarro. Copiei a frase numa agenda. E seja lá o que possa significar “ficar bem” dentro desse desconforto inseparável da condição, naquele momento justo e breve — fiquei bem. Tomei um Calvados, entrei numa galeria para ver os desenhos de Egon Schiele enquanto a frase de Camille assentava aos poucos na cabeça. Que algo sempre nos falta — o que chamamos de Deus, o que chamamos de amor, saúde, dinheiro, esperança ou paz. Sentir sede, faz parte. E atormenta.

Como a vida é tecelã imprevisível, e ponto dado aqui vezenquando só vai ser arrematado lá na frente. Três anos depois fui parar em Saint-Nazaire, cidadezinha no estuário do rio Loire, fronteira sul da Bretanha. Lá, escrevi uma novela chamada Bem longe de Marienbad , homenagem mais à canção de Barbara que ao filme de Resnais. Uma tarde saí a caminhar procurando na mente uma epígrafe para o texto. Por “acaso”, fui dar na frente de um centro cultural chamado (oh!) Camille Claudel. Lembrei da agenda antiga, fui remexer papéis. E lá estava aquela frase que eu nem lembrava mais e era, sim, a epígrafe e síntese (quem sabe epitáfio, um dia) não só daquele texto, mas de todos os outros que escrevi até hoje. E do que não escrevi, mas vivi e vivo e viverei.

Pego o metrô, vou conferir. Continua lá, a placa na fachada da casa número 1 do Quai de Bourbon, no mesmo lugar. Quando um dia você vier a Paris, procure. E se não vier, para seu próprio bem guarde este recado: alguma coisa sempre faz falta. Guarde sem dor, embora doa, e em segredo.

O Estado de S. Paulo, 3/4/1994

Não cobre sinceridade de mim, se contente em não saber os detalhes. Sempre acabo magoando todo mundo com coisas que poderiam não ter sido ditas.

⁠“Desenhar alguma
coisa é tentar capturá-la para sempre"

A Vida sempre nos devolve os sentimentos que trazemos por dentro. Ao desenvolver amor e romance internamente, você estará criando condições para atrair a pessoa certa.

Afinal o que é fibra moral?

Quero dizer, eu achava que era sempre dizer a verdade, praticar boas ações resumindo ser a droga de um escoteiro... Mas ultimamente vejo de modo diferente. Agora acho que fibra moral tem a ver com encontrar o que importa. Aquela coisa especial que para nós significa mais que tudo. E quando a encontramos lutamos por ela... Arriscamos tudo. Nós a colocamos acima de tudo, do futuro, da vida tudo. Por ela podemos até não agir de modo correto. Não importa. Porque no fundo sabemos que o esforço justifica o resultado.
Isso é a essência da fibra moral.

Sim. Nós sempre existimos. Eu e você. Entretanto, eu de um lado, e você de outro. Não existimos eu por você, tampouco, você por mim. Não existimos um pelo outro. Existimos por nós mesmos. E por orgulho, perdemos a única chance de sermos felizes, um com o outro...

Sempre vejo de forma positiva quando alguém precisa ficar sozinho,
repensar os fatos, se reciclar, se redescobrir em meio aos escombros emocionais

É preciso sabedoria para fabricar a paz
em momentos de guerra interior

para termos a confirmação de que somos feitos de céu, de sonhos

para reencontrarmos nossa essência estrelada.

Ah, meu Deus! Você sempre tenta matar as pessoas quando elas assoam o nariz?

Toda mulher é uma caixinha de surpresas! E sempre tem um "algo mais" para nos prender em seus lençóis!

Eu sempre serei o reflexo e o merecimento das tuas atitudes...
Se me deres arrogância, receberás desprezo,
Se me servires raiva, engolirás silêncio,
Se me ofereceres desrespeito, ganharás indiferença...
Mas, nunca espere de mim, compatibilidades a sentimentos pequenos ou mesquinhas, porque não me troco com mediocres. Apenas ignoro!

Ame, pois o amor é o esporte da alma. Quem ama deixa sempre a alma sarada.

Rosa

Para me amar é só começar, para manter-me em teu canteiro é só regar. Estarei sempre bela rosa lá; até o dia em que não estarei mais. As lágrimas em rosas murchas servem apenas para virar arte, tocam a alma mas não reavivam a lenta morte.
Seca estarei aos poucos se teus ventos não me sacudirem, seca estarei se teu sol e tua chuva em mim não mais tocarem. Admirar é fácil, prender também, mas por pouco tempo, pois meus espinhos te ferirão e minhas pétalas uma a uma cairão por entre teus dedos.
Cultive o amor como cultivas uma rosa. É preciso paixão e maestria, paciência e ousadia. A rotina morna mata lentamente e minhas queixas virarão prosa.
Ame-me com a fúria de um mar em dia de tempestade, morda minhas costas como um leão faminto e me leve ao parque para sentar ao teu lado na grama. Serei tua cúmplice de banheiro, companhia de cozinha, parceira de aventuras e tua amante na cama; a Deusa, a bruxa a mucama.
Esteja atento aos sinais, meu bem... Sinta meu corpo, meu beijo, decifre meu olhar. Estarei sempre exalando para ser cheirada, sempre rubra para ser notada, sacudirei cabelos e pétalas, dançarei ao som do vento para que me queiras, usarei a melhor seda para te celebrar.
Ame-me como sou, ame o melhor e o pior de mim, eu sei quem sou e não minto; porque mentir para si mesma é como a rosa querer acreditar que não tem espinhos.