Seja Legal com seus Irmaos

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⁠inocência...
Seja lindo...
Perfeito...
No nosso mundo.
A beleza da vida é o amor.
Porque é nosso mundo?
Pois amor é real e puro.
Em nossos corações o brilho eterno...
Nossas vidas são cobertas de manto eterno

Seja o desejo do abismo.
A voz do inconsciente.
No sumário de seus pensamentos sois a luz que mundo se esqueceu.
Mero momento irônico...
Sois a voz que foi silenciosa...
Nos primórdios dos sentimentos...
Sendo lúcido é assim...








Celso Roberto Nadilo

Noite a dentro deste mundo seja mundo...
Todavia o desdem se torna obtuso...

Na esperança o caos reina ate que ansiedade seja um percentual absurdo da mente vazia...


A esperança é o fado da tristeza.
No final apenas olhares sejam o abismo...


Tantos problemas se tornam instante insanos pois nada tem importância...
A falta de perspectiva o horizonte é tão profundo.


Marcas das almas dilacerada por tantas pessoas e situações negativas que tudo está bem ate que tudo seja apenas um ponto na escuridão.

Seja desconhecido para os espertos, pois ignora os veem com esperteza...
pois...
''Os verdadeiros'' são expostos e condenados por apenas existir.

Noite estrelada que conduz o espírito num sono perpétuo....
Seja os tais olhos velados pela luz que encanta...

Coma a vontade seja fiel ao seu caminho.
Sua fé é seu credo moral...
Alienação da existência sempre endeusar seres animados.
E esses seres animados dera vida ao ser iluminação e fanático.
Sera voz da razão ate suas convicções sejam quebradas numa permuta de escolhas e sempre razão sera obstáculo para verdade que resiste em viver.

* conjunto do ser ou utópico do não ser ate que o ser seja o ser*
No provérbio a palavra tem vida num sopro o sussurro sāo apenas palavras jogadas no vento.
No conjunto do ser a família ate sociedade em si o modelo arcaico,
No prefácio o julgo é simplicidade o temor da solidão nos espaço translúcido obtemos a famia como apoio, navegantes de mares desconhecido desbravar o sentido é aprimorando pela percepção...
Os sentimentos grandiosos pairam na superfície ate que o amanhã toque coração dos bravos,
Seja quem é o queira ser no submundo do universo somos as palavras perdidas....

Acredita no demonio suas verdades são mentiras expostas como deepfakes.

Seja maravilhoso repleto de felizes para sempre...


A nação precisa de ração.
Carinhoso amor paz e fragilidade as fakes news...


Mundo dos demônios está cheio de ironias na deepfakes...


Filho do demonio diz quer boa vida resiste ao velho sistema não é mais sustentável ... precisa de funcionários fantasmas. Rachadinhas... mais joias pois temos terras raras.
Acha que as pessoas querem ser salvas... mais ironias.


O lixo eletrônico é tópico de vários grupos de WhatsApp.
Mulher ate foi lixada por ser sequestrar crianças..esse é o perigo das fakes news.

Somos ilhas para os quais acreditamos nas lágrimas que derramou seja a verdadeira esperança que vive em nossos corações...

Doce tom da madrugada.
Sejas teu ato meu desejo.
Tão seja teus atos insanos.
Virtuoso o impensável
Novas descobertas teus sonhos.
Para aquele dia seja maravilhoso.
Doce tom da meia noite

Seres cegos,
Pois lamento pelo humanidade.
Sois fruto do futuro ate amanhã seja apenas um deserto de desolação.
Nos primórdios da almas as palavras jogadas nas paredes são nov ecografia da era da pedra.
Vamos precisar de uma pedra roseta.
Nossa civilização terá sobras ou seremos essas sobras sem intelecto,
Otopia dos macacos...
Num suposto telema do amanhã serei um pássaro no mural da eternidade ou serei parte da música cantada na fogueira... ou serei a poeira do universo...
O eterio momento irônico...
Espírito humano transcende o indivíduo digital para uma nova expressão de consciência. O ser alienado.

Eu do espelho repete ecos de outras realidade se tornam realidade ambígua ate que eu seja realmente crítico diante sombras implantada por sua mente.

Dentro da psicologia seja apenas um ramo da consciência esta interligado a inteligência mesmo sendo alienado.

Nas virtudes do atribuição da constante seja possibilidades e variações da equação.
Sendo digno ate fruto da manipulação se torna fenômeno mundial como as grades da existência contemporânea.
Vemos aglomerados de estrelas novos horizontes nos capítulos da humanidade. Mas máscaras são reunidas pelo sinismo e negacionismo.
Sendo sensatez a falta de escrúpulos.
Mais-valia da costura do tecido da existência contemporânea.

Nas janelas da alma
Vejo florescer o destino.
Mesmo que tempo seja uma flor.
Remanejos as obras do amanha.
Sobre olhares os seres sombrios são meros pássaro da consciência.
Virtuosos seres remotos num estado enerte como estatua que simboliza a liberdade ainda assim as penas caem ao longe.
Transfigurando o passado num sino de liberdade no chão rachado e enferrujado dando aspecto que foi arrado do coração.
Os direitos dos deuses místicos foram esquecido pois alienação os fez morrer no espaço do continuo po para o po.
Num suposto enigmático alvorecer sinto frio mesmo tempo a ternura de estar num tempo que nada existiu apenas o vicio de olhar tempo passar diante das contas as cordas munumentais esguian se na escuridão.
Muitas nuvens e luzes que sao lampejos de vida.
Nas entrinhas paz e liberdade.
Velho sino foi lembrado nos esbolsos do tecido da realidade.
Ouço que espaço tem sons para humanidade grite estamos aqui venham ou corram pois somos o somos e podemos ser.
Abrace que alucinação da teoria das cordas seja mais um conto da fragilidade humana.
E perceba que o sino so é poeira no espaço que te faz compania enquanto ressoa a existência do seu ser diante o que somos.
O tempo passo o metrô chegou. Tenho ir ao trabalho. Pois nem tudo nasce no jardim.
Os sinos tocam as portas se fechamento muitas pessoas aglomerados. Como estrelas no novo espectro que luz celeste revela a liberdade de sois.
Revelace telas cabeças olham o vazio.
Na síntese da otopia fotossíntese humana se mistura se mistura com ar acondicionado. Alguém ainda pensa na liberdade ou fato que estrelas brilham pois ignora é tempo que foi marcado pela gravidade dentro de uma singularidade.
Aonde a astrofísica so pode ver tempo passar e deduzir que vida tão rara que suspiro nos tornou ferramentas do universo. Mesmo assim somos alienados e apaixonados pelo instante avançamos sem olhar nem mesmo porquê, ainda existimos.

O transhumanismo... ensaio da consciência.


Pois termo transhumanismo seja roupagem da tecnologia e ser humano.
Mais conceito inicial das pedras pois o objeto e transforma em utensílios é simplicidade uma forma de transhumanismo toda tecnologia incorporada ao ser humano.
O espelho moral e intelectual de ser.
A individualidade e a dualidade do ser.
O paradoxo criamos da existência contemporânea. Paradoxo da existência digital outra virtude.

⁠⁠Talvez a sensação de descobrir ter sido manipulado com a ajuda da IA seja a mesma de descobrir ter sido assaltado com réplica de arma.




Mas a diferença entre os que são assaltados com réplica de arma e os que são manipulados com a ajuda da IA é que os primeiros não idolatram seus agressores.




Se algum dia os Asseclas Apaixonados despertarem e perceberem que foram manipulados pelos políticos-influencers com recursos terceirizados, talvez troquem a paixão pela revolta…




Talvez a maior violência nem seja a da arma — verdadeira ou réplica —, mas a da consciência ferida quando percebe que entregou a própria confiança a quem jamais mereceu.




Ser assaltado com uma réplica de arma é experimentar o medo real diante de um perigo fabricado.




O coração dispara, o corpo obedece, a vida parece ficar por um fio — ainda que o gatilho jamais pudesse cumprir a ameaça.




A dor vem depois, quando se descobre que tudo foi sustentado por uma encenação.




Mas, ao menos ali, a vítima reconhece o agressor como tal e qual.




Já quando a manipulação acontece com a ajuda da Inteligência Artificial, o enredo é muito mais sutil.




Não há correria, não há gritos, não há mãos ao alto.




Há algoritmos, narrativas calculadas, recortes convenientes da realidade.




Há “políticos-influencers” que terceirizam argumentos, fabricam proximidades e simulam verdades com a precisão de quem sabe exatamente onde tocar para provocar aplausos — ou indignação.




A diferença mais perturbadora talvez esteja nisso: quem é assaltado dificilmente defende o agressor.




Mas quem é manipulado, muitas vezes, transforma o manipulador em mito.




E confunde-se quase tudo…
Dependência com lealdade.
Repetição com convicção.
Engajamento com consciência.
Autoritarismo com autoridade.
Arrogância com bravura…
E até Discurso de Ódio com Liberdade de Expressão.




Os asseclas apaixonados não percebem que, ao terceirizarem o próprio juízo, tornam-se extensão da estratégia de quem os conduz.




E toda paixão cega tem prazo de validade: dura até o dia em que a realidade rompe o encanto.




Se esse despertar vier, pode ser doloroso.




Descobrir-se usado é como acordar no meio de um teatro vazio, percebendo que a plateia era figurante e o roteiro nunca foi seu.




Nesse instante, a paixão pode, sim, virar revolta.




Mas talvez haja um caminho mais nobre que a revolta: o da responsabilidade.




Não apenas contra quem manipulou, mas consigo mesmo — pela pressa em acreditar, pela comodidade de não questionar, pelo conforto de pertencer.




Porque, no fim, nenhuma tecnologia é mais poderosa do que a disposição humana em não pensar.




E nenhuma libertação é mais revolucionária do que reaprender a pensar por conta própria.

⁠Talvez o mais trágico não seja os humanos terem que provar para as máquinas, o tempo todo, que não são uma delas.


O drama maior parece estar na naturalidade com que passamos a imitá-las — e, pior, na pressa com que nos deixamos confundir com elas.


A máquina não sente cansaço moral, não hesita diante do outro, não se constrange com a própria indiferença.


Quando o humano começa a responder sem escuta, decidir sem empatia e repetir padrões sem reflexão, não é a tecnologia que o desumaniza: é a abdicação silenciosa daquilo que o tornava distinto.


Há um perigo sutil em trocar o tempo do cuidado pelo tempo da eficiência, a dúvida honesta pela resposta pronta, o encontro pelo desempenho.


Nesse processo, já não é a máquina que nos exige provas de humanidade; somos nós que, pouco a pouco, deixamos de exigi-las de nós mesmos.


No fim, talvez a pergunta mais urgente e necessária não seja “como convencer as máquinas de que somos humanos?”, mas “em que momento nos tornamos tão confortáveis em agir como se não fôssemos?”.

⁠É muito Feno para tão pouco sal...


Talvez seja melhor temperar com uma boa pá de cal.


Haja sal para a quantidade assustadora de Feno necessário...


Quando a desproporção chega a esse ponto, já não se trata mais de tempero, mas de engano.


Talvez seja mesmo melhor recorrer a uma pá de cal, não para enterrar expectativas, mas para sepultar de vez as ilusões que insistimos em alimentar.


Porque certas mesas, por mais que pareçam fartas, só servem palha; e certos banquetes, por mais barulho que façam, não sustentam ninguém.


No fim, a verdadeira sabedoria está em abandonar o que só ocupa espaço e buscar o que, ainda que pouco, de fato, nos alimente.