Seja Direto
“Adiar permanentemente quem podemos ser talvez seja uma das maneiras mais silenciosas de desperdiçar quem somos.”
“Talvez nossa verdadeira idade não seja apenas o tempo que vivemos, mas a consciência que conseguimos construir com o tempo vivido.”
“Talvez o maior risco da inteligência artificial não seja uma máquina pensar por nós. É nós pararmos de perceber quando deixamos de pensar.”
“O maior ato de AUTOLIDERANÇA talvez seja liderar a si mesmo para longe da pessoa que você aprendeu que precisava continuar sendo.”
“EstranhaMENTE, a MENTE mente e o pensamento mais perigoso talvez seja aquele que nunca precisou provar que era verdade.”
A GUERRA É PURAMENTE MENTAL
Talvez a guerra mais perigosa do nosso tempo não seja travada entre pessoas, mas dentro delas.
É puraMENTE mental.
Não começa quando alguém nos obriga a acreditar. Começa quando deixamos de perguntar por que acreditamos.
A repetição familiariza.
A familiaridade acomoda.
A acomodação normaliza.
E aquilo que ontem parecia absurdo pode, amanhã, parecer apenas comum.
É assim que podemos aceitar o inaceitável, tolerar o intolerável, acreditar no inacreditável, justificar o injustificável e, por fim, defender o indefensável.
Nem toda manipulação precisa impedir alguém de pensar. Às vezes, basta influenciar silenciosamente os critérios pelos quais essa pessoa decide o que merece ser pensado.
Eis o perigo:
Quando perdemos o discernimento, podemos continuar pensando — sem perceber que já não examinamos aquilo que pensamos.
O senso comum comumente mente.
A verdade não se torna verdadeira porque muitos a repetem. O absurdo não deixa de ser absurdo porque nos acostumamos com ele. E aquilo que se torna normal não se torna, por isso, necessariamente aceitável.
Por isso, talvez uma das perguntas mais importantes do nosso tempo não seja:
“Em que você acredita?”
Mas:
“Quem ensinou você a decidir no que merece acreditar?”
Pensar é necessário.
Duvidar do próprio pensamento é discernimento.
Porque quem não examina aquilo que entra em sua mente corre o risco de passar a vida defendendo ideias que nunca decidiu, verdadeiramente, escolher.
A mente informa. O discernimento decide.
Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Escritor, Educador, Pesquisador
“Pensar os Fatos ou Proteger Ideias?”.
Talvez discernir não seja apenas pensar, mas notar quando paramos de pensar.
O fato acontece, a mente interpreta e a crença seleciona.
Quando a interpretação vira dono / dona do lugar, o fato vira acessório.
Por isso a pergunta não é só “isso é fato ou ideia?”, mas “estou disposto a deixar um fato contrariar o que eu já penso?”.
Porque quando os fatos precisam se curvar às ideias, já não estamos pensando a realidade. Estamos tentando fazê-la pensar como nós.
Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Escritor, Educador e Pesquisador.
A pergunta científica mais honesta talvez seja aquela que aceita perder a própria hipótese para não perder a realidade.
Carlos Eduardo Balcarse
O sentimento pode ser verdadeiro sem que a interpretação que fazemos dele seja VERDADEira.
Carlos Eduardo Balcarse
Quando você te compromete com algo na sua vida, que seja pessoal, familiar ou profissional, você não pode defraudar quem seja, porque isso defini que tipo de comprometimento você tem com você mesmo, e vai definir o seu futuro como ser humano.
A justiça internacional não elimina a soberania; procura impedir que ela seja convertida em licença para a arbitrariedade.
Nesse trecho uma frase
Que isso seja uma fase
Espero que não demore
Para que eu possa mudar
Espero um dia poder mudar
Essa forma d'eu me apaixonar.
Não me ofende que tua opinião política seja contrária à minha. Se tens respeito, tens minha estima. Pois, se há algo de que estou plenamente convicto, é que a cortesia não pertence à esquerda nem à direita; ela é própria dos homens civilizados.
Talvez amadurecer seja perceber que segurança demais também cobra juros — e quase sempre paga-se com aquilo que poderia ter sido.
“Os humanos vivem buscando redenção, mas talvez o verdadeiro pecado seja acreditar que precisam ser salvos de si mesmos.”
Certamente sou uranófila, pois o céu realmente me fascina. Acredito que seja porque ele vive em constante mudança, como se tentasse nos ensinar que a vida é um eterno mudar de ciclos.
