Seja Legal com seus Irmaos

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Seja como o sol,
elimine todas as sombras ao redor...

O ser humano não é acostumado a mudanças, seja ela por medo, seja ela por costume, as vezes arriscar pode fazer toda a diferença.

"De toda forma estaríamos aqui hoje, seja prestigiando, ou la fora na guerra"

“Hoje deixe que o amor seja brisa e tempestade, sussurro e clamor, doce espera e voejo ardente de reencontro.” ©JoaoCarreiraPoeta.⁠

“Que a luz do sol toque sua alma como um sussurro de esperança, e que cada instante seja uma poesia voejando no vento.” ©JoaoCarreiraPoeta.


Campinas, 29/11/2025.

⁠Na vida, tudo se transforma em memória, seja na curta passagem dos dias, ou mesmo na simples contagem das horas...

Bom dia!
Que em 2026 eu seja um ser humano melhor: reclamando menos, julgando menos e evoluindo mais. Eis o meu mantra.


Benê Morais

Eu quero um amor que não seja covarde. E não falo de guerras, heróis ou moinhos, falo do amor que não foge do cotidiano. O que lava a louça, compartilha o silêncio, segura a mão sem medo do tédio. O amor corajoso não é o que promete eternidade, mas o que se faz presente nas miudezas, nas falhas, nos dias em que o afeto parece coisa rara. É o amor que sabe ficar, mas também partir com dignidade, sem transformar distância em castigo. O que confia, mesmo quando não entende. O que não precisa vigiar para acreditar. Amar, afinal, é permitir que o outro seja casa — mesmo quando a vida muda o endereço.

Seja cientista de si.

Ser cientista de si é abrir gavetas onde ninguém jamais olhou, é encontrar restos de ecos antigos e etiquetá-los com rigor e reverência. Cada memória se torna um organismo estranho, cada emoção, um vírus que infecta sem aviso. Não se trata de curar, mas de observar: estudar as mutações do próprio desejo, as derivações do medo, as metamorfoses do amor que insiste em nascer nos lugares errados.

O corpo é um microscópio que às vezes faz truques com a mente — é um campo de ensaio onde hipóteses explosivas dançam e se desintegram em segundos. Ser cientista de si é aceitar que não há controle, apenas registro. Registrar a instabilidade, o colapso, a beleza que surge do caos interno. É perceber que algumas experiências não se replicam, algumas falhas são únicas, algumas feridas ensinam mais que qualquer vitória.

E no centro desse laboratório, no silêncio que não cabe em palavras, surge a maior descoberta: que o sujeito estudado é também quem observa, e que cada experiência de si é um prisma que reflete infinitos mundos. Ser cientista de si é um gesto de coragem quase selvagem — olhar para dentro e perceber que o experimento nunca termina, e que cada segundo é irrepetível, insubstituível, imprescindível.

⁠Seja quem você gostaria de atrair na Vida...
e se é facil, é ilusão...
Deixe fluir naturalmente...

⁠Seja seguro de si. Não tente segurar o outro.

⁠Seja cuidoso.
- O suficiente para não enlouquecer.

⁠Seja raro como um suave petricor num dia chuvoso com um café amargo e um livro de Charles Bukowski...
Aliás, qual o felizardo que quer ser lembrado assim?

⁠Fim de tarde...
Talvez seja o fim de uma versão ou até mesmo de uma vida.

⁠Que seu dia seja poesia
Todos os dias ,
E seus sonhos
Sua realidade ,
Que sua cara metade
Lhe complete e aceite a outra metade ,
Que não lhe falte sim
Nem casa ,nem comida ,nem jardim .
Que more longe da dor ,
E mais longe da despedida.
Que seja do bem
Não seja do mal
Que tenha o tom
Do alto astral .
Que sua alegria seja maior
E a felicidade seja infinita
Em todos os momentos.

⁠⁠Não perca a fé, por mais difícil que seja a travessia.
Há dias que o mar está revolto
Mas virão dias de calmaria.

Senhor, que o ano que se inicia não seja apenas mais uma contagem de dias, mas uma oportunidade de ser Teu instrumento. Não peço luxos, mas o suficiente para que minha vida seja um reflexo do Teu amor. Que meus passos sejam guiados pela justiça, minhas mãos estendidas em caridade e meu coração transbordante de gratidão, para que em cada gesto eu possa glorificar o Teu Santo Nome. Amém.

Seja sua melhor companhia, ou você estará sempre sozinho!

A Extensão Rural contemporânea não pode furtar de se comunicar, seja de forma presencial ou pelo digital.

O que há de errado com o tempo?


Talvez o erro seja o intento
de não aprendermos, enquanto vivemos,
a contá-lo no convívio, no movimento.
Enquanto ele ecoa, convivemos, às vezes,
sós entre nós mesmos.
E não percebemos que o tempo pode afastar
ou atrair sentimentos.
Bons ou ruins, eles vão e vêm
sem que percebamos.
Ele nos leva por caminhos
e cria atalhos inteiros.
Ele vai passando como quem escorre
entre nossos dedos,
sem aviso às vezes rápido,
às vezes lento, mas sempre indeciso.
Vivemos tudo o que nos permitimos:
com a família, sozinhos ou entre amigos.
Ele corre quando queremos presença,
nos arrasta quando a dor pede licença.
Ele voa quando estamos atrasados,
e para, sem que percebamos,
no sorriso de quem somos apaixonados.
Vinte e quatro horas nos são dadas,
todos os dias, sempre depositadas.
Caem em nossa conta sem permissão,
sem pedido, sem merecimento ou explicação.
Prometemos a nós mesmos
não deixar o tempo passar em vão.
Quando crianças, o tempo era mágico,
e não tentávamos controlá-lo com um celular nas mãos.
Estávamos ocupados colecionando momentos,
dádivas nos dadas pelo próprio tempo,
para que, quando estivermos perdidos,
possamos lembrar… e voltar ilesos.
Há dias em que queremos doar,
nem que seja um fragmento do que nos resta guardar,
quando percebemos que o outro já não terá
o tempo que a vida prometeu entregar.
Então entendemos o inevitável:
o tempo, sim, ele é temporário.
Nascemos, crescemos e morremos
um roteiro que segue fiel itinerário.
Mas como se espera? pergunta o coração.
O tempo do último olhar, da despedida em vão?
Ou o tempo que passa sem quem amamos,
tentando ser inteiros… quando já nos faltamos?