Sempre
Eu sou impulsivo. Quando uma ideia ou um sentimento surge, eu quase sempre ajo na hora. Às vezes isso é um bom palpite, e acerto. Outras vezes me engano, e vejo que não foi intuição, mas sim uma atitude infantil.
A dúvida que me persegue é: devo seguir meus impulsos ou tentar controlá-los? Devo aceitar meus acertos e erros, como parte de um jogo, ou tentar amadurecer?
Confesso que tenho medo dessa maturidade. Tenho medo de perder a alegria simples e pura de quem age por impulso, ...
Penso sobre isso. Mas sei que alguns minutos... mais um impulso. Talvez eu não seja maduro ainda. Ou talvez nunca seja.
Sempre que as dificuldades pesam e a vontade de desistir aparece, fecho os olhos e repito até acreditar: se fosse um sonho fácil, não teria graça nenhuma! São os obstáculos que dão valor à caminhada, e cada desafio superado é um pedaço da vitória que se constrói. O cansaço passa, mas a realização de ter enfrentado tudo com coragem fica. Porque o que realmente importa não é só conquistar, mas lembrar de cada esforço que tornou o sonho possível. E é isso que faz a jornada valer a pena.
Sou do mundo, mas sei para onde voltar. Quando uma ideia ou um sentimento surge, quase sempre ajo na hora. Às vezes esse ímpeto é uma bússola silenciosa: me conduz a um lugar seguro antes que a razão consiga explicar. Outras vezes, descubro que não era intuição — era pressa, um gesto infantil disfarçado de verdade.
Viver assim é andar entre duas águas: a confiança no próprio pulso e a suspeita do próprio exagero. Nem todo impulso é sabedoria; nem toda pausa é medo. O aprendizado está em perceber, logo depois, o que veio do centro e o que veio do susto.
Então eu volto. Volto para mim, para o silêncio antes da resposta, para o lugar onde sentir não obriga agir. Sou do mundo, mas sei para onde voltar — e é nesse retorno que aprendo a diferença entre ser guiado pela intuição e ser arrastado pela criança que ainda quer tudo agora.
DAS PRENDAS DO LAR.
A MESA DAS REFEIÇÕES
DEVE SEMPRE ESTAR DE ACORDO
COM OS USUÁRIOS DO LAR.
OU SEJA, COM RESPEITO.
DAS PRENDAS DO LAR.
QUANDO UMA CRIANÇA PEDIR
PARA FAZER COCÔ
TENHA SEMPRE NA MÃO UM LIVRO DO ESCRITOR AUGUSTO CURY
PARA ELA LER
E AUMENTAR A SUA CULTURA.
DO BOM PORTEIRO.
O BOM PORTEIRO
DEVE SEMPRE
SER DISCRETO.
E OFERECER AO OUTREM
A DÁDIVA DO SILÊNCIO.
