Selar Amor
Eu nunca te pedi pra mudar, não por mim. Se um dia tivesse que mudar, teria que ser por você, acima de qualquer coisa. Eu queria apenas um pouco mais de atenção e quem sabe, um pouco mais de carinho. Eu sei, é o seu jeito. Mas saiba que me irrita quem se esconde atrás dessa fala. Dizem que quando se gosta de algo ou alguém, a gente cuida, protege, quer estar perto, fazer parte da vida. Mas esse não foi o nosso caso.
Amar é uma proibição de estar só.
Eu gosto de gente de verdade... que chora e reconhece seus erros. Gente, que tem valor e não movida a valores. Eu gosto de sentar e esclarecer tudo aquilo que não está me fazendo bem, eu gosto de clareza e de gente movida de luz. Admiro motivação, garra e autenticidade. Gosto de gente que sabe o valor de um favor e não vive de bajulações para um sorriso despertar. Eu gosto de agregar emoções a quem me desperta as maiores já vividas. Eu vivo com fé de que o amanhã será melhor, eu gosto de gente que faz isso de uma prática diária. Eu sou fã de
quem sabe que erra e não tem medo de voltar atrás e pedir desculpas. Eu gosto de gente que não exita em demonstrar amor, seja por quem for. Gosto de cara na cara, brilhos nos olhos, eu gosto de viver a vida com aquilo que levo dentro do meu coração.
Como eu poderia te esquecer quando tudo relacionado a você já tinha se tornado parte de mim?
(Kousei Arima)
Em algum momento da vida, você vai encontrar um alguém especial. Um alguém que vai fazer a diferença. Um alguém que muda totalmente sua vida, simplesmente por estar nela. Um alguém que te faz sorrir, que te faz rir, que te faz gargalhar. Um alguém que faz você acreditar que realmente ainda existe algo de bom no mundo. Um alguém que te convence que você pode sonhar, que você pode alcançar, que os sonhos são só uma porta destrancada esperando você abri-la. Isso é o que vale a pena na vida: ter alguém do seu lado, um companheiro, um amigo. Ter alguém com você nos momentos que você está para baixo, para preencher o vazio, o escuro, para espantar a solidão. Ter alguém com você para te animar, para te colocar para cima, para adoçar o amargo da vida. Ter um alguém que esteja com você nas horas tristes, nas horas difíceis, nas horas confusas. Ter alguém para te guiar, caminhar lado a lado, sem medo do caminho, sem medo dos obstáculos. Ter um alguém, um companheiro, um amigo, que olhe nos seus olhos, segure sua mão e diga que você não está sozinho, que vai tudo ficar bem. Em algum momento da vida, você vai encontrar um alguém especial que vai dar o sentido que sua vida não tinha e você vai entender que o verdadeiro sentido da vida é ter alguém.
Se for para chorar por alguém, chora olhando na cara dele, pois não tem graça gastar lágrimas para as paredes.
Tá espalhando por aí que eu esfriei, que eu tô mal
Que eu tô sem sal, realmente eu tô
Sem saudade de você
Eu já fiz foi te esquecer
O homem que conversa com uma mulher com segundas intenções jamais vai entender que a primeira faz toda diferença
CLADISSA - ROMANCE. N° 59.
LIVRO - 59
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
"CAPÍTULO VI"
"A DIGNIDADE ENTRE A TERRA E O OLHAR"
A Úmbria do século XI não era apenas geografia. Era estrutura feudal, era hierarquia sacramentada, era ordem imposta sob o duplo jugo da espada e do altar. Após a fragmentação do poder carolíngio, as pequenas senhorias tornaram-se centros autônomos de comando, onde a vida camponesa se submetia à lógica da dependência e da proteção. Naquele contexto, a mulher sem linhagem era invisível aos registros, mas não aos olhares.
Cladissa caminhava pelos campos como quem carrega não apenas feixes de trigo, mas o peso de uma condição social irreversível. Órfã de camponeses, destituída de dote, alheia às alianças matrimoniais que sustentavam a economia feudal, ela não possuía moeda de troca. Ainda assim, despertava investidas.
A razão não residia na posse, mas na presença.
A mentalidade medieval compreendia a mulher sob três categorias recorrentes, a virgem, a esposa, a pecadora. Tal tripartição, difundida pela teologia latina e consolidada na cultura eclesiástica do período, formava o horizonte moral da época. A autoridade espiritual exercida por centros como a Abadia de Monte Cassino, sob influência da tradição beneditina fundada por São Bento de Núrsia, impregnava o imaginário com uma disciplina que exaltava o silêncio e a submissão.
Mas havia outra força. A política.
A região da Úmbria encontrava-se sob disputas constantes entre a autoridade imperial do Henrique IV e o poder papal de Gregório VII, cujo conflito culminaria na chamada Querela das Investiduras. O poder era tensão. A tensão infiltrava-se nas aldeias. Onde há instabilidade, há oportunismo.
Cladissa representava algo raro. Beleza associada à altivez moral. Não era a sedução vulgar das feiras itinerantes, nem o riso fácil das tavernas. Era compostura. Em uma sociedade rigidamente estratificada, a dignidade em corpo pobre provoca inquietação. Ela não se inclinava além do necessário. Não oferecia palavras supérfluas. Não solicitava proteção. Isso bastava para despertar desejo e desafio.
Os jovens escudeiros viam nela a possibilidade de conquista. Para eles, a mulher sem tutela masculina constituía território disponível. Alguns pequenos proprietários a percebiam como eventual concubina útil. Havia também homens sinceros, que a observavam com respeito contido, temerosos de aproximar-se por não possuírem recursos para elevá-la socialmente.
A estrutura feudal operava sob pactos. Casamento era contrato econômico. Amor era luxo. Uma camponesa órfã, ainda que virtuosa, raramente ascendia sem mediação clerical ou proteção senhorial. No entanto, a história demonstra que períodos de transição institucional abrem fissuras nas hierarquias. A instabilidade do império, as tensões entre Roma e os príncipes germânicos, o enfraquecimento de determinadas casas locais criavam margens de mobilidade inesperada.
Cladissa não compreendia os tratados políticos, mas percebia as mudanças no ar. Mais soldados cruzavam as estradas. Mensageiros passavam com pressa. Homens discutiam tributos nas portas das igrejas.
Ela sentia que algo maior movia-se.
Seu silêncio não era ignorância. Era prudência.
No interior da pequena igreja rural, sob afrescos já desbotados pelo tempo, Cladissa ajoelhava-se não por submissão servil, mas por convicção íntima. A fé medieval era simultaneamente temor e esperança. O sermão falava de culpa, de pecado, de vigilância. Contudo, para ela, Deus era abrigo. Não ameaça.
Essa distinção interior tornava-a ainda mais singular.
Entre a terra que lhe sujava as mãos e o olhar que lhe sondava o destino, Cladissa começava a compreender que a verdadeira herança não era dote nem brasão, mas caráter. Em uma era onde o sangue definia o valor, ela intuía que a nobreza podia nascer da conduta.
Os campos permaneciam os mesmos. As muralhas continuavam erguidas. A ordem social não se alterara visivelmente.
Mas dentro dela, algo se consolidava.
E quando a dignidade de uma mulher enraíza-se na própria consciência, nenhuma estrutura feudal consegue mantê-la para sempre confinada ao chão que pisa.
Quando uma mulher fala muito é porque ela está preocupada.
Quando uma mulher está brava, é porque ela confiou em você e foi decepcionada.
Quando uma mulher faz perguntas, é porque está tentando esclarecer as coisas.
Quando uma mulher fica calma, apenas está deixando as coisas passarem. Está cedendo.
E quando ela não fizer nenhuma das coisas acima, basta saber que você a perdeu.
Podemos ter amigos, família, namorado, colega de trabalho. Sempre temos alguém ao nosso lado, mas no final das contas, somos solitário nesse mundo.
Se você não acredita em si mesmo, quem acreditaria em você?
Não adianta procurar em alguém aquilo que te falta. Pois não achá-la. Deve ser autossuficiente acima de tudo.
Sabe aquele rodízio de companhia? Achando que a pessoa não é para você? Talvez a problema seja si mesmo.
Valorize-se!
Dentro da caixa eu enlouqueço. Aos poucos meu autocontrole vai se dissolvendo. Agora não penso, tão menos ajo. Petrifiquei como estátua conduzida por medusa. Há tantas opções, só não sei qual me salvará e qual me afogará. Apodreço na minha própria indecisão, minha alma envelhece na imensidão e, eu estou mortificada. As palavras saltam da caixa, mas meu mecanismo sonoro emperrou permanentemente. Sei lá, querer resultados fáceis não é o mesmo do que ter resultados eficazes. Devo pedir demais e fazer de menos porque não sei em qual questão me embolei. Eu quero muito recomeçar, quero poder escolher a vida que quero levar e, dessa vez não estou fugindo. Não, muito pelo contrário. Estou decidindo! E, decido conciliar o que eu tinha com o que tenho, meu passado com meu presente, acho que meu futuro deve ser uma via de mão dupla. Antes + Agora = Futuro. Não facilitou quando decidi fugir, isso só fez com que eu ampliasse minha visão da bagunça que estava fazendo. Tive que quebrar a cara uma centena de vezes, confesso que ainda quebro a cara. E, eu não sou mais a mesma, tão pouco quero o mesmo. Preciso entender - antes, pra mim mesma - que mudei e, nada será como antes. Desejos, sonhos, vontades, como fazia, como reagia, minhas opiniões, minhas opções. Quando passo a pensar em um futuro longínquo eu emperro, me deixo levar e não tomo nenhuma decisão, porque a ideia do longe me faz esquecer o quão perto me incomoda. Pelo menos, já sei o que não quero. Lembrando a todo instante que meu futuro próximo não é como quero levar a vida, me faz chutar o medo e criar coragem para fazer a maior burrada do mundo. Desistir desse agora e, reiniciar. Com um novo hoje.
Eu te amo...
Para alguns ouvir essas palavras é sinônimo de alegria, para outros é sinônimo de ilusão, tem uns que consideram como um sentimento não correspondido, existem outros que essas 3 palavras lhe causam um medo gigante, ainda para outros uma imensa paz, também tem uns que ela não significam mais nada, porque já tiveram significados, mas cada pessoa que passou pela sua vida vez esta pessoa fez ela mudar de opinião, além disso, cada decepção que ela teve fez essas palavras que eram tão coloridas se tornarem mais uma frase cinza.
Eu te amo, 3 palavras que separadas, não tem muito poder, mas quando se juntam em uma única frase tem o poder de mudar a vida inteira de alguém, na maioria das vezes pra melhor, mas algumas vezes pra pior.
Já memorizei o seu corpo todo
Pro caso da gente não se ver de novo
Doa a quem doer, essa é a verdade
Entre nós dois não cabe saudade
Procure lugares bons, energias boas, pessoas legais.
Muitas vezes não fazemos enfim o que há dentro de nós mesmo que conheço como essência, porque vivemos de acordo com o que a própria sociedade nos dita o que devemos ou não fazer, e muitas das vezes nos pegamos envolvidos com essa ideia e lentamente sem perceber criamos uma barreira dentro de nós mesmos, dificultando a volta a nossa origem. Bom tudo isso, quer dizer, que a vida é nossa, e assim sendo nossa, temos todo direito de fazermos dela o que quisermos, deixar que nos ditem estaremos sendo traidores com nossa própria vida, pois a vida se denomina num ciclo, só você sabe o que faz dela, só você sente o que quer de fato realmente fazer, os problemas passam a acontecer, quando nos rotulamos, quando deixamos de ouvir o interior para ouvir o exterior.
Libere seu sentimento.
Ele sabe exatamente o que você quer.
Se arrisque de vez em quando.
Faça teste com você mesmo, e no final percebera que se arriscar é se permitir ser feliz, é permitir sentir emoções inexplicáveis.
Tudo esta dentro de você.
Para se encontrar é preciso se perder.
❝ ... e um dia de ternuras magníficas resplandece ... trazendo a divindade da paz e da alegria ... com o coração feliz ... com a alma em pleno estado de serenidade e harmonia ... recebemos este dia de bençãos abençoado pelo amor e pelo carinho de Deus ! ❞
