Seja mais Claro

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Existem amizades que no momento que mais se precisa nos decepcionam . se ocultam .

Depressão, Amante Nada Sigilosa


Não sou mais a prioridade da minha amada.
Ela prefere se deitar com a solidão.
Não me olha mais nos olhos —
só mareja quando pensa nela,
a depressão.


Em casa já não ouço sua voz,
apenas sussurros e soluços.
Não sinto mais seu toque nem seu cheiro,
resta uma lembrança boa
que passa ligeira, como quem não quer ficar.


Já não sei como é ser chamado de amor.
Por que me trocou?
Eu sei que ele — o desespero —
é mais arranque do que eu.
Ainda assim, deixa-me participar
desse cenário de ilusão.


Deitaremos, se me convidar,
os três, então.

✿ Ainda que tenha as mais difíceis e dolorosas provações, permaneço a minha fé e a minha esperança sempre vivas pois : Tudo posso naquele que me fortalece !
Liahna Mell

"Tornado forçosamente póstumo com a partida, numa ironia da vida: é preciso mais de uma vida, para entender uma vida inteira"!
Na vida, o maior risco é não correr riscos: a importância de estar presente, é que alguém querido pode não estar sempre próximo!
Encaro o espelho, em vez de entregar meus sonhos ao medo... em todo caminho alguém deveria buscar o que é significativo, e não seguir o que é cômodo!
"Eu me perdoo, pelos erros de ontem", vejo agora, que alguém que me ouve sabe de algo que eu não sei!

Com os pés torcendo pelos passos, um caminho deveria ser mais cortez, e não deveria dizer isto a ninguém: "é ninguém e apenas mais um"!
Quando se conhece a arte da vagueza: revele de si pouco, conceda-lhes o que desejam, mas não o que merecem!
Silencie com o ego, bem ou mal, não se importe que alguém fale sobre si... modere-se com compostura da serenidade!
Existe uma aura misteriosa em todo o redor: fale menos com o olhar e ouça mais com os desejos... quanto menos algo contar, menos curiosidade despertará de um desafeto!

Às vezes a minha face fica mais branca com um tom mais pálido, quando se esconde; posso não dizer tudo algumas vezes, porque sinto muito e tanto!
Se escrevo difícil, é porque é difícil escrever às vezes; se eu quero está vida para mim, é porque vou ter!
Sou um pouco dos lugares que conheci, mas sinto muito das coisas que gostei, e deixei... perdoar é uma coisa mais confiar é outra!
Se os meus dias são meio esquisito, sem razão e sem querer às vezes, é porque não admiro os dias normais... quando a fronteira entre a canção e o silêncio é reduzida a um sussurro limitado!

A verdade de um passado: quando "feliz dançando com o cotidiano que balança mais não cai, quando só ou rodeado, não importando quem vem ou vai se ficava só"!
"Sob a luz que tolhe a noite com o objetivo de me mostrar, me queimei nos epílogos por me revelar, e herdei uma horda de pandemônios de arrepender, com suspiros gritantes de dentro para fora do vazio em mim"!
"Veio a saudade trazendo uma cesta cheia de expectativas, desleais, com às recordações numa falsa claridade se mostrando em conforto, traduzindo no desconforto sem poder toca-la"!
"Nos dias depois do fim e nas noites sem fins do fim, com a mente diante de uma alcateia faminta das fraquezas do coração, a vida vivia cortando o ar dos pulmões inúteis da atmosfera daqueles erros"... enfim e sem meu fim aprendi com eles!

Existem alguns animais que usam mais a cabeça que algumas pessoas, a vida é de oportunidades, e não de oportunistas... eis um diálogo comprometedor:
Existe uma pequena cama para dois com sono e um vira para o outro e diz que dorme na cama e ele no chao; um pergunta ao outro porque dormir no chao e não ele; o outro responde que tem dores nas costas; um pergunta ao outro que tipo de dor ele sente e ele responde que quando dorme no chão a dor aparece!
Quando desiludido com as pessoas, "nunca vi um homem lutar tanto para acabar onde começou"; nesta vida, nenhum território é definitivo de ninguém!
Destino se colhe, o que se encolhe é sem frutos; que se desfaça o nó do destino, e com a vida seja um só!

Numa reversão dos termos mais amenos ajustados com um dia, quando a diplomacia do íntimo não busca uma saída com a insônia, às vezes a gente acorda de manhã sem saber o que esperar: "eu gostaria tanto de esperançar"!
Eu vivo em uma cidade de espelhos, onde eles refletem as preocupações das faces: a melhor forma de se defender aqui, é saber quando alguma coisa pode acontecer!
Um pesar... às vezes isto é um pouco estranho: "quando eu olhei os olhos dele, eu me vi"!
No silêncio com solos intermináveis de pensamentos, numa sinceridade ligada a fraseados e pequenos detalhes, do que um exibicionismo de palco pode mostrar: "devia ter tentado mais"!

Vou falar a coisa mais séria do mundo, mas de um jeito banal: o que é leve, é simples!
Nos momentos conturbados da vida onde um coração acumula memórias amargas, o seu ressentimento resseca o riso do íntimo, que chega para confundir, e não para explicar a alguém!
Era o que sempre sonhei e nem sabia, mas sempre tive certeza: "quando somos maiores que nossos medos, uma hora a gente olha para trás e se dá conta de que pode muito mais"!
"Meu sorriso foi abençoado hoje, hoje o dia está tão belo que vou chamá-lo de eu"; se alguém soubesse do que a vida já o livrou, agradeceria a ela até pelas portas fechadas!

Ainda não sei se sou a raiz dos meus problemas; saber quem sou é mais importante do que pensam de mim, e deveria ser, e não às vezes!
No amor, estar só é perfeito às vezes, mas dois, é sempre imprescindível!
Algumas pessoas não sabem ser solitárias, mas insistem; certas pessoas não se lembram o bastante, que certos desejos não se importam pelo que parece bom!
Todo amor tem cores e estilos, com canções inesquecíveis, mas amar não é perfeição... é aceitação!

Até mais tarde para mim espero ficar, talvez, até poder contar o final da minha história... se o tempo não se entediar talvez!
Só porque um cadarço de sapato esteja desamarrado, não significa que os passos sejam frouxos; posso receber muitas críticas, mas será que às pessoas estão preparadas para mim?
Felizmente, sem conclusão, tem começos que o fim não passa na mente; um recomeço é minha vida e não pretendo desviver!
Isto não é apenas sobre uma vida, mas uma viagem até o limite de um horizonte enquanto a vida permitir: quer fazer um homem feliz... apenas me abrace e não me entenda enquanto o tempo nos espera!

O silêncio contém mais palavras que um dicionário.

No caso do Orelha, quem foi mais animal foi o homem.

Em você, projetei a mais linda utopia...

A atenção, em sua forma mais genuína, é de facto um ato voluntário e um presente que se oferece livremente, não algo que possa ser imposto ou exigido à força.
Aldemi E de Matos

Nada é por acaso. Até mesmo os acontecimentos mais dolorosos estão a serviço.

Combate à Corrupção


A normalização da corrupção revela um fenômeno ainda mais grave: a erosão da consciência coletiva. Quando práticas ilícitas deixam de causar indignação social, instala-se o que Hannah Arendt denominou de “banalidade do mal”, agora adaptada ao contexto administrativo e político. O Direito, que deveria funcionar como barreira contra o arbítrio, frequentemente é manipulado para legitimar injustiças, blindar poderosos e criminalizar seletivamente.
A polarização ideológica extremada, por sua vez, atua como cortina de fumaça, desviando o debate público de questões estruturais e fragmentando a sociedade em campos inimigos, incapazes de dialogar. Nesse ambiente, a democracia se enfraquece, pois o dissenso saudável é substituído pelo ódio, e a crítica racional cede espaço à militância acrítica.

Um Mestre para a Eternidade.


Morre o Homem; nasce a Lenda.
Minas Gerais amanhece mais silenciosa. A ciência penal brasileira perde uma de suas mais elevadas consciências, e o Direito, órfão, curva-se em reverência. Parte um mestre; permanece um legado. O professor Geraldo Barbosa do Nascimento atravessa agora o limiar do tempo humano para habitar a eternidade dos justos — daqueles que ensinaram não apenas normas, mas valores; não apenas leis, mas humanidade.
Foi no alvorecer da década de 1990, em Teófilo Otoni, quando ingressei na Faculdade de Direito, que tive o privilégio raro de conhecer aquele que se revelou o mais completo professor de Direito Penal que Minas Gerais já produziu. O Dr. Geraldo Barbosa não ensinava códigos: formava consciências. Sua sala de aula era um espaço de reflexão ética, de densidade filosófica e de profundo compromisso social.
Com sabedoria incomum, ensinava a ciência penal brasileira dialogando com o Direito Comparado, trazendo à vida autores clássicos e modernos, como o mestre espanhol Sebastián Soler, e tantos outros que encontravam, em sua voz serena, tradução viva e atual. O “Dr. Geraldinho”, como era carinhosamente chamado, possuía a rara virtude de tornar o complexo compreensível sem jamais empobrecer o conteúdo — sinal inequívoco dos grandes mestres.
Sua atuação profissional foi marcada por ética inabalável, zelo acadêmico e distinção intelectual. Em tempos de superficialidade e pragmatismo raso, o professor Geraldo Barbosa era resistência: acreditava na função civilizatória do Direito Penal, na dignidade da pessoa humana e no papel do jurista como guardião da justiça e da razão.
Hoje, o Direito brasileiro perde uma de suas maiores autoridades. A academia perde um farol. A sociedade perde um intérprete sensível da dor humana. Mas o céu — se houver salas de aula na eternidade — ganha um professor completo, incumbido de ensinar princípios éticos, valores morais e o verdadeiro sentido da justiça.
Aos familiares, amigos, alunos e admiradores, ficam as mais profundas condolências e o abraço solidário diante dessa perda irreparável. Que encontrem conforto na certeza de que o professor Geraldo Barbosa do Nascimento não partiu: foi eternizado na memória jurídica, moral e humana de todos que tiveram o privilégio de aprender com ele.
O mestre se vai.
O legado permanece.
E a ciência penal agradece, em silêncio reverente.

Quando pequena, meus pensamentos sempre foram grandes, como se fossem as músicas mais lindas e famosas do planeta.